Os confrontos armados rotineiros em favelas cariocas causam centenas de mortes violentas anualmente. Mas ter que conviver com os tiroteios pode também piorar a saúde mental e física dos moradores dessas áreas, contribuindo para o desenvolvimento de quadros de hipertensão arterial, ansiedade, insônia, falta de ar e depressão. A constatação é de pesquisa pelo Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec), que compara a situação de saúde de moradores de favelas expostas a um número maior de tiroteios envolvendo agentes do Estado com a de pessoas que vivem em comunidades mais tranquilas (com número menor de confrontos armados). A pesquisa mostra, por exemplo, que os riscos de moradores de favelas mais expostas a tiroteios desenvolverem depressão e ansiedade são mais do que o dobro daqueles de outras comunidades. A prevalência também é maior nos casos de insônia (73%) e hipertensão arterial (42%). Um terço dos moradores dessas comunidades também relatou sudorese, falta de sono, tremor e falta de ar durante os tiroteios. “A política de segurança não promove segurança de verdade e promove, por outro lado, medo, adoecimento e, muitas vezes, morte”, afirma a socióloga Rachel Machado, coordenadora da pesquisa.
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16 de agosto de 2023
Estudo mostra impacto de tiroteios na saúde de moradores de favelas
2 de dezembro de 2014
Tem algum jeito para evitar a violência?
Quando encontra prédios desocupados e chateados com a falta de programas habitacionais do governo, a população carente invade todos os espaços vazios e como exemplo cito a cidade de São Paulo. Para expulsar os invasores, considerados sem-teto, de um edifício abandonado em plena Avenida São João, no centro da capital paulista, a Policia teve de usar bombas de gás lacrimogênio, de efeito moral e balas de borracha. Para reprimir ações de vândalos, como arrastões, assaltos, depredação de lojas e queima de ônibus, policiais reagem à bandalheira de maneira truculenta. Talvez copiando os exemplos letais da Policia dos Estados Unidos que não perdoa a violência de marginais. Insatisfeitos com a falta verbas para o pagamento de rescisões e o desbloqueio dos bens da Petrobrás, mais de 4,8 mil trabalhadores que executavam serviços para a Refinaria Abreu e Lima, no Porto de Suape, Ipojuca, tocaram fogo em três ônibus que eram usados no transporte da rapaziada, ali na praia de Gaibu. No Recife, assaltantes explodem dois caixas eletrônicos. Pergunta-se: A violência tem jeito? Foto: Arquivo. Carlos Ivan.Olinda/PE
30 de maio de 2014
Aumenta a base aliada do Movimento Contra a Copa do Mundo
O MCC - Movimento Contra a Copa está agindo como um perfeito partido político, aceita qualquer apoio para aumentar sua base aliada e atingir seu objetivo. Espero que não vire partido, pois a sigla (PCC) Partido Contra a Copa já tem dono. Veja só o que aconteceu em Brasília. Houve um protesto de alguns modernos índios no congresso pedindo a demarcação de terras. Aí o o Movimento Contra a Copa já agregou os índios as suas hostes e foram protestar contra o mega evento. Um guerreiro índio campeão de arco e fecha acabou ferindo um policial e não foi molestado por ser índio. Quando este país vai acordar e as autoridades constituídas vão ser respeitadas como nos países civilizados? Quando: Quando: Quando? Foto: web. Edson Campos e Silva. Recife/PE
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18 de junho de 2013
Povo quer passagem barata e outras coisas
Os R$ 0,20 centavos de aumento, foi o estopim para começar algo que já era esperado. Não foram só estudantes que lá estiveram, o povo cansou, basta entrar em hospitais do Brasil, basta olhar a educação como está, basta olhar a inflação que voltou, basta de não poder andar pelas ruas e não saber se voltará para casa ou será assassinado por um "de menor", basta de pagar o maior imposto do mundo. e nada disso revertido para o povo, basta de corrupção, viagens dos governantes com amantes, cabeleireiros, e se hospedarem nos hotéis mais caros,basta em ver bilhões jogados para a copa, olimpíadas, enquanto muitos morrem por falta de vagas em hospitais, salário que não dá até o fim do mês, e também nenhuma ajuda para os animais sofredores que perambulam pelas ruas, alias para eles animais nem existem, a não ser nas churrascarias de fim de semana. Copa pra que? Pão e Circo, não, obrigado. E ainda vocês acham que é só por causa de R$ 0,20 centavos? Será? Para mim basta e para você? Foto: Firmino Caetano Junior. Lauro Fujihara. São Paulo/SP
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13 de janeiro de 2011
Duelo entre policiais

Quase uma semana depois do tiroteio entre policiais civis e agentes da Polícia Federal, resultando na morte de um Agente Federal, e graves ferimentos em outro, nenhuma explicação minimamente aceitável foi fornecida por nenhum dos órgãos envolvidos nas investigações do episódio. Até agora, o que os pernambucanos estão vendo é um festival de conversa mole, onde a culpa é jogada de um lado para o outro, induzida a ser aceita como uma fatalidade. Na verdade, o que sobra dessa cortina de fumaça que tentam lançar sobre o episódio, é a impressão de tenha ocorrido um confronto acidental, decorrente da forma individualista como que cada uma das instituição trabalhava no mesmo caso. O problema talvez derive do fato que alguns "gênios" da área de Segurança Pública em Pernambuco teriam resolvido instituir uma tal premiação extra, em dinheiro, a ser "faturada" por policiais responsáveis pela apreensão de drogas, fazendo com que membros das diversas instit uições policiais, que deveriam trabalhar em plena sintonia, passassem a disputar entre si o privilégio de prender traficantes e/ou apreender drogas, para poder auferir os tais prêmios. Será que essa "idéia" resolvendo fazer com policiais algo análogo ao que fazem os "cartolas do futebol" com os seus atletas, viciando-os a jogarem em troca do famigerado "bicho", poderia, de alguma maneira, ter motivado esse "duelo" de policia contra policia? fotos: web. Júlio Ferreira. Recife/Pe.
OUVIDORIA GERAL DO ESTADO RESPONDE: Prezado Firmino Caetano: Agradecemos a sua manifestação e informamos que a mesma foi encaminhada à Ouvidoria da Secretaria de Defesa Social, área responsável em responder sua manifestação.
Karla Júlia Marcelino
Ouvidora Geral do Estado.
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