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13 de julho de 2025

Cerca de 97% dos jovens sobre violência sexual na internet


A ONG Save the Children divulgou um relatório intitulado “Redes que prendem: A exploração sexual da infância e adolescência nos ambientes digitais”, elaborado em parceria com a Associação Europeia para a Transição Digital. O estudo reúne dados oficiais e os resultados de uma pesquisa com mais de mil jovens espanhóis, entre 18 e 21 anos. De acordo com o levantamento, 97% desses jovens relataram ter sofrido algum tipo de violência sexual online durante a adolescência. Isso inclui abordagens de adultos com intenção sexual, divulgação não autorizada de imagens íntimas e chantagens para envio de conteúdo sexual. O relatório também destaca o uso de ferramentas de Inteligência Artificial para criar imagens pornográficas falsas de crianças e adolescentes — os chamados deepfakes. Um em cada cinco entrevistados disse ter sido vítima desse tipo de montagem, em que terceiros compartilham imagens manipuladas digitalmente, sem consentimento. “A internet, as redes sociais e as tecnologias não só facilitam a exposição e a captação de vítimas para exploração sexual, como também se tornaram os meios pelos quais essas violências são cometidas e perpetuadas”, afirmou a ONG. As redes sociais aparecem como o principal meio de contato inicial entre agressores e adolescentes. No caso dos meninos, os jogos online também são apontados como espaços de abordagem. Após esse primeiro contato, os criminosos costumam migrar para aplicativos de mensagem como WhatsApp, Telegram ou Discord. As meninas são as que mais relatam pressão para enviar conteúdo íntimo — 28,5% contra 18,4% dos meninos. O estudo mostra ainda que todas as vítimas haviam compartilhado informações pessoais ou íntimas na internet durante a infância ou adolescência.Mesmo assim, apenas 50% dos entrevistados considerava, na época em que eram menores, que conversar com desconhecidos era um risco. Apenas 32,9% viam como perigoso o envio consentido de nudes para adultos, e 70% sequer enxergava a manipulação de imagens por IA como uma ameaça.Quando questionados sobre os motivos que os levaram a enviar fotos íntimas, 48% disseram não saber que era perigoso, 46% achavam que era algo normal e 42% buscavam atenção, carinho ou validação.

 

14 de março de 2025

Mais de 3 em cada 10 mulheres no País dizem ter sofrida violência em um ano

Ao menos 21,4 milhões de mulheres brasileiras - ou 37,5% da população feminina com 16 anos ou mais - foram vítimas de algum tipo de violência no último ano, segundo estudo do Fórum Brasileiro de Segurança e do Instituto Datafolha. Entre as formas mais frequentes estão humilhações verbais e agressões físicas, como batidas, chutes e empurrões. Os dados, estão na 5.ª edição da pesquisa Visível e Invisível: Vitimização de Meninas e Mulheres, feita a cada dois anos. O principal objetivo é entender a violência contra mulher para além dos registros policiais. Foram realizadas entrevistas em 126 cidades, entre 10 e 14 de fevereiro. Ao todo, 793 mulheres com 16 anos ou mais responderam presencialmente a um questionário sobre formas de violência que possam ter sofrido ou presenciado ao longo dos 12 meses anteriores. A pesquisa mostra que o porcentual de mulheres que contaram ter sofrido violência é consideravelmente maior do que na edição de 2023, quando essa parcela correspondia a 28,9%. Segundo os pesquisadores, é "difícil precisar as razões" que levaram a esse crescimento, mas há algumas hipóteses. Entre elas, Samira Bueno, diretora executiva do Fórum de Segurança Pública, cita que pode ter ocorrido prolongamento do cenário apontado já no relatório de 2023, que indicou o crescimento de toda forma de violência contra a mulher. "Está nessa tendência de crescimento desde o fim da pandemia." Segundo Samira, estudos no exterior apontaram que o período pode ter elevado o controle exercido por parceiros no contexto doméstico, desencadeando novas tensões e violências à medida em que houve a volta às ruas. Para ela, o avanço dos discursos de ódio nos últimos anos também pode ter sido decisivo. "Houve, por exemplo, a multiplicação (na internet) de canais ‘red pill’, que têm discursos misóginos, machistas e que fazem apologia da violência contra a mulher", diz. 

20 de setembro de 2024

Brasil é o segundo país que mais matou defensores ambientais em 2023, aponta ONG

Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil ficou atrás apenas da Colômbia no ranking de assassinatos de defensores ambientais. No mundo, foram ao menos 196 mortes, o que equivale a mais de um homicídio a cada dois dias. Destes, 25 ocorreram no território brasileiro e 79 aconteceram no país vizinho -o número mais alto já registrado em um país num único ano. Os dados são de um relatório da ONG Global Witness. A entidade ressalta que a América Latina foi a região com mais mortes, com 166 (85%). Considerando os números per capita, Honduras, com 18 ataques letais, teve a maior taxa mundial. No Brasil, o índice caiu 26% na comparação com 2022, quando foram registrados 34 assassinatos de defensores. Os dados brasileiros usados pela ONG são coletados pela CPT (Comissão Pastoral da Terra). O relatório aponta que havia expectativas altas quanto ao governo Lula (PT) reverter retrocessos em políticas que facilitaram o avanço da exploração dos recursos naturais e aumento da invasão de territórios protegidos durante a gestão Jair Bolsonaro (PL). "Até agora, houve progresso. O governo restabeleceu o financiamento para proteger a Amazônia e restaurou a agência de assuntos indígenas que Bolsonaro desmantelou", diz o texto. "No entanto, as mudanças de políticas continuam sendo desafiadoras diante de um Congresso conservador dominado por ruralistas, que apoiam os interesses de proprietários de terras privadas em detrimento da reforma agrária pública", continua o relatório. Desde o início da série histórica, em 2012, foram registradas 401 mortes de defensores do meio ambiente no país. No mundo, foram 2.106. 

16 de setembro de 2024

Brasil registra 7.130 detenções e 73.336 vítimas de violência em agosto

O Brasil realizou entre 2 e 30 de agosto um total de 7.130 detenções por homicídios de mulheres e violência doméstica, além de ter atendido 73.336 vítimas,  segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública. Ainda de acordo com a pasta, foram solicitadas 49.542 medidas protetivas de urgência, das quais 956 foram acompanhadas pelas autoridades. Mais de 280 pessoas foram detidas em flagrante durante operações realizadas em 1.285 municípios. Além disso, foram apreendidos 989,89 quilos de drogas e 1.286 armas. Segundo o 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em julho pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou um caso de violação sexual a cada seis minutos em 2023, totalizando 83.988 casos. A taxa de estupros foi de 41,4 para cada 100 mil habitantes, com um aumento de 6,5% em relação a 2022.O levantamento revelou que a maioria das vítimas de estupro eram crianças de até 14 anos e pessoas vulneráveis (76%), sendo predominantemente do sexo feminino (88,2%) e negras (52,2%). A violência geralmente ocorre dentro de casa (61,7%), com a maioria dos agressores sendo familiares (64%) ou pessoas conhecidas das vítimas (22,4%). Além dos casos de estupro, o estudo apontou um aumento em todas as formas de violência contra mulheres no Brasil no ano passado. O número de feminicídios subiu 0,8%, totalizando 1.467 casos em 2023. A maioria das vítimas de feminicídio eram negras (63,6%), com idades entre 18 e 44 anos (71,1%) e foram assassinadas em suas residências (64,3%). Os principais agressores eram parceiros (63%), ex-parceiros (21,2%) ou familiares (8,7%). As tentativas de feminicídio também aumentaram em 7,1%, somando 2.797 casos no ano passado. 

5 de agosto de 2023

ONU crítica violência policial no Brasil

Os números no estado de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia revelam "uma das semanas mais sangrentas dos últimos anos" no Brasil, onde a polícia lançou várias operações nos últimos dias para, supostamente, combater o tráfico de droga e o crime organizado em diferentes cidades do país, disse a porta-voz do gabinete, Marta Hurtado, num comunicado. As mortes "seguem-se a casos de violência policial e supostas execuções extrajudiciais nos últimos anos, em circunstâncias que nunca foram totalmente esclarecidas e pelas quais os responsáveis não foram responsabilizados", acrescentou a porta-voz. Hurtado destacou que as mortes em operações policiais diminuíram nos últimos anos no Brasil, mas ao mesmo tempo "aumentaram as mortes de afro descendentes às mãos da polícia". "Os novos casos reforçam a necessidade urgente de desenvolver e implementar políticas e práticas adequadas para evitar violações dos direitos humanos durante as operações policiais", acrescentou. A porta-voz do gabinete chefiado pelo alto-comissário Volker Türk pediu para as autoridades brasileiras que efetuem investigações independentes, exaustivas e imparciais sobre todos estes assassinatos, "em conformidade com as normas internacionais em matéria de direitos humanos". "Lembramos também às autoridades brasileiras que a força só deve ser usada quando estritamente necessária e em conformidade com os princípios da legalidade, precaução e proporcionalidade", concluiu o comunicado do escritório da ONU.

 

12 de junho de 2015

Assaltos na passarela de pedestres

Uma onda de assaltos aterroriza moradores das comunidades do Bela Vista, Novo Igarassu e Agamenon Magalhães, na cidade de Igarassu, Região Metropolitana do Grande Recife. Segundo relatos de algumas pessoas, um individuo numa motocicleta vem fazendo assaltos aos pedestres que utilizam as passarelas na travessia da BR 101. Varias pessoas inclusive foram assaltadas em frente ao quartel do bombeiro, localizado ao lado da passarela. Durante a noite, o local além dos assaltos, tornou-se ponto de venda de drogas. A quem apelar neste caso? Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE

8 de junho de 2015

Ser ou não ser, a favor da menoridade penal?

Ser ou não ser a favor? É claro que ninguém tolera a violência, mas no caso do menor de baixa renda, fica a polêmica questão: somos ou não responsáveis pela educação deles? A pobreza é o primeiro fator produtor da mente juvenil delinquente. E não em geral, é claro. Na Índia, por exemplo, apesar de ser um país pobre, tem lei de menoridade penal, no entanto o índice de criminalidade na faixa etária abaixo de 18 anos é baixo. Nos países  desenvolvidos, o índice é menor porque existe a qualidade de educação essencial desde a fase pré-escolar. Na realidade, no Brasil, há muito tempo que já deveria existir a lei da menoridade penal. A questão será de como aplicá-la adequadamente. Não é só prendendo um menor que se recupera seu status, mas sim, investir contra a pobreza e nos presídios chamados de "ressocialização!". Foto: Funase. Breno dos Santos. Gravatá/PE  

17 de março de 2015

A mulher é a vítima principal da violência no mundo

A Organização das Nações Unidas relata. Mesmo obtendo avanços, através da educação e da saúde, a mulher permanece vítima das atrocidades do homem. É a vítima central da violência no mundo. Segundo dados, constata-se que 35% das mulheres do planeta sofreram assédios físicos ou sexual, praticados pelos parceiros ou estupradores. O mais cruel tipo de abuso contra a mulher é a violência doméstica que, quando não fere, mata. O esquema dos agressores tem um ritual. Render a vítima, agredir, estuprar ou matar. Depois de registrar 16,9 mil assassinatos entre 2009 e 2011. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

10 de fevereiro de 2015

Número de homicídio no Brasil assusta

Em 2012, o Brasil registrou 56 mil homicídios. A maioria, hediondos. A desenfreada violência colocou o país na 7ª colocação, dentre as nações mais violentas do mundo. Enquanto a política rouba sob o manto da corrupção, a bandidagem mata sem medo e piedade. A insegurança, a péssima infraestrutura na educação, saúde, moradia e desemprego incentivam o malandro, enfurecido pela deficiente urbanização, pobreza e a fome, a extrapolar nos crimes. Abusar da mulher, da criança, do idoso, da sociedade, enfim, assaltando, sequestrando, matando adoidado nas escuras e desprotegidas ruas das cidades. Deixando famílias de luto enterrando seus parentes. Foto: Cristina Boeckel. Carlos Ivan. Olinda/PE

19 de janeiro de 2015

Uns com muitos e outros na miséria

Pernambuco acumula sérios problemas. Mas, indiferente às carências sociais, os deputados debocham. Gastam cinco minutinhos para aprovar gordo aumento salarial, esquecendo a péssima situação do povo. Apesar de não ser ilegal, o indigesto reajuste de salários dos parlamentares é imoral para os padrões de pobreza do Estado. Indecente para a falta de atitudes visando amenizar o sofrimento da população. Segundo a Unicef, falta água de qualidade em muitas casas pernambucanas. Nas escolas públicas, muitas não têm água, energia e nem sanitários. As taxas de mortalidade infantil, de analfabetismo e de criminalidade, assustam. Sem falar nas palafitas que é um exemplo da miséria. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

10 de janeiro de 2015

Crueldade animal

É impressionante como existem pessoas que criam cães de raça, como pitbull e outros, para participarem das rinhas de apostas. Numa severa crueldade os animais são incentivados a brigarem até a morte. Isso acontece porque infelizmente nossa sociedade estar contaminada com esses psicopatas que vibram com os pedaços arrancados dos cães e muito sangue derramado. O Governo precisa adotar punições severas para esses monstros que treinam os animais para brigarem até a morte e a população deve fiscalizar e denunciar a realização desses cenários de horror. Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE

2 de dezembro de 2014

Tem algum jeito para evitar a violência?

Quando encontra prédios desocupados e chateados com a falta de programas habitacionais do governo, a população carente invade todos os espaços vazios e como exemplo cito a cidade de São Paulo. Para  expulsar os invasores, considerados sem-teto, de um edifício abandonado em plena Avenida São João, no centro da capital paulista, a Policia teve de usar bombas de gás lacrimogênio, de efeito moral e balas de borracha. Para reprimir ações de vândalos, como arrastões, assaltos, depredação de lojas e queima de ônibus, policiais reagem à bandalheira de maneira truculenta. Talvez copiando os exemplos letais da Policia dos Estados Unidos que não perdoa a violência de marginais. Insatisfeitos com a falta verbas para o pagamento de rescisões e o desbloqueio dos bens da Petrobrás, mais de 4,8 mil trabalhadores que executavam serviços para a Refinaria Abreu e Lima, no Porto de Suape, Ipojuca, tocaram fogo em três ônibus que eram usados no transporte da rapaziada, ali na praia de Gaibu.  No Recife, assaltantes explodem dois caixas eletrônicos. Pergunta-se: A violência tem jeito? Foto: Arquivo. Carlos Ivan.Olinda/PE

28 de novembro de 2014

Violência no estado e cadê a polícia?

Os governos mudam, mas a violência continua ativa. Os assaltos e homicídios permanecem incomodando o povo. A falta de estruturas nas polícias e nas delegacias, a inexistência alta de um plano de cargos e carreira, a deficiência no efetivo policial impedem um combate mais adequado contra a bandidagem.  Os baixos salários desestimulam os policiais que preferem pedir exoneração do serviço. O programa Pacto Pela Vida baixou a quantidade de homicídios, todavia, o Estado precisa reformular a política de segurança pública para melhorar a segurança que prejudica o metrô, diante da onda de assaltos e invasões nas estações, compromete as visitas aos shoppings do Grande Recife, cujos clientes reclamam das constantes abordagens feitas durantes as saídas, atrapalha as feiras de sulanca por causa da insegurança nas estradas, força as prefeituras a pensar direito nas festas interioranas planejadas para comemorar festejos religiosos ou datas festivas por causa de arrastões e mexe até com o campus universitário onde tem acontecidos sequestros relâmpagos nos estacionamentos. Onde vamos parar desse jeito? Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

22 de setembro de 2014

Protestos de rua, deixa elevado custo para o cidadão pagar

O Brasil perde a tranquilidade. O cidadão intimidado com os protestos de rua perde os direitos humanos. O movimento de revolta por moradia que travou o centro de São Paulo, criticando a precária infraestrutura, acabou em violência. O bloqueio de ruas, a selvageria, o corre-corre, o quebra-quebra exibiram cenas de guerras.  Depredou, destruiu, clareou a raiva contra a passividade política, o ódio aos escândalos de corrupção, a necessidade de reformas, o fortalecimento da mobilização popular, a intimidação policial que, misturadas, transformam as vias públicas em praças de guerra. A invasão de vândalos e baderneiros nos protestos, saqueando, queimando móveis, estilhaçando vidraças, incendiando ônibus, expressam abusos de ambas as partes envolvidas. Dos ativistas e do próprio Estado porque cerceiam a liberdade de ir e vir da sociedade que fica presa no meio das arruaças e de congestionamentos. Embora justas, as manifestações tem limite. Quando pacíficas, evitam a ação repressiva policial lançando bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha contra os anarquistas e a multidão. Porém, quando violentas deixam um elevado custo social para o cidadão pagar. Foto: Nilton Fukuda. Carlos Ivan. Olinda/PE

6 de junho de 2014

Violência epidêmica

Segundo dados divulgados no Mapa da Violência 2014 com dados do ano 2012, o Brasil quebrou o recorde em número de homicídios e alcançou 56.337 mortes, ou seja 5 vezes mais mortes do que um ano de guerra no Iraque. A sociedade brasileira precisa atentar para os fatores que geram essa violência epidêmica e gratuita cobrando soluções e participando ativamente na construção de uma cultura de paz. Qualquer pessoa atenta na mídia consegue concluir que os principais fatores nos homicídios estão ligados às drogas, latrocínios e são cometidos por criminosos reincidentes, ou seja poderiam ter sido evitados se o Estado descriminalizasse as drogas e as considerassem como problema de saúde, evitaria os latrocínios permitindo que o cidadão portasse armas de fogo e retiraria de circulação os reincidentes através de um sistema penal que mantivesse o marginal efetivamente preso. Assim, é inconcebível que os candidatos nas eleições 2014 prefiram investir nesse  sistema falido, desumano e corrupto, ignorando a necessidade de debates sobre as diversas experiências bem sucedidas mundo afora, algumas recomendadas pela ONU, que reduziram os índices de homicídios e criminalidade. Foto: Blog Ageste Violento. Daniel Marques. Virginópolis/MG

14 de maio de 2014

Cadê os protestos contra nossas vidas?

Todo dia assisto os programas policiais para checar o Ibope dos crimes, roubos, sequestros, torcidas organizadas, tráfico de drogas, Black Bloc e outros delitos que se tornaram rotina no Brasil. Sempre temos menores envolvidos nestes crimes que falam abertamente na TV que qualquer reação ou movimento metemos o trabuco. Outros já tem até três assassinados com 17 anos com várias passagem pela ressocialização. Mas sendo de menor ou de maior eles não tem o menor respeito pela vida humana. Depois da primeira morte as outras são rotina. Temos protestos se o metrô atrasa, contra a copa, por melhores salários, contra o Mais Médicos, por racismo, por homofobia, hospitais, professores/alunos (foto) e muitos outros. Então porque o brasileiro não faz protesto pela preservação da mais importante dádiva que Deus nos deu, que é a Vida? Foto: Maria Albênia Silva. Edson Campos E Silva. Recife/PE 

27 de março de 2014

As cidades mais violentas no Brasil

O programa fantástico da Rede Globo de Televisão, mostrou as cidades mais violentas do mundo e do Brasil na sua última edição. A capital de Alagoas, a cidade de Maceió, é a primeira do Brasil e a quinta do mundo, com 79 homicídios para cada 100 mil habitantes, seguidas pela cidade de Fortaleza, Ceará, e João Pessoa, na Paraíba. Bem a sensação criminal de violência que tenho e acredito dos 200 milhões dos brasileiros, é que o Rio de Janeiro é a mais violenta. Aliás alguém tem que avisar o governo brasileiro para não mandar o exercito para a cidade do Rio, pois ela nem consta entre ao 50 mais violentas do país. Tem que mandar para Maceió, Fortaleza e João Pessoas que são mais violentas. Ou será que estou errado nesta minha observação? Foto: Edson Campos E Silva. Recife/PE

14 de fevereiro de 2014

A decadência do Brasil

Não há outro assunto. Somente a lamentável morte do cinegrafista Santiago Andrade, o descontrolado aumento da violência, a falta de liderança, o desmoronamento das instituições, a cegueira coletiva, que não nos levará a um bom destino. O que está acontecendo ao nosso país? Aonde tudo isso nos levará? As sucessivas demonstrações de irracionalidade e violência me chocam. Assaltos, assassinatos cruéis, arrastões, rolezinhos, ônibus incendiados, pessoas morrendo nas chamas, mais assaltos, mais mortes, mais violência. Defuntos que votam, documentos falsificados, mamografias unilaterais, engarrafamentos bíblicos para realizar obras de quinta categoria, que se dissolvem após dois meses de uso, bilhões para estádios de futebol, muita grana desviada. É tanto, tanto sapo engolido diariamente. Como não citar as mordomias dos  mensaleiros presos, a vaquinha na Internet para lhes pagar as multas e por ai vai. Onde vamos parar? Foto: Firmino Caetano Junior. Angela Dutra de Menezes é escritora e jornalista

27 de janeiro de 2014

No Brasil, prioridades na fila de espera

Na Suécia, onde o Índice de Desenvolvimento Humano é considerado muito elevado e 99% da população é alfabetizada, os partidos políticos resolveram que Estocolmo (capital do país) não disputaria os Jogos Olímpicos de Inverno de 2022. O argumento é que os gastos para sediar o evento seriam muito altos, cerca de R$ 3,5 bilhões, e que a cidade tem prioridades bem mais importantes como, por exemplo, construir mais moradia para a população. O bom senso serve de lição para o Brasil, que não chega aos pés do país europeu em todos os quesitos que se possa imaginar. Aqui, em vez de priorizar questões básicas com Educação, Saúde, Moradia, Infraestrutura, Mobilidade e colocar ordem na política econômica do País, os governantes estão pouco se lixando e preferem continuar com seus planos mesquinhos para fazer, a todo custo, uma Copa do Mundo, com investimentos de R$ 25,5 bilhões, que poderiam ser revestidos em pro da população. Comentário: Jamille Coelho. Editora de Economia do Jornal Folha de Pernambuco. Foto: Estação Camaragibe do Metrô do Recife, onde parte deste dinheiro da copa do mundo, deveria ser usado na compra de vagões novos e com ar-condicionados, pois os trens só vivem lotado e vez por outra se quebrando no meio do caminho deixando o povo na mão. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE

12 de janeiro de 2014

Capitania do Maranhão

Ainda incipiente, mas já existe um movimento de protesto no estado do Maranhão contra a situação de insegurança em que vive a população. Entretanto o maranhense precisa acordar como um todo contra a situação de desgoverno total e miséria geral a que foi relegado este estado, principalmente depois que a família Sarney dele se apossou como se fosse capitania sua.  Em meio a encomendas de camarões, lagostas e uísque para abastecer as casas oficiais, a governadora e também filha do Senador José Sarney, Roseana Sarney solta uma pérola, ao afirmar que a violência no Maranhão é reflexo da onda de enriquecimento por que passa este estado. Acorda, Maranhão. Foto: Joedson Alves. Mara Montezuma Assaf. São Paulo/SP