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18 de junho de 2013

Povo quer passagem barata e outras coisas

Os R$ 0,20 centavos de aumento, foi o estopim para começar algo que já era esperado. Não foram só estudantes que lá estiveram, o povo cansou, basta entrar em hospitais do Brasil, basta olhar a educação como está, basta olhar a inflação que voltou, basta de não poder andar pelas ruas e não saber se voltará para casa ou será assassinado por um "de menor", basta de pagar o maior imposto do mundo. e nada disso revertido para o povo, basta de corrupção, viagens dos governantes com amantes, cabeleireiros, e se hospedarem nos hotéis mais caros,basta em ver  bilhões jogados para a copa, olimpíadas, enquanto muitos morrem por falta de vagas em hospitais, salário que não dá até o fim do mês, e também nenhuma ajuda para os animais sofredores que perambulam pelas ruas, alias para eles animais nem existem, a não ser nas churrascarias de fim de semana. Copa pra que? Pão e Circo, não, obrigado. E ainda vocês acham que é só por causa de R$ 0,20 centavos? Será? Para mim basta e para você? Foto: Firmino Caetano Junior. Lauro Fujihara. São Paulo/SP

15 de maio de 2013

Coletivos sujos

As empresas de transporte precisam urgentemente realizar serviços de higienização dentro dos ônibus que circulam na Região Metropolitana do Recife. Diariamente uma imensa quantidade de pessoas é transportada de um lugar para outro em um ambiente carregado de muita sujeira, expondo as pessoas à contaminação com fungos e bactérias. Para evitar que os coletivos se tornem um foco de proliferação de doenças, é preciso que a limpeza seja feita com rotina. A Higienização do transporte coletivo dever ser vista como uma questão de saúde pública. Foto: Firmino Caetano Junior. Fernando Melo. Igarassu/PE
Grande Recife Consórcio de Transporte responde: A manifestação do Sr. Fernando Melo será encaminhada ao setor responsável para as devidas providências. Ouvidoria

27 de abril de 2013

Sofrimento nos ônibus

Usando esses Terminais Integrados para deslocamentos de um bairro para outro, através das inconvenientes baldeações, o  sofrimento dos passageiros é elevado ao quadrado. Um colega de trabalho reclama que quando vai do Ibura para Maria Farinha, passa por quatro baldeações. Num ônibus viaja sentado, noutros em pé, afora o tempo de espera em cada terminal integrado de passageiros e a desorganização das filas. Comodidade só é sentida nas viagens sem interrupções, como a da linha Rio Doce-CDU. Foto: Firmino Caetano Junior. Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE

18 de abril de 2013

Ninguém compareceu à licitação

As"licitações" prometidas na cidade do Recife e cidades que fazem parte da Região Metropolitana do Grande Recife,  governos após governo, que seria realizada no último dia 15, idealizada pelo então governador de Pernambuco Eduardo Campos e seu braço direito e prefeito de Recife, Geraldo Julio, não chegou a ser realizada. Seria aberta também para empresas estrangeiras que atuam no setor. Mas, só que ninguém se apresentou. Dizem que novo prazo será aberto. Mas a demonstração já foi feita de como é de aparências, arcaísmos, demagogia, populismo, nepotismo, essas tais licitações. Há muito interesse e gente querendo ganhar dinheiro fácil com isso, mais os comentaristas não dão entrevistas na mídia local e nem tão pouco a imprensa pernambucana está interessada em divulgar o assunto e, todos ficam calados. Por quê será? Foto: Firmino Caetano Junior. Humberto Cavalcanti. Recife/PE

4 de abril de 2013

Passageiros reclamam da parada de ônibus

Neste ponto de ônibus localizado na Avenida Belmiro Correia, centro da cidade de São Lourenço da Mata, município que faz parte da Região Metropolitana do Grande Recife, são centenas de pessoas à espera de um transporte coletivo, para se deslocar para bairros distante da cidade e, tomar um ônibus para cidades do interior do estado que passam pelo local. Nos sábados, a espera é muito grande, pois os coletivos demora passar e, outra queixa dos usuários é que: A parada precisa urgente de reparos, pois está mal conservada, sem bancos decentes para esperar um transporte, pintura deixando muito a desejar e por ai vai, A quem apelar? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE

31 de janeiro de 2013

Falta de ônibus na cidade de Olinda

Os usuários de ônibus continuam aguardando ansiosamente a licitação das linhas, prometida pelo governo de Pernambuco há muito tempo. Esperei um coletivo no terminal integrado de Rio Doce, dia 29/01, e os ônibus da linha Rio Doce, via Príncipe das 5:00, 5:10 e 5:20 horas não chegaram, sob alegação do fiscal que está faltando coletivo na empresa Cidade Alta. Um motorista nos confidenciou que um  empresário de São Paulo com uma grande frota aguarda também esta licitação para servir melhor os pernambucanos. Disse ele ainda que os donos de empresas daqui já estão temerosos. Foto: Firmino Caetano Junior. Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE.

Paradas de ônibus da Caxangá

As paradas de ônibus improvisadas instaladas em todo a extensão da Avenida Caxangá, precisam passar por uma estruturação geral, pois as mesmas não oferecem conforto nenhum para os passageiros. É bem verdade que em breve, tudo vai mudar para melhor com o fim das obras que estão sendo realizadas nesta importante avenida da cidade. Os usuários reclamam do desconforto, muitos buracos, quando chove algumas delas fica empossadas de água dificultando assim os passageiros de tomar um transporte público, as coberturas deixando muito a desejar e por ai vai. Um delas é essa que aparece na foto, que fica bem ao lado Agência do Banco do Brasil, a poucos metros do cruzamento da Avenida General San Martins, no bairro do Cordeiro. O que pode ser feito para melhorar o seu aspecto? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE.

11 de janeiro de 2013

Catraca quebrada causa transtorno à passageiros

Dia 09.01.2013, tomei o ônibus de nº 808, da Empresa de Transporte Caxangá, que faz a linha 920-Cidade Universitário-Rio Doce, em uma das paradas da Avenida Caxangá, com destino a cidade de Olinda, às 9 horas. Ao chegar na Estrada de Belém, bairro da Encruzilhada, a catraca do do veículo se quebrou, impossibilitando assim a passagem dos usuários pela borboleta. O motoristas estão parou o veículo e mandou as pessoas desceram para tomar um outro transporte. As reclamações por parte dos passageiros foram muitas devidos seus compromissos, pois todos queriam chegar ao seu destino, pois afinal o ônibus não estava quebrado e, a solução seria que o veículo seguisse viaje sem parar nos pontos (para isso seria colocado uma placa com o nome "garagem" na parte superior do veículo) onde fica o letreiro indicando o seu destino, número da linha etc, e só parar nas pontos solicitadas pelos passageiros. Este procedimento serviria também de alerta para as outras pessoas que fossem tomar este veículo, isentando assim o motorista da culpa de está queimando paradas. Como não houve acordo, iniciou-se uma confusão com uma das passageiras e vi a hora de não parar em alguma delegacia. Afinal, seria preciso mesmo ter retirado este ônibus de circulação por este motivo? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE.

19 de dezembro de 2012

Motorista não abre porta para idosos


Tomei o coletivo de número 915, Empresa de Transporte Caxangá, linha 920 (Cidade Universitária-Rio Doce), em uma das paradas da avenida Caxangá, com destino à Olinda no dia de ontem (18) as 9 horas. Em uma parada existente ao lado da Praça da Encruzilhada, alguns idosos pediram ao motorista para subirem por trás do ônibus, já que a parte dianteira destinado aos mesmos estava lotado. Bateram, bateram, bateram na porta, mais o condutor apesar dos apelos dos passageiros para que a porta fosse aberta não abriu, deixando os idosos a ver navio, em uma falta de respeito sem tamanho para com aqueles que merecem o nosso respeito e pensando ele (o motorista) que um dia não vai ficar velho. Descaso total. O que o Grande Recife Consórcio de Transporte vai fazer? Qual será a punição? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE.

22 de outubro de 2012

Paradas de ônibus (Descaso)

As paradas de ônibus instaladas em toda a extensão da Avenida Carlos Gueiros Leite, no bairro do Janga, na cidade do Paulista, estão precisando urgente de reformas. Em sua maioria não oferecem segurança nenhuma aos passageiros, pois não existe cobertura que os protejam do sol e chuva. Quando chove ou durante o inverno, é o maior sufoco para os usuários tomar um ônibus, pois ficam empossadas de água podre e os ônibus achando pouco, além de não parar para os passageiros, passam na maior velocidade e dá um tremendo banho no povo. O descaso é tão grande, que em algumas delas, nem bancos de espera existe mais, como está que aparece na reportagem e que servem os moradores das Ruas Arcoverde, Barreiros e outras próxima. A noite, ninguém se arrisca a esperar um transporte em determinados horarios, pois o risco de ser assaltado é muito grande. Com a palavra o Grande Recife Consórcio de Transporte. Foto: Firmino Caetano Junior.  http://www.cigarronuncamais.com/af/2862

19 de outubro de 2012

Haja sofrimento e cadê a fiscalização?

Neste ponto de ônibus, que fica ao lado da Praça do Metrô, no centro da cidade do Cabo de Santo Agostinho, os passageiros sofrem para tomar um coletivo, que além de velhos caindo aos pedaços, só andam lotados, e pondo assim em risco à vida dos usuários. São pessoas e muitos deles idosos, que se deslocam de engenhos circunvizinhos do municipio, para fazer compras em Supermercados, Mercadinhos, Açougues, e no comércio em geral da cidade. Até aí, nada de anormal. Mas, não "consigo entender" como estes "ônibus" conseguem passarem pelos postos policiais sem serem vistoriados, pois se isso acontecesse, com certeza não passaria nenhum deles, devido estado precários que se encontram. Qual o segredo? Foto: Firmino Caetano Junior.
Departamento de Estradas de Rodagens Responde: Sua manifestação está sendo encaminhada para o Distrito Rodoviário responsável pela fiscalização, para as medidas que se fizerem necessária. Nancy Amaral/Ouvidoria/DER-PE.

17 de julho de 2012

Paradas de Õnibus caíndo aos pedaços

As paradas de ônibus instaladas na Avenida Recife, no bairro do Jiquiá, é uma vergonha. Estão em sua maioria pichadas, marquises de proteção com coberturas danificadas, nos encostamentos onde se espera os ônibus, ninguém consegue tomar um transporte coletivo, pois estão cheio de buracos e quando chove, se forma uma mar de lama. Em razão desde descaso, os usuários tomam os coletivos fora das paradas e isso quando os motoristas param, pois ficam com medo de danificarem os ônibus (furo de pneus, quebra de amortecedores, etc), e ter que arcar com o prejuízo, junto aos donos das Empesas de Transporte. O que pode ser feito de imediato, para acabar com este sufoco que já persiste há anos?

12 de julho de 2012

Descaso no Metrô do Recife estação Afogados


Quando chove, a estação do Metrô Recife do bairro de Afogados, fica em alguns pontos totalmente alagados em razão de pingueiras existentes e que até agora, nenhuma providência foi tomada, para sanar de uma vez por todos com este descaso, que segundo usuários já persiste há muito tempo. Um vergonha está situação, pois ninguém pode sequer sentar nos bancos para esperar um trem, só se for protegido por um guarda-chuvas ou uma sombrina. Pergunto: quando o problema será resolvido?

11 de julho de 2012

Mobilidade difícil


Enquanto as empresas de ônibus e o governo de Pernambuco não juntarem forças para aumentarem as frotas e melhorar o conforto nos coletivos, a resolução da mobilidade no Grande Recife estará difícil de ser resolvida. A televisão mostrou o sofrimento dos trabalhadores para pegar uma condução nos terminais integrados e paradas seletivas. O que vimos foi desolador. É mais um motivo para aqueles que podem, comprarem os seus carrinhos e empanturrar ainda mais as vias públicas de veículos próprios. Fotos: Firmino Caetano Junior. Cláudio de Melo Silva. Olinda/Pe.

6 de junho de 2012

Õnibus na cidade do Cabo de Santo Agostinho

"Os ônibus que faz a linha do Cabo da empresa São Judas Tadeu andam como tartaruga. Para se ter uma idéia, um trabalhador que pegar a condução no centro do Recife às 5h10m, chega no Terminal Integrado do Cabo por volta das 6:40, isso por que entre as 5 e 6 horas o transito ainda não está caótico, imaginem noutro horário. O Setor de Controle de Tráfego dessa empresa informa que os motoristas têm autorização para desenvolverem até 75km/h, porém uma vez segui um deles num determinado trecho sem tráfego com o meu carro e não passava de 50km/h. Todos estão torcendo pela implantação imediata dos trens VLT". Foto: web. Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE.

16 de maio de 2012

Lotação e sujeira nos ônibus do bairro de Jardim São Paulo

Moradores do bairro de Jardim São Paulo estão reclamando da demora e sujeira dentro dos ônibus da Empresa de Transporte Metropolitana, linha 324: Piracicaba. A usuária Renata Martins diz que: Sempre pega este transporte logo cedo da manhã (6h) quando volta da faculdade (21h30), e que os mesmo só andam lotados e o sufoco é grande, sem falar na sujeira dentro dos coletivos. Outro detalhe é que a empresa ultimamente só vêm colocando para circular ônibus antigos, sujos e fora de moda. E vai mais além: A empresa diz que o tempo de espera de um ônibus para outro é de 8 minutos, quando na realidade o intervalo é de 20 minutos no mínimo. Com a palavra a Empresa de Transporte Metropolitana ou Grande Recife Consórcio de Transporte, para se pronunciarem sobre o assunto.

8 de maio de 2012

Este "Terminal Rodoviário" é uma vergonha

O Terminal Rodoviário que fica instalado ao lado de um compartimento em reforma no Camelódromo na Avenida Dandas Barreto, no bairro de São José, centro da capital de pernambuco é uma vergonha. São várias as empresas de ônibus que fazem terminal no local com destino ao interior do estado, mas sem as minimas condições de uso, pois falta abrigos para os passageiros para se abrigar do sol e chuva, sanitários públicos, local é mais sujo que pau de galinheiro com lixo espalhado por todos lados e sem contar as dezenas de barracas instaladas em seu retorno, vendo produtos sem as mínimas condições de higiêne. O pior é que os passageiros para se tomar um ônibus se sentem inseguros , pois não existe policiamento local e sim um monte de menores de idades e viciados e drogas, ameaçando o povo pedindo dinheiro para alimentar o vício e se não forem atendidos, ameaçam as pessoas. Ao lado (atenção policia) ainda funciona uma feira de troca-troca, onde se vende tudo. A noite para desembarcar no local (muito esquisito), os passageiros rezam muito para que nada lhes aconteçam e até os motoristas se sentem ameaçados. Entrevistando um deles fui informado que o mesmo já foi assaltado mais de três vezes e que recentimente, um cidadão que se deslocava ao local para tomar um transporte, foi assalto por um grupo de marginas, tirando todos os seus pertences e achando pouco rasgaram toda sua roupa deixando a vítima só de cueca, lhe causando transtorno e humilhação entre as pessoas presentes. Pergunto: Afinal, para que está servindo o TIP (Terminal Integrado de Passageiros no Curado?) Qual a sua finalidade? Já não estaria na hora do governo do estado assumir de novo o comando do TIP, para colocar a casa em ordem e transferir estas linhas de ônibus para onde nunca deveriam terem sido tiradas?
OUVIDORIA GERAL DO ESTADO RESPONDE: Sua manifestação sobre a falta de policiamento neste terminal de ônibus foi encaminhada à  Secretaria de Defesa Social, para as medidas que se façam necessárias. Karla Júlia Marcelino. Ouvidora Geral do Estado.

7 de maio de 2012

Vida de gado nos ônibus do Recife

As catracas (ou ‘roletas’) dos ônibus do Recife degradam e constrangem a gente, ofendem a cidadania: Passando por elas, é como se estivessem olhando e tratando a gente como potenciais fraudadores e puladores de roleta. Como se fôssemos sonegadores de um ‘vale A , vale B’. O escancarado modelo de catracas é um acinte, é síntese emblemática de um desrespeito, um atentado contínuo que vem de prioridades e de interesses que são (digamos assim) ... nem tão coletivos. Esse ‘simples’ objeto (ou o que ele representa: humilhação do povo), esse ponto não tem sido tocado nem nas coberturas jornalísticas, nem nas divulgações oficiais em torno das ‘mudanças’ nos transportes coletivos. Essas armações de metal são modificações e prolongamentos das hastes originais das roletas. Elas foram implantadas já faz tempo. Não vinham com esses aros que hoje chegam a alcançar a altura do queixo de uma pessoa de 1,70 m, por exemplo. Nem se estendiam pra baixo até quase tocar o piso do ônibus, rente ao chão. Aquelas catracas também não formavam um conjunto que em muitos ônibus quase envolve a pessoa, num semicírculo gradeado, um caminho estreito ( à semelhança de cercado - uma porteira?...) onde uma pessoa é encurralada e detida num momento, para, num momento seguinte, ser conduzida ao meio do ‘salão’ (o corredor do ônibus), e continuando de pé, entre tantos outros, pois os assentos já estão ocupados com lotação além da capacidad e indicada numa plaqueta acima do parabrisa). (Claro que aqui nos referimos aos ônibus das linhas que ‘fazem’ a maioria dos nossos bairros). Não que a lembrança das catracas de antes sejam uma mera nostalgia do passado, não que fossem uma maravilha: As atuais é que são bem pior: Em vários coletivos, esta ‘grade’ começa na porta de entrada – daí que às vezes se forma uma fila já nos degraus, o motorista , o ‘chofer’, ali, acelerando e apurando a gente. Não, estas roletas também não se equiparam àquelas outras dos primeiros ônibus elétricos: Parecidas com um grande triângulo de pernas abertas e oblíquas que se limitavam a registrar a passagem, constituindo espaço suficiente para que um menino, ou mesmo um adulto (do tipo físico médio da gente) pudesse passar por elas de banda, sem que elas girassem. Mais dignamente espaçosas para que crianças dispensadas de pagar passagem, por idade e tamanho, não tivessem que se deitar e rastejar para atravessá-las. Crianças que aprendem desde cedo que o ‘natural’ da vida é a resignação, o abaixamento e essa adaptação calada até por força do hábito e da tradição. Passar pela catraca é um instante , no mínimo, de desconforto, que sentimos quando levamos uma bolsa a mais, um embrulho, uma sacola; ou se estamos vestidos com mais roupas, ou se o corpo não for muito franzino ( um homem de 1,70 que pese 70 kg., por exemplo, é capaz de entender na pele o que isso quer dizer). Ah, essas catracas de hoje... não são como as de antigamente, não são modernas, apesar do tempo (que tempo nem sempre significa evolução e progresso). E, no entanto, as catracas atuais e seus interesses não são atingidos: Pelo contrário, estão por aí, soltas, sozinhas, girando ainda mais, máquinas de contar gente, numa posição reforçada graças a um curioso continuísmo que resolveu mexer antes com o que é secundário, o menor problema; mas não encontrou energias e fluidos para bulir com o que é o Principal. Ou - aéreo ou inocente -, neste ponto não meditou tanto assim. (Estas observações partem deste internauta que também faz uso do transporte público. Não partem por ouvir dizer, nem é daqueles e daquelas que discursam por conveniências em determinadas épocas). E sabe de uma coisa? Maçante é informar que estas são percepções que não vêm de um simpatizante ou eleitor do ‘outro lado’, nem de pessoa vinculada aos kombeiros. Vida de gado nos ônibus do Recife. Ontem e hoje. Povo marcado. Foto: web. Humberto Cavalcanti. Recife/PE.

20 de março de 2012

Parada caindo aos pedaços


Está parada de ônibus que fica ao lado da praça da Biblia, localizada na Avenida Carlos de Lima Cavalcante, Casa Caiada, Olinda, está caindo aos pedaços de tão velha. Em cima do teto o mato reina, como também o lixo (um absurdo). Como ela existe dezenas de outras na mesma situação pedindo socorro só Deus sabe a quem. Passageiros que já pagam uma das passagem mais caro do mundo, fazem um apelo junto as autoridades responsáveis pela ditas cujas, para que algo seja feito de imediato, pois ninguém aguenta tanto descaso. Um detalhe é quando chove, o povo sofre, pois em razão de pingueiras existentes, tomam banho e quando chega em suas casas (no caso os homem), a impresão que fica é que foram a algum motel. Foi o relato de um dos passageiros que lá estava na hora que tirei esta foto. Como diria um apresentador de tv da cidade: É bronca.

1 de março de 2012

Ônibus lotados



O Grande Recife Consórcio de Transporte (GRCT), precisa fiscalizar com mais vigor as empresas de transporte coletivo, que servem aos usuários no Recife e região Metropolitana. É que na hora de maior movimento, os ônibus em sua maioria só andam lotados e os passageiros sofrem para se chegar ao emprego, médicos, escolas, faculdades, etc. Um exemplo desta falta de respeito é mostrado nestes flagrantes e que acontece todos os dias no corredor de ônibus da Avenida Caxanga (em toda as paradas), chova ou faça sol. E quando a copa chega, como irá ficar este transporte já tão caótico? Vai melhorar alguma coisa? Mais ônibus irão circular? E o sistema de ar-condicionado finalmente até lá, será uma realidade? E os veículos já existêntes que circulam caindo aos pedaços de tão velhos, irão serem substituidos por outros mais novos e modernos? Com a palavra as autoridades responsáveis pelo serviço.