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8 de março de 2014

Produtos maquiados

Os fabricantes brasileiros de diversos produtos aprenderam uma maneira sutil de enganar o consumidor através da diminuição das embalagens e dos produtos, porém mantendo o preço original e assim aumentando os lucros. Tal prática vem sendo denunciada por diversos órgãos autônomos de proteção ao consumidor, porém é ignorada pelos órgãos governamentais que deveriam fiscalizar, coibir e reprimir tais abusos. Ressalto que muitos produtos eletrônicos e outras utilidades domésticas saem de fábrica com cabos curtos impossibilitando a ligação na rede elétrica e obrigando o consumidor a utilizar extensão para ligar na tomada. Recomendo aos consumidores atenção no ato da compra, comparando pesos e medidas entre as diversas marcas e assim fazer uma escolha sábia e lucrativa. Foto: Firmino Caetano Junior. Daniel Marques. Virginópolis/MG

18 de novembro de 2012

Furto de água é descoberto em academia de ginástica

Uma academia de ginástica que estava praticando desvio de água foi flagrada na cidade de Belo Jardim, no Agreste do estado, uma região que enfrenta dificuldades em função da escassez de chuvas. O estabelecimento, chamado “Oficina do Corpo”, tinha uma ligação clandestina paralela àquela que conta com hidrômetro, ou seja, pagava apenas uma parte do total de água que realmente consumia. Os técnicos da Compesa cortaram a ligação e multaram a academia em um valor equivalente a um ano de consumo. A ação foi motivada por uma denúncia anônima. “Um consumidor, consciente de que estava sendo lesado por esse estabelecimento, cumpriu seu papel de cidadão e repassou duas cartas à Compesa de Belo Jardim. Como o dono da academia não estava no local durante a ação da Compesa, ainda não foi instaurado um inquérito policial. A irregularidade se mostra ainda mais grave diante da redução do volume de água no manancial do Bitury, que abastece Belo Jardim e outras quatro cidades vizinhas. A barragem do município está com apenas 38% da capacidade total, o que pode levar à necessidade de reduzir o abastecimento se a estiagem continuar. Foto: Divulgação.

3 de novembro de 2012

Abuso contra o consumidor

Deixei de comprar vestuário pela metade do preço em Toritama, para comprar roupas para uma garotinha numa famosa Loja do ramo em Recife. A primeira fatura veio cobrando uma taxa denominada "Dívida Familiar Farmácia" (?). Falei para o caixa que não tinha comprado remédios ali e ele alegou que era taxa de seguro do cartão. Acontece que não pedi nenhuma segurança para o meu cartão e portanto acho um abuso contra o consumidor. Talvez esse seja um dos motivos que presenciei a loja tão vazia. Foto: Firmino Caetano Junior. Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE. www.firminocaetanojunior.blogspot.com

3 de agosto de 2012

Procon-Recife divulga empresas mais reclamadas em julho/2012

Mensalmente, o Procon-Recife divulga o ranking das empresas mais reclamadas pelos clientes. Em julho, o Procon-Recife registrou o total de 751 queixas contras empresas de vários segmentos locais. A operadora OI abre a lista com 51 queixas e a Claro ficou na segunda posição com o registro de 42 queixas. O ranking das dez mais continua com a Celpe (42 queixas), Banco Santander (29 queixas), Hipercard (26 queixas), Banco Itaú (19), Caixa Econômica Federal (19), Banco IBI (17), Eletro Shopping (15), TIM (13). A clientela reclamou de produtos viciados (aqueles que a qualidade ou a quantidade tornam o produto impróprio para o consumo ou lhe diminuem o valor), solicitou cancelamento de compra, reparação de quebra de acordo contratual, além de cobrança indevida ou abusiva, má prestação de serviço, entre outras demandas. Para facilitar a formalização da queixa, o consumidor deve apresentar os documentos originais e cópias dos contratos, carnês, faturas, notas fiscais que comprovem as irregularidades. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h, na Rua Carlos Porto Carreiro, 156, Derby, ou buscar orientações pelo telefone 0800.281.1311, ou e-mail procon@recife.pe.gov.br. Foto: Firmino Caetano Junior. Fonte: Assessoria de comunicação da Prefeitura da cidade do Recife.

20 de junho de 2012

Procon-Recife orienta sobre o consumo durante festejos juninos

Para garantir um São João tranqüilo e aproveitar ao máximo o Ciclo Junino 2012 em pleno curso no Recife, os consumidores devem ter atenção redobrada quando o assunto é alimentação e fogos de artifício. O alerta é do Procon-Recife, que este ano montou um esquema especial para fiscalizar os principais pólos da festa na cidade. A operação tem como objetivo coibir a cobrança de taxas abusivas e garantir uma boa prestação de serviço à população. Até o dia 29, fiscais do órgão irão percorrer os pólos do Sítio Trindade, Marco Zero e Praça do Arsenal, verificando a comercialização de produtos. A diretora do Procon-Recife, Cleide Torres, explica que a maior parte das irregularidades observadas nesse período tem a ver com o comércio de fogos de artifício e comida. “Em relação aos fogos é importante que o vendedor respeite a identificação da faixa etária do comprador, enquadrada a partir do tipo do produto e da quantidade de pólvora. Estas restrições devem vir impressas na embalagem do produto”, destaca Torres. No caso do estabelecimento vender mercadorias sem identificação ou não armazenar adequadamente os fogos, a responsabilidade recai sobre o comerciante. Já em relação à venda de comida e serviços prestados nesse contexto, o consumidor deve se precaver de algumas práticas abusivas que são muito comuns. O Código de Defesa do Consumidor proibe a cobrança de consumação mínima e taxas para uso de mesas e cadeiras. Em relação à cobrança dos 10%, em restaurantes e bares, o estabelecimento deve respeitar a opção do consumidor de pagar ou não. “Não respeitando essas regras, os infratores estão sujeitos ao pagamento de multas e suspensão da licença de funcionamento”, ressalta a diretora do Procon-Recife. Essas normas estão previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90) e no Decreto Municipal 19.274/2002. No caso de se sentir lesado, o consumidor pode denunciar as irregularidades na sede do órgão, na Rua Carlos Porto Carreiro, 156, Derby, pelo telefone 0800.281.1311, ou via internet – procon@recife.pe.gov.br. Para facilitar o atendimento, o interessado deve levar toda a documentação, como nota fiscal, contrato, ordem da carta de cobrança e propaganda. Foto: Firmino Caetano Junior. Fonte: Assessoria de comunicação da Prefeitura da cidade do Recife.

5 de março de 2012

Procon-Recife divulga lista das empresas mais reclamadas durante mês de Fevereiro


Em fevereiro os técnicos do Procon-Recife registraram 245 queixas contra 120 empresas. A operadora OI, com 16 queixas, lidera o ranking das empresas mais reclamadas no mês. Em segundo lugar, o supermercado Bompreço (15 queixas) e a operadora SKY na ficou na terceira posição, com o registro de 14 queixas. O ranking continua com o registro de 13 reclamações para a empresa Samsung, seguida por Eletro Shopping (12), Hiper Card e Banco Itaú (11), Celpe (10) e a empresa CCE e a operadora Claro – com o registro de nove queixas cada uma. Os clientes solicitaram a realização dos cálculos de antecipação, prestação, cancelamento contratual, cobrança abusiva, cobrança indevida, cumprimento contratual, cumprimento da obrigação, cumprimento de acordo, cumprimento de oferta, demora na entrega do produto, desbloqueio de linha, falta de peça de reposição, garantia estendida, má prestação de serviços, parcelamento de débito e troca de produto viciado (com defeito de fábrica). Para registrar a queixa, os consumidores devem levar cópias das faturas, notas fiscais ou contrato. O Procon-Recife funciona na Rua Carlos Porto Carreiro, 156, no bairro do Derby, de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h. O órgão trabalha na orientação e mediação dos conflitos nas relações de consumo no comércio local. A população também dispõe dos telefones 0800-281-1311 ou 3355-3282, para prestar informações ao cidadão. Foto: web. Fonte: Procon-Recife.

14 de junho de 2011

Sac: Instrumento de desrespeito ao consumidor


Quem quiser ter um exemplo do pouco caso com que os consumidores são tratados nesse país, basta pegar um telefone e ligar para qualquer Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) de empresas e/ou instituições. Muitas das vezes, sequer conseguirão completar a ligação, pois o telefone discado estará ocupado ou chamará sem que ninguém atenda. Nos casos em que conseguir completar a ligação, começará uma "Via Crucis", que passará por longas esperas, escutando "musiquinhas", infindáveis transferências entre funcionários, sempre tendo de repetir para o próximo atendente os mesmos dados e as mesmas explicações, além do risco constante, quase sempre concretizado, de quando achar que sua pendência está para ser solucionada, ter o desprazer de ver a ligação simplesmente cair, o que o obrigará a recomeçar todo o processo, partindo do zero. Estou errado? foto: web.Júlio Ferreira. Recife/PE.