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25 de abril de 2015

Mudança no abastecimento e até agora nada de verba

A falta de chuvas e a perspectiva de precipitações abaixo da média na região do Agreste pernambucano motivaram a Companhia Pernambucana de Saneamento, a alterar o calendário de abastecimento das 15 cidades abastecidas pelo Sistema Jucazinho. Atualmente, o nível da barragem está em 7,8% de sua capacidade, o que corresponde a 25 milhões de metros cúbicos de água. A população precisa saber da gravidade da situação e ao mesmo tempo pedir o seu apoio para a necessidade do uso racional da água. Estamos mudando o calendário de abastecimento com o objetivo de preservar o manancial, evitando que entre em colapso, explicou o presidente da Compesa, Roberto Tavares, em uma coletiva a imprensa na cidade de Caruaru. Além de tomar a medida emergencial para preservar a barragem, a companhia também precisa concluir a obra estruturadora para a região, a Adutora do Agreste, que vai garantir o abastecimento pelos próximos 30 anos. A obra está em ritmo lento pela ausência de um cronograma de desembolso financeiro por parte do Governo Federal para tocar a maior obra hídrica do país, segundo o presidente da estatal. Foto: Cortesia.

9 de abril de 2015

População sem água, pois alguns reservatórios secaram

Como abusou de negligência, o Brasil reconhece que pecou por omissão. Com a chegada da estação seca, e a escassez de chuvas de outubro 2014 a março deste ano, os reservatórios da Região Sudeste secaram. Por se encontrarem abaixo da normalidade, além de causar problema no abastecimento, a região utiliza energia elétrica gerada pelas usinas térmicas, que encarece a conta de luz para o consumidor. Pelo menos, 105 municípios sofrem de colapso no abastecimento. Como o país tem precário sistema de armazenamento de água nos reservatórios, é natural a população sentir as torneiras secas. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

5 de março de 2015

Mau gerenciamento dos recursos hídrico, é a causa do racionamento de água

O Brasil detém, sozinho, 16% do total das reservas de água doce do planeta. Possui em seu território o maior rio e o segundo maior aquífero subterrâneo do mundo. Além de apresentar índices recordes de chuva. Mesmo assim suas maiores cidades sofrem racionamento, pois o Brasil não usa nem 1% do seu potencial de água doce e as grandes metrópoles enfrentam colapso no abastecimento deste bem tão precioso. A explicação é uma só: o mau gerenciamento dos recursos hídricos pelo poder público em todas as esferas de atuação. Não há proteção das
nascentes, que sofrem com o desmatamento, e nem dos reservatórios naturais. Os rios estão degradados; os índices de perda de água nas empresas são assustadores; há um desperdício muito grande por parte da população, e na agricultura, onde ocorre mais de 70% do consumo, ainda se utiliza tecnologias do século passado. Foto: Compesa. Heitor Scalambrini Costa. Recife/PE

7 de janeiro de 2015

A meta é duplicar faturamento

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) deverá dobrar sua média de faturamento nos próximos quatro anos, alcançando a marca dos R$ 2 bilhões. A meta foi divulgada dia 05.12 durante a cerimônia de posse da nova diretoria da empresa. Reconduzido ao cargo que ocupa há quatro anos, o presidente da Compesa, Roberto Tavares, destacou que o objetivo da companhia é consolidar e ampliar sua capacidade de investimento e melhorar ainda mais a prestação de seus serviços para os pernambucanos. A nova meta de faturamento da companhia foi calculada com base nos resultados alcançados no último governo, quando a empresa conseguiu sair de uma média de faturamento de R$ 500 milhões para R$ 1,120 bilhão nos seis primeiros anos da gestão. Agora, o desafio também é duplicar esse montante, porém num espaço de tempo ainda menor. Foto: Divulgação

5 de dezembro de 2014

Pode haver colapso no abastecimento de água

Em virtude da falta de chuvas na área de influência da Barragem de Botafogo, situada em Igarassu, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), a fim de evitar um futuro colapso no abastecimento, realizou mudanças no esquema de fornecimento de água em localidades das cidades de Olinda, Paulista, Abreu e Lima e Igarassu, na parte Norte da Região Metropolitana do Recife. Em alguns bairros desses municípios, que são atendidos pelo Sistema Botafogo, está sendo implantado um calendário provisório, até que o reservatório, que hoje está com 22% de sua capacidade acumulados, possa recuperar seu nível normal, o que poderá ocorrer a partir de maio de 2015, quando inicia o período chuvoso nessa região. Por não ter havido chuvas nos afluentes que levam água para a Barragem de Botafogo, o manancial começou a ter sua vazão reduzida em virtude da baixa do volume de água acumulado. Para se ter ideia, até o início de novembro deste ano, a Compesa conseguia captar de lá 520 litros de água por segundo. Mas, com o baixo nível da barragem, a vazão foi reduzida para 200 litros por segundo. Atualmente, o volume de água acumulado em Botafogo, 22%, é o pior dos últimos quatro anos. Em 2013, nesta mesma época, a barragem possuía 62,29%; em 2012, eram 42,06%; e, no ano de 2011, 78,76%.  Para permitir que haja fornecimento à população atendida por esse sistema, a Compesa realizou ajustes no seu esquema de distribuição, de modo que todos possam continuar recebendo água, porém em dias pré-estabelecidos. Nos bairros do Centro, Maranguape I e Arthur Lundgren I e II, em Paulista, Casa Caiada, Bairro Novo, Bultrins e Jardim Fragoso, em Olinda, em toda a cidade de Igarassu haverá dois dias com água para dois sem água. Em Abreu e Lima, o bairro de Caetés III terá um dia com água e três sem. Foto: Divulgação

9 de novembro de 2014

Sabendo usar e economizar, água não vai faltar

Água é um item essencial à vida. Se faltar, morre tudo. O Brasil foi privilegiado pela natureza, tem 12 extensas bacias hidrográficas. Agora não é nordestino o único sofredor, várias regiões do país também choram a falta d’água. São Paulo passa por uma grave crise hídrica da história. Em 60 municípios paulistas, as famílias sofrem com o racionamento. As más gestões públicas, o desmatamento, o desperdício, a má educação do povo, as perdas na distribuição, a poluição nas fontes, as mudanças climáticas, a estiagem prolongada e o excesso no consumo, contribuem para faltar água nas casas. Apesar de denúncias do IBAMA acusando a devastação de florestas pelos incêndios e queimadas, o governo relaxa na fiscalização. Deixar que a contaminação da atmosfera e a agressão à biodiversidade causem estresse hídrico e desertificação. Matem os microrganismos do solo, provocando enormes prejuízos socioeconômicos ao país e ao mundo através do efeito estufa. Como não se fabrica ainda o nível da água é o mesmo de sempre. Não aumenta. Como não cuidam da natureza, as fontes secam. Os mananciais desaparecem e o povo sofre. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

12 de outubro de 2014

Chuvas ameniza falta de água em várias cidades e Caruaru foi uma delas

O inverno no Agreste é de maio a julho, mas as chuvas atípicas registradas nos últimos meses trouxeram alívio para quatro cidades da região abastecidas pela Barragem do Prata. As cidades de Altinho, Agrestina, Cachoeirinha e Ibirajuba, no Estado de Pernambuco, estão recebendo água todos os dias, sem rodízio, em virtude do bom nível do manancial, que está hoje com 84,5% de sua capacidade de acumulação, que é de 42 milhões de metros cúbicos de água. Além dessas cidades, a Barragem do Prata também contribui de forma significativa para o abastecimento de Caruaru, o maior município da região. Este é o maior nível do Prata desde 2012, tendo em vista a seca nos últimos anos na região. Em abril deste ano, a Barragem do Prata estava com apenas 40,77% da sua capacidade. O reservatório, que fica na cidade de São Joaquim do Monte, começou a elevar o nível no mês de maio e, até o mês de setembro, estava com 73%. O percentual de 84,5% do Prata irá garantir uma distribuição de água tranquila para as quatro cidades até o próximo inverno, pois as precipitações dos últimos meses foram muito importantes para a recuperação do manancial. Foto: Firmino Caetano Junior. Fonte: Imprensa Compesa

22 de julho de 2014

Crise no setor de energia elétrica

Neste início de 2º semestre, o cenário do setor elétrico deixa claro, mais uma vez, os numerosos erros cometidos nos últimos anos, e que foram potencializados, apontando para uma urgente e indispensável transformação na estrutura de organização, de gestão e de planejamento do setor. A tímida reforma ocorrida em 2004 não trouxe a pretendida resposta ao racionamento de 2001. Logo, o que se verifica atualmente tem a ver com o que não foi realizado no primeiro governo do presidente Lula: uma mudança no modelo mercantilista da geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. De lá para cá, vivenciamos um setor estratégico do país com vários remendos. Do lado da expansão, as opções se concentraram nos questionáveis mega-projetos hidroelétricos na região Amazônica; na ampliação do parque de usinas termoelétricas a combustíveis fosseis, caras e poluentes; e na reativação do programa nuclear brasileiro, com a construção de Angra 3 e da proposta de mais 4 usinas, mesmo frente ao amplo repúdio popular. Como consequência dos equívocos, erros e mesmo incompetência técnica e gerencial, as tarifas estão estratosféricas e a qualidade dos serviços pífia. Mesmo a prometida redução de 20% nas tarifas de energia elétrica, não terá praticamente qualquer efeito até o final deste ano. Os aumentos médios nas contas de energia aos consumidores residenciais em 2014 devem ficar entre 16% e 17%, visto os aumentos já concedidos no 1º semestre; o que praticamente anula a redução do ano passado. E em 2015, de acordo com previsões de consultorias do ramo, será pior: o reajuste ficará entre 21% e 25%. Onde vamos parar desse jeito? Foto: Firmino Caetano Junior. Heitor Costa. Recife/PE

21 de julho de 2014

Vazamento de água no Jardim dos Comerciários

Um vazamento na rede de distribuição da Compesa (Companhia Pernambucana de Saneamento) vem ocasionando um enorme desperdício de água na Rua José Lopes de Albuquerque, localizada na comunidade Jardim dos Comerciários, próximo ao clube Afasa, na cidade de Igarassu, Região Metropolitana do Grande Recife. Os moradores da referida rua comunicaram o problema a Compesa e nenhuma providencia foi tomada até agora. Como o blog As Mazelas do Recife tem um número de acesso muito grande, faço um apelo através dele em nome de todos, para que o problema seja resolvido o mais depressa possível, se não for pedir muito. Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE

3 de junho de 2014

Rio Tietê, água e trânsito da cidade de São Paulo

A cidade de São Paulo não possui espaço livre para a circulação de veículos e o armazenamento de água potável, assim os engenheiros poderiam utilizar as encostas inutilizadas do rio Tietê e Pinheiros para a colocação de containers como reservatórios de água potável e sobre eles seriam pistas extras para veículos leves. A administração pública da maior cidade do Brasil deveria atentar às enormes áreas vagas e subutilizadas, principalmente em regiões onde o metro quadrado é hiper valorizado e planejar usos racionais e coerentes com a expansão imobiliária. Revoltante o paulistano ficar horas parado no trânsito ou montando inúmeros reservatórios de água sendo que há uma enorme faixa absolutamente vazia ao lado dos rios que cortam a cidade. Foto: Grizar Junior. Daniel Marques. Virginópolis/MG

13 de julho de 2013

Cidades sem água

Em virtude de um estouramento ocorrido de uma adutora de água bruta do Sistema Tapacurá, em São Lourenço da Mata, a Compesa paralisou, em caráter emergencial, todo o sistema, responsável pelo abastecimento de 25% da Região Metropolitana do Recife, com uma produção de 3.400 litros de água por segundo. Em virtude da parada, foi implantado um calendário emergencial de abastecimento para os bairros situados nas áreas planas do Recife durante o período necessário para a recuperação da tubulação, que é de concreto e tem 1.600 mm de diâmetro. A volta do rodízio para as áreas planas do Recife, que não têm racionamento, já entra a partir dia 12 e vai durar até as 18h do dia 17. Neste período, entretanto, haverá falta de água nas localidades atendidas exclusivamente pelo Sistema Tapacurá. Ficarão sem abastecimento por 120 horas a cidade de Camaragibe e localidades do Recife e de Jaboatão dos Guararapes. Foto: Bruno Bastos. Imprensa Compesa.

12 de junho de 2013

Chuvas melhoram situação das barragens

As chuvas registradas desde a última sexta-feira (7) na Região Metropolitana do Recife, permitiram que a barragem Pirapama, localizada no Cabo de Santo Agostinho, atingisse metade da sua capacidade. Nos últimos quatro dias, o acumulado de chuvas na região de Pirapama foi de 67,5 milímetros. Com isso, o sistema saiu de 45,69% na avaliação da última sexta-feira para 51,09% no monitoramento realizado ontem. Agora, o manancial está com cerca de 31,1 milhões de metros cúbicos de água. Esse sistema é o mais importante para o abastecimento da Região Metropolitana do Grande Recife. Após as precipitações, outras barragens da RMR também tiveram aumento nos seus níveis. Na barragem de Botafogo, em Igarassu, choveu 98,2 mm. Com isso, o sistema alcançou 38,34% da sua capacidade ante os 34,53% do balanço de sexta-feira (7). A barragem de Tapacurá, em São Lourenço da Mata, agora está com 49,06% da sua capacidade, com 46 milhões de metros cúbicos de água. Duas Unas opera com 76,40%, Várzea do Una com 47,41% e Botafogo com 38,34%. Bita já atingiu 103% da sua capacidade. Nesses últimos dias, choveu 91,3 mm no entorno de Tapacurá e 96,6 mm em Duas Unas. Foto:  Barragem Tapacurá. Fonte: Assessoria de Comunicação da Companhia Pernambucana de Saneamento.

9 de maio de 2013

Poços sendo perfurados para amenizar seca

A Compesa está construindo um novo sistema de abastecimento para tirar a cidade de Buíque, distante 285 km do Recife, da situação de colapso no abastecimento. Desde que a barragem de Mulungu secou, em virtude da escassez de chuvas na região, os moradores do município passaram a depender exclusivamente de carros-pipa. Com essa obra em andamento, o sistema de abastecimento de Buíque vai receber água a partir de três poços localizados no Vale do Catimbau, na zona rural do município. As obras estão sendo feitas em caráter emergencial e foram viabilizadas com recursos do governo do Estado. O investimento total é de R$ 2 milhões. Quando houver a regularização das chuvas, a água dos poços vai servir para complementar o abastecimento para a cidade em períodos de normalidade. Dos 11 km de extensão da nova adutora, 95% já foi implantada, faltando a montagem dos poços, a construção da estação elevatória (sistema de bombeamento) e a energização do novo sistema produtor. Foto/Fonte: Compesa.

25 de março de 2013

"Cidadão" deixa rua sem água

Durante investigações motivadas por queixas de falta de água em uma rua de Gravatá, no Agreste do Estado, a Compesa descobriu uma ligação clandestina estava causando o desabastecimento na localidade. Um morador foi preso em flagrante por furto de água. Ele fez uma ligação irregular com o intuito de puxar água diretamente da rede da Compesa para o seu imóvel. O responsável pela ligação clandestina foi preso pela Polícia Militar e conduzido à Delegacia de Gravatá, onde foi instaurado inquérito criminal por furto. Ele foi liberado após pagar uma fiança de 5 salários mínimos e vai responder à acusação em liberdade. E a Compesa faz uma solicitação: Quem tiver conhecimento de ligações clandestinas deve denunciar por meio do 0800.081.0195. Foto/Fonte: Compesa.

13 de março de 2013

Comunicação na Compesa e falta água em rua da Madalena

A comunicação na Compesa está muito a desejar. O 08000810195 nos informa do calendário do nosso abastecimento e quando reclamamos que não está sendo cumprido, como ocorreu no domingo, dia 10/03, quando deveria ser abastecida a área 6 no bairro de Rio Doce, cidade de Olinda, que tem o reforço do poço artesiano de Perujicam, a atendente por mais que envie mensagens online para o setor técnico responsável pelas manobras, não obtém respostas. Se essa comunicação fosse por telefone ao vivo entre eles e não por mensagens, poderiam dar uma satisfação ao usuário em tempo real e também saber se o problema é realmente escassez d'água ou falha do manobrista.  Enquanto isso, os moradores da Rua A.J.da Silveira, no bairro da Madalena, estão há duas semanas sem o precioso líquido e, já não sabem a quem apelar, pois várias solicitações já foram feitas e todas elas protocoladas e até agora nada de água chegar nas torneiras. Uma lástima. Foto: Compesa. Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE.

12 de março de 2013

Torneira lei seca

A seca chegou à comunidade da Vila União no bairro da Iputinga. A Lei Seca como está sendo chamada pelo povo,  chegou as torneiras dos moradores desta comunidade. Aqui a tolerância zero é torneira água zero e, quando a água chega, não tem pressão nem para chegar as torneiras na altura de uma pia. Na rua Nova Aliança por exemplo, a falta d´água esta prejudicando ate o atendimento no posto de saúde da Vila União, onde já tivemos atendimento suspenso por falta da água e, tudo isso a Compesa tem conhecimento e não toma nenhuma providência. Gente, água é vida, a Vila União está voltando ao tempo dos chafariz, das jarras, das quartinhas etc. Só falta agora voltar ao tempo do lampião de gás. Isso é uma vergonha. Foto: Firmino Caetano Junior. Eduardo Nino da Silva Souza. Recife/PE.

3 de março de 2013

Língua de político

Língua de político em água mole, bate, bate até que falta. Pois é, em 2010 sob um intenso programa de marketing na TV os políticos no poder anunciaram que com Pirapama o problema de falta de água em Recife tinha terminado. Mal inauguraram e perdemos milhões de litros de água porque ninguém pensou que com o novo volume a tubulação velha não suportaria. Um novo projeto para corrigir a tubulação velha está em andamento. Agora a mídia anunciam um novo racionamento devido a estiagem. Será que estiagem prolongada não é previsível, com nossos modernos sistemas meteorológicos? É melhor não prometer o que não se sabe se será cumprido. Foto: Firmino Caetano Junior. Edson Campos e Silva. Recife/PE

2 de março de 2013

Substituição de tubulação

A Compesa está executando a implantação de 800 metros de tubulação na Avenida Agamenon Magalhães, obras do Programa de Modernização da Rede de Distribuição de Água da Região Metropolitana (RMR). Neste sábado (2), a companhia, que está atuando na Agamenon somente durante os finais de semana, com autorização da CTTU, volta a trabalhar no acesso local da via, no trecho situado entre a Rua Venezuela e Rua Nicarágua, sentido Boa Viagem. Para realizar o serviço, será necessário interditar 180 metros na faixa do lado direito da via. A equipe trabalha das 7h às 17h. A intervenção segue até o próximo domingo (3). Os serviços de reposição do asfalto no trecho afetado serão realizados durante a semana. A obra teve início no dia 31 de janeiro. Já foram substituídos 200 metros de tubos. Foto: divulgação.

28 de fevereiro de 2013

Estratégica da seca

A seca já chegou em nossa capital. Quem conheço, seja morador de qualquer bairro ou cidade do Grande Recife, diz que está sofrendo com vários dias sem abastecimento d'água. E as reservas das nossas adutoras estão secando. Deus queira que chegue logo as chuvas de março para aliviar a situação. Enquanto isso, sugiro uma estratégia que sempre emprego quando ficam acumuladas roupas e baixelas sujas. Jogo tudo dentro do porta-mala do carro, levo pró motel com a amada e lavo tudo com água quente do chuveiro e de quebra ainda tem os momentos de amor. O perigo é o gerente descobrir. Foto: Firmino Caetano Junior. Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE.

25 de janeiro de 2013

Seca na cidade de Olinda em pleno carnaval

A seca já começa afetar o litoral norte de Pernambuco. Os moradores do bairro Rio Doce em Olinda que nos bons períodos de abastecimento só tinham água nas torneiras a cada dois dias, vêm agora se agravar o problema. O governo do Estado precisa construir também barragens na zona norte e perfurar mais poços artesianos para atender a demanda que se intensificará com a instalação de um polo industrial em Goiana. Foto: Firmino Caetano Junior. Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE.