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29 de setembro de 2025

Correios estimam precisar de 7 bilhões para fechar contas

Em meio a uma crise financeira sem precedentes, os Correios calculam que precisarão de um aporte bilionário do Tesouro Nacional para manter as operações e recuperar a capacidade de pagamento. A previsão é de que sejam necessários R$ 2 bilhões ainda em 2025 e mais R$ 5 bilhões em 2026 para reequilibrar as contas e permitir que a empresa obtenha empréstimos no setor financeiro. As negociações sobre um plano de socorro ganharam força após a escolha de Emmanoel Schmidt Rondon para a presidência da estatal, em substituição a Fabiano Silva dos Santos, que havia pedido demissão no início de julho. O nome de Rondon foi aprovado pelo Conselho de Administração, e a expectativa é de que a mudança na liderança sensibilize a equipe econômica para uma solução. Resistência da Fazenda. O Ministério da Fazenda admite a gravidade da crise, mas integrantes da equipe econômica resistem ao aporte bilionário. Se os recursos forem liberados, os Correios passariam a ser classificados como empresa dependente, o que obrigaria o governo a incluir todos os gastos da estatal — cerca de R$ 20 bilhões — no já apertado Orçamento da União, reduzindo espaço para outras políticas públicas. Aliados do ministro Fernando Haddad defendem que é preciso antes decidir se os Correios continuarão com a obrigação de universalizar o serviço postal. Esse modelo, apontam, é deficitário e consome grande parte das receitas da empresa. No cenário atual, a Fazenda avalia inclusive dividir essa obrigação com outros atores do mercado, mantendo os Correios apenas como mais um participante do setor. Prejuízos crescentes e mudanças internas.A troca de comando é vista como etapa essencial antes de qualquer decisão. No primeiro semestre deste ano, o prejuízo da estatal mais do que triplicou em relação ao mesmo período de 2024, saltando de R$ 1,35 bilhão para R$ 4,37 bilhões. O governo anterior, de Jair Bolsonaro, trabalhava com a perspectiva de privatização, mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abandonou a ideia. Com dificuldades para pagar fornecedores e até o fundo de pensão dos funcionários, a empresa tem conseguido manter os salários em dia apenas atrasando outros compromissos financeiros. Rondon, considerado um nome técnico, deve promover mudanças nas diretorias, hoje influenciadas pela União Brasil — partido que deixou a base governista. Das cinco diretorias, três são ligadas à legenda. A reformulação deve atingir também o Postal Saúde e o Postalis, fundo de pensão dos empregados. Devem permanecer nos cargos Juliana Picoli Agatte, de Governança e Gestão, e Loiane Bezerra de Macedo, da área Financeira. 

14 de julho de 2014

Copa do Mundo: Alegria para alguns e prejuízos para outros

Há quem criticavam quando os noticiários apontavam as desvantagens da Copa do Mundo de 2014 e a péssima infraestrutura do País para receber os jogos aqui realizados, mas a verdade seja dita: o mundial trouxe "alegrias" para alguns e prejuízos para outros. E um dos setores que mais sofreu com a baixa provocada pela Copa foi o comércio (foto), cujas vendas encolheram 3,2% em junho, em relação a maio, segundo dados divulgados pela Serasa. O motivo para a baixa no comércio foi provocada pelos feriados decretados em algumas cidades do País por conta da Copa do Mundo e, ainda, pela redução do expediente em dias de jogos. Mas a elevação da taxa do juros, queda na geração de empregos e o baixo índice de confiança dos consumidores também colaboraram para a queda do desemprego. Foto: Firmino Caetano Junior. Jamille Coelho. Editora de Economia do Jornal Folha de Pernambuco.

2 de abril de 2014

Fios vão cair e deixar clientes no prejuízo

Grande quantidade de fios de televisão à cabo, telefone fixo, internet entre outros, se encontram pendurado e quase caindo ao chão, neste trecho da Avenida Caxangá, de frente ao imóvel de número 1897, no Bairro do Cordeiro, na cidade do Recife. Uma verdadeira esculhambação e a impressão que fica, é que os responsáveis não estão nem aí para este descaso junto aos seus clientes, que pagam caro e tem um serviço de péssima qualidade, pois quando os fios de partem, ninguém consegue telefonar, acessar à internet e nem ver seus programas favoritos nas televisões fechadas. Esta cena pode ser vista em várias ruas e avenidas da cidade, sem que nenhum providência seja tomada, que não deixa de ser um verdadeiro absurdo. Agora, quando as contas não são pagas, eles no instante vem e corta os fios, sujando o nome dos clientes na Serasa e no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Fica a pergunta: a quem apelar para solucionar de uma vez por toda com esta falta de respeito para com os usuários? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE

30 de julho de 2013

253 caiu dentro de um buraco

No dia de ontem (29.07), pela manhã, este coletivo de número 253 pertencente a empresa de transporte Consórcio Recife de Transporte (CRT), que faz a linha do bairro do Engenho do Meio, que vinha do centro da cidade com destino ao subúrbio, caiu dentro deste buraco neste trecho da Rua José Osório, no bairro da Madalena, deixando os seus 30 passageiros assustado tamanho foi o barulho. É o Recife com suas ruas cheias de buracos para tudo que é lado, causando trastorno e prejuízo para todos, sem que a prefeitura mova uma palha para tampar as crateras. Neste caso expecifico, o buraco foi deixado pela Compesa (Companhia Pernambucana de Saneamento), quando da substituição de tubulação no local. Mas, como sabemos existe uma parceria entre a empresa estatal e a prefeitura que dizer o seguinte: quando algum serviço for realizado, e for deixado algum tipo de buraco, a prefeitura do Recife ter a obrigação de comparecer ao local e termina o serviço, ou seja, tampa o buraco, mas pelo visto isso não vem acontecendo. Como perguntar não ofende: A parceria foi desfeita? Quem vai pagar o prejuízo ao dono da empresa? A prefeitura ou a Compesa? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
A EMLURB RESPONDE: O convênio entre a Compesa e o órgão prevê o reparo do pavimento em determinados tipos de serviços. Uma intervenção pré-agendada para a troca de tubulação ou implantação de rede de esgoto, por exemplo, é de competência da Compesa, inclusive o reparo após a ação. Intervenções emergenciais, como vazamento de água, a Compesa deve fazer o reparo e informar a Emlurb para que o órgão realize o reparo. A Emlurb informa ainda que irá recompor o asfalto da Rua José Osório, na Madalena, até esta sexta-feira (02). Assessoria de comunicação da prefeitura da cidade do Recife

6 de março de 2013

Sucateamento da Petrobras

O Partido dos Trabalhadores conseguiu sucatear a Petrobras. Era a maior empresa brasileira e uma das maiores do mundo. Uma potência que, mesmo sob uma administração temporariamente incompetente, resistiria, mas foi vítima de uma roubalheira generalizada. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é a segunda vítima da política suja desse governo. O lucro líquido do banco em 2012 não atingiu R$ 300 milhões, ante os R$ 4.300 bilhões conseguidos em 2011 – 93% inferior. Resta esperar o balanço do Banco do Brasil (BB) para confirmar a terceira vítima. Sabe-se que o BB era comandado pela "segunda dama", que escolhia suas principais diretorias, do "escritório" da Presidência da República em São Paulo, com o aval de uma linha direta com São Bernardo do Campo. A sorte é que a Vale foi privatizada em um momento de louvável lucidez do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. É uma das maiores mineradoras do mundo e está presente em 37 países. Paga hoje de impostos, por ano, o que não teve de lucro em todo o período em que foi empresa estatal. Outra privatizada em boa hora foi a Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. (Embraer), terceira maior fabricante de aviões do mundo, atrás apenas da Airbus e da Boeing. O Estado sempre foi um mau administrador, e quando se trata de governo corrupto, a exemplo do que temos no Brasil nos últimos 10 anos, empresa estatal não passa de cabide de emprego e cofre aberto para o delírio dos ratos da grande "famiglia". Foto: Firmino Caetano Junior. Humberto de Luna Freire Filho. São Paulo/SP

23 de setembro de 2012

Dono de revista não paga honorário de jornalista

Fui convidado por uma revista, para ser um dos seus colaboradores e pelo trabalho, iria receber uma certa importância. Viajei durante um mês e uma semana para a cidade onde a revista está sendo publicada, reeditei a maioria das matérias, como também fiz várias outras e finalmente a revista que já estava com a sua edição atrazada, veio a circular. Quando questionei ao dono da revista sobre os meus honorários, tive a maior surpresa. Simplesmente se negou à pagar até hoje. Diante do descaso e falta de respeito para como o trabalho de um profissional (fui enganado), a única alternativa foi entrar na justiça. Vamos aguarda agora o resultado. Não vou divulgar o nome da revista por questão de ética. Firmino Caetano da Silva Junior. Jornalista. DRT: 3010. Recife/PE.

16 de outubro de 2011

Pista afundando em buracos no bairro de Boa Vaigem


O Recife está afundando em buracos, pois o asfalto mal feito, logo abre nova cratera, e a pista fica cheia de remendos, que dificulta o caminhar das pessoas, e a circulação dos carros, que saem no prejuízo, quando passam nos mesmos. Na rua Capitão Zuzinha, em Boa Viagem, existem crateras, próximo ao nº88, que fazem as residências estremecerem, quando passa um ônibus ou outro veículo qualquer! Já em frente ao número 136, o buraco" fechado", pelo asfalto sonrisal da PCR, abriu novamente pondo em risco a vida dos motoristas. Rachaduras começam a aparecer nas casas devido ao tremor e abalos que ocorrem a cada passagem dos carros, principalmente os pesados, como ônibus e caminhões. A prefeitura do Recife não faz um asfaltamento eficiente nem na rua citada nem em outras do bairro, e as pessoas se perguntam quem vai pagar os prejuízos das rachaduras devido aos abalos constantes? Sem falar que, ao passarem nas crateras ou tentarem se desviar, os veículos podem perder a direção, e atropelar pessoas, ou bater nos muros das residências. É preciso que haja um recapeamento eficiente, e não remendos, sendo que a melhor opção seria a colocação de placas de concreto, mais duráveis, segundo especialistas da área! foto: Divulgação. Rita Melo. Recife/PE.

12 de setembro de 2011

Erro de construção deixa condôminos na rua até hoje


Em 2002, cerca de sessenta famílias foram obrigadas a abandonar seus apartamentos no conjunto residencial Maria Guiomar, localizado na Rua Antônio Valdevino, no bairro do Bomgi, por conta de erro da construção que causou rachaduras nos prédios do condomínio. Até hoje, esperam uma decisão da justiça em casa de parentes e amigos (um verdadeiro transtorno). Devido ao tempo o mato, a sujeira, as instalações elétricas, hidráulicas, etc, estão em estado deplorável. Os donos dos apartamentos temem que os mesmos seja invadido (se não foram ainda). Até quando vai continuar este sofrimento dos donos dos apartamentos? A quem apelar deste descaso?