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9 de novembro de 2013
Conflito sócio-ambientais em Suape
A tolerância dos Poderes constituídos em Pernambuco em relação às injustiças sociais e ambientais praticadas no entorno do Complexo Industrial Portuário de Suape tem agravado as tensões naquele território, tornando-o uma verdadeira “panela de pressão” social e ambiental. Onde hoje se localiza com mais de 130 fábricas espalhadas em um território de 13,5 mil habitantes, havia 27 engenhos com mais de 15 mil famílias. E o que se constata é que aquela população (bem mais reduzida atualmente), invisível aos olhos da sociedade e fraca enquanto grupo social de expressão sofreu, e continua sofrendo a maior e a mais truculenta opressão já vista para abandonar os seus sítios, as suas residências, abandonar, enfim, o seu modo de vida, um direito assegurado pela Lei e pelos costumes. Para tanto, a empresa Suape militarizou a sua Diretoria de Gestão Fundiária e Patrimônio, ocupada atualmente por ex-policiais civis e militares. Nada contra estes cidadãos que já trabalharam em órgãos de segurança do Estado. Todavia a indignação é contra o “modus operandi” que empregam na relação com os moradores nativos, onde na Delegacia da cidade do Cabo, já existe diversas queixas contra eles. Foto: Heitor Scalambrini Costa. Recife/PE
21 de outubro de 2013
Uma rua sem saída
Diante das declarações, à imprensa, do ministro Janot, “Crime de tortura nunca prescreve” dentro de uma visão bastante estrábica, só vendo um lado da rua sem dar atenção ao lado oposto e sem enxergar que, no meio, existe uma via de mão dupla. Independente dos pedestres acidentados na travessia já terem se transformado em esqueletos mal assombrados, por falta de cuidado com o asfalto, a rua ainda mutila e ameaça outros pedestres, pessoas vivas que necessitam de socorro, que padecem e feridas de morte que estão. São os aposentados que conseguiram sobreviver apesar do sequestro de seus proventos e da tortura psicológica que responsáveis pelo trânsito desprezam. É lamentável, é humilhante, é massacrante o descaso sofrido pelos aposentados sem que possam se apegar à uma luz de esperança, que mais parecem estar nos campos nazistas que só tiveram um destino, a cova rasa. Foto: Flávio Marconi. João Roberto Gullino. Petrópolis/RJ.
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