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14 de dezembro de 2014

O Sistema Prisional do Brasil é uma vergonha

O tempo avança. A tecnologia moderniza o mundo, transformando ideias e costumes. No Brasil, infelizmente, o sistema carcerário passa por um momento de intensa precariedade. A ineficiência toma conta dos presídios. O descaso do poder público permite que as prisões sejam superlotadas, impregnadas de mazelas. A desestruturação do sistema faz com que a sociedade perca a credibilidade na prevenção e na reabilitação da pessoa condenada. A degradação é tão grande que não existe outra saída senão tornar as penitenciarias brasileiras como verdadeiras escolas da criminalidade. Em Pedrinhas, no Maranhão, a disputa entre facções criminosas pelo comando do tráfico de drogas tem causado mortes e depredações no presidio, No Complexo Prisional do Curado, um dos seis piores do Brasil, o déficit de vagas, a falta de água, o desconforto, o péssimo atendimento médico, a alimentação de terceira qualidade, as torturas e a falta de atividades esportivas e educacionais pressionam o preso para a violência.  Como não reeducam, plantam rebeliões. A Holanda, copiando o exemplo da Alemanha e da Dinamarca, vai cobrar diárias dos presos. Comer, beber, dormir e receber visitas íntimas de graça, lá. Nem pensar. Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

19 de janeiro de 2013

Teatro Guararapes e o show de Marisa Monte

É ótimo assistir shows no Teatro Guararapes, onde podemos escolher a localização das cadeiras através de um mapa. Para o show de Marisa Monte do dia 16/01, reservei as de números BL-29 e BL-30. Lá encontrei a área onde as mesmas se situavam, isolada através de uma fita. Um casal educado queria nos levar para outro setor, porém protestei, afastei o cordão de isolamento e fiquei onde deveria por direito. É preciso que os organizadores de shows desse teatro planeje em tempo hábil esse tipo de isolamento ou reserva para autoridades. Foto: web. Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE.

7 de maio de 2012

Vida de gado nos ônibus do Recife

As catracas (ou ‘roletas’) dos ônibus do Recife degradam e constrangem a gente, ofendem a cidadania: Passando por elas, é como se estivessem olhando e tratando a gente como potenciais fraudadores e puladores de roleta. Como se fôssemos sonegadores de um ‘vale A , vale B’. O escancarado modelo de catracas é um acinte, é síntese emblemática de um desrespeito, um atentado contínuo que vem de prioridades e de interesses que são (digamos assim) ... nem tão coletivos. Esse ‘simples’ objeto (ou o que ele representa: humilhação do povo), esse ponto não tem sido tocado nem nas coberturas jornalísticas, nem nas divulgações oficiais em torno das ‘mudanças’ nos transportes coletivos. Essas armações de metal são modificações e prolongamentos das hastes originais das roletas. Elas foram implantadas já faz tempo. Não vinham com esses aros que hoje chegam a alcançar a altura do queixo de uma pessoa de 1,70 m, por exemplo. Nem se estendiam pra baixo até quase tocar o piso do ônibus, rente ao chão. Aquelas catracas também não formavam um conjunto que em muitos ônibus quase envolve a pessoa, num semicírculo gradeado, um caminho estreito ( à semelhança de cercado - uma porteira?...) onde uma pessoa é encurralada e detida num momento, para, num momento seguinte, ser conduzida ao meio do ‘salão’ (o corredor do ônibus), e continuando de pé, entre tantos outros, pois os assentos já estão ocupados com lotação além da capacidad e indicada numa plaqueta acima do parabrisa). (Claro que aqui nos referimos aos ônibus das linhas que ‘fazem’ a maioria dos nossos bairros). Não que a lembrança das catracas de antes sejam uma mera nostalgia do passado, não que fossem uma maravilha: As atuais é que são bem pior: Em vários coletivos, esta ‘grade’ começa na porta de entrada – daí que às vezes se forma uma fila já nos degraus, o motorista , o ‘chofer’, ali, acelerando e apurando a gente. Não, estas roletas também não se equiparam àquelas outras dos primeiros ônibus elétricos: Parecidas com um grande triângulo de pernas abertas e oblíquas que se limitavam a registrar a passagem, constituindo espaço suficiente para que um menino, ou mesmo um adulto (do tipo físico médio da gente) pudesse passar por elas de banda, sem que elas girassem. Mais dignamente espaçosas para que crianças dispensadas de pagar passagem, por idade e tamanho, não tivessem que se deitar e rastejar para atravessá-las. Crianças que aprendem desde cedo que o ‘natural’ da vida é a resignação, o abaixamento e essa adaptação calada até por força do hábito e da tradição. Passar pela catraca é um instante , no mínimo, de desconforto, que sentimos quando levamos uma bolsa a mais, um embrulho, uma sacola; ou se estamos vestidos com mais roupas, ou se o corpo não for muito franzino ( um homem de 1,70 que pese 70 kg., por exemplo, é capaz de entender na pele o que isso quer dizer). Ah, essas catracas de hoje... não são como as de antigamente, não são modernas, apesar do tempo (que tempo nem sempre significa evolução e progresso). E, no entanto, as catracas atuais e seus interesses não são atingidos: Pelo contrário, estão por aí, soltas, sozinhas, girando ainda mais, máquinas de contar gente, numa posição reforçada graças a um curioso continuísmo que resolveu mexer antes com o que é secundário, o menor problema; mas não encontrou energias e fluidos para bulir com o que é o Principal. Ou - aéreo ou inocente -, neste ponto não meditou tanto assim. (Estas observações partem deste internauta que também faz uso do transporte público. Não partem por ouvir dizer, nem é daqueles e daquelas que discursam por conveniências em determinadas épocas). E sabe de uma coisa? Maçante é informar que estas são percepções que não vêm de um simpatizante ou eleitor do ‘outro lado’, nem de pessoa vinculada aos kombeiros. Vida de gado nos ônibus do Recife. Ontem e hoje. Povo marcado. Foto: web. Humberto Cavalcanti. Recife/PE.

26 de abril de 2012

Fila na estação do Metrô

As filas são imensas todos os dias no terminal integrado de passageiros da estação do Metrô da cidade de Camaragibe,  principalmente logo cedo da manhã. Quando o Metrô chega uma multidão invadem os trens em busca de cadeira para se fazer a viagem sentado. Quem mais sofre são idosos, gestantes, especiais na hora da entrada devido a baderna. Lá dentro não é diferente pois quem vai sentado não sede a cadeira, mesmo tenho um local exclusivo para eles. Sem fiscalização a bagunça reina como também a falta de respeito. Afinal, por que não se coloca mais trens nas linhas? E cadê os policiais para fazer com que as pessoas mal educadas cedam as cadeiras para quem de fato tém direito?

7 de fevereiro de 2011

Hospitais Estaduais


O caos nos hospitais estaduais em pernambuco continua se agravando. Milhares de pessoas que a eles recorrem veem seus parentes perambulando por corredores, sem socorro adequado e muitos chegam a morrer. Com a criação das UPAS e novos hospitais, geridos pelas organizações sociais, que interessa ao governo, milhões de reais são aplicados, mas poucos cidadãos se beneficiam delas, pois não atendem a todos, somente casos específicos. O estado está deixando os "velhos" hospitais abarrotados de gente, sem reformas e melhorias, propositadamente, para dizer depois que, as OSS é que são o modo correto de administrar e assim privatizar de vez a saúde. Quem está ganhando muito dinheiro são organizações privadas. Até quando os Grandes hospitais de pernambuco vão virar sucata? As pessoas vão continuar morrendo nos corredores? foto: web. Luis Melo. Recife/Pe.