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14 de dezembro de 2014

O Sistema Prisional do Brasil é uma vergonha

O tempo avança. A tecnologia moderniza o mundo, transformando ideias e costumes. No Brasil, infelizmente, o sistema carcerário passa por um momento de intensa precariedade. A ineficiência toma conta dos presídios. O descaso do poder público permite que as prisões sejam superlotadas, impregnadas de mazelas. A desestruturação do sistema faz com que a sociedade perca a credibilidade na prevenção e na reabilitação da pessoa condenada. A degradação é tão grande que não existe outra saída senão tornar as penitenciarias brasileiras como verdadeiras escolas da criminalidade. Em Pedrinhas, no Maranhão, a disputa entre facções criminosas pelo comando do tráfico de drogas tem causado mortes e depredações no presidio, No Complexo Prisional do Curado, um dos seis piores do Brasil, o déficit de vagas, a falta de água, o desconforto, o péssimo atendimento médico, a alimentação de terceira qualidade, as torturas e a falta de atividades esportivas e educacionais pressionam o preso para a violência.  Como não reeducam, plantam rebeliões. A Holanda, copiando o exemplo da Alemanha e da Dinamarca, vai cobrar diárias dos presos. Comer, beber, dormir e receber visitas íntimas de graça, lá. Nem pensar. Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

2 de julho de 2014

Desconforto nos ônibus durante Copa do Mundo

Estádio nota 9 (cadeiras mais apertadas do que as de avião), ficamos praticamente trepados sobre quem fica a nossa frente, com mobilidade zero), jogo de emoção nota 8 (melhorou no final das partidas e pênaltes), mobilidade e obras de acesso inacabadas, nota zero (0). Na volta pelo BRT (Bus Rapid Transit), filas quilométricas desorganizadas, ônibus lotadíssimos, nenhum tratamento diferenciado nem para idosos, crianças e gestantes, além de ponto de embarque escuro com enormes formigueiros mordendo passageiros antes do embarque, após longa caminhada e espera do estádio até os ônibus. O desconforto da volta foi superado pela alegria e animação dos torcedores brasileiros, estes, sim, verdadeiros campeões de superação. Foto: Firmino Caetano Junior. João Guilherme. Recife/PE

20 de maio de 2014

Desconforto no Metrô

É impressionante o quanto piora cada vez mais a situação mobilidade urbana e os locais para atendimento ao público, quando se fala de trem/estação/CBTU. Passo a semana toda pegando trens lotados (comumente chamados de metrôs pela população) no bairro de Prazeres, na cidade do Jaboatão dos Guararapes e estação Joana Bezerra, no Recife. Para piorar, é comum nos deparamos com estações sem elevadores ou sem escadas rolantes funcionando. E, para complicar e irritar mais ainda, é comum o comércio informal de tudo que é possível e impossível vender dentro dos trens da linha Sul (Recife/Cajueiro Seco) e Recife/Jaboatão. Chega de metrôs lotados e quentes (principalmente nos trens velhos que vão no sentido Jaboatão e/ou Camaragibe) que, somados à venda ambulante engrossam o serviço inadequado e ineficiente que a CBTU nos oferece há anos. Até quando vamos viajar em estações e trens lotados, sujos e sem oferecer o mínimo de conforto? E quando irão diminuir, de fato, os intervalos nem sempre respeitados, em algumas linhas, mais os problemas operacionais? Quando irão fiscalizar e corrigir tais falhas denunciadas pela população que sofre todos os dias com esses transtornos? Foto: Firmino Caetano Junior. Jardson Alves Lemos. Jaboatão dos Guararapes/PE

11 de outubro de 2012

Trem velho sobre trilhos


Este trem caíndo aos pedaços de tão velho, sujo, que só anda lotado e sem ar-condicionado, vem servindo há muito tempo aos usuários que moram na cidade do Cabo de Santo Agostinho e querem se deslocar até o Recife. O passageiro toma este trem na estação do Metrô do Cajueiro Seco e Vise-Versa, e o só paga uma passagem, pois faz parte do sistema de integração de passageiros. Porém, a maioria das pessoas reclamam do desconforto, da morosidade, do barulho que faz e da pouca velocidade que desenvolve. Outra reclamação, é que pessoas fumam dentro dos vagões, muitos palavrões, som na maior altura e por aí vai. Na hora de tomar o transporte, os empurrões são inevitáveis, pois são pessoas demais para poucos trens em circulação e com um detalhe: Todos querendo entrar primeiro para poder pegar um lugar nas cadeiras e ir sentado, mas esquecem pela falta de educação, de ceder lugar para crianças e idosos. Uma esculhambação danada e falta de respeito total. O bom desta notícia é saber que em breve (só Deus sabe a data certa e ano), estará em circulação os trens VLT (Veículo leve sobre trilhos), que diga de passagem, já em fase de teste, mas só circulando nos sábados, dotados de ar-condicionado, velocidade média de 50 à 60 Kms, cadeiras confortáveis, pontualidade no horário de chegada, agentes de segurança etc. Fotos: Firmino Caetano Junior.

7 de maio de 2012

Vida de gado nos ônibus do Recife

As catracas (ou ‘roletas’) dos ônibus do Recife degradam e constrangem a gente, ofendem a cidadania: Passando por elas, é como se estivessem olhando e tratando a gente como potenciais fraudadores e puladores de roleta. Como se fôssemos sonegadores de um ‘vale A , vale B’. O escancarado modelo de catracas é um acinte, é síntese emblemática de um desrespeito, um atentado contínuo que vem de prioridades e de interesses que são (digamos assim) ... nem tão coletivos. Esse ‘simples’ objeto (ou o que ele representa: humilhação do povo), esse ponto não tem sido tocado nem nas coberturas jornalísticas, nem nas divulgações oficiais em torno das ‘mudanças’ nos transportes coletivos. Essas armações de metal são modificações e prolongamentos das hastes originais das roletas. Elas foram implantadas já faz tempo. Não vinham com esses aros que hoje chegam a alcançar a altura do queixo de uma pessoa de 1,70 m, por exemplo. Nem se estendiam pra baixo até quase tocar o piso do ônibus, rente ao chão. Aquelas catracas também não formavam um conjunto que em muitos ônibus quase envolve a pessoa, num semicírculo gradeado, um caminho estreito ( à semelhança de cercado - uma porteira?...) onde uma pessoa é encurralada e detida num momento, para, num momento seguinte, ser conduzida ao meio do ‘salão’ (o corredor do ônibus), e continuando de pé, entre tantos outros, pois os assentos já estão ocupados com lotação além da capacidad e indicada numa plaqueta acima do parabrisa). (Claro que aqui nos referimos aos ônibus das linhas que ‘fazem’ a maioria dos nossos bairros). Não que a lembrança das catracas de antes sejam uma mera nostalgia do passado, não que fossem uma maravilha: As atuais é que são bem pior: Em vários coletivos, esta ‘grade’ começa na porta de entrada – daí que às vezes se forma uma fila já nos degraus, o motorista , o ‘chofer’, ali, acelerando e apurando a gente. Não, estas roletas também não se equiparam àquelas outras dos primeiros ônibus elétricos: Parecidas com um grande triângulo de pernas abertas e oblíquas que se limitavam a registrar a passagem, constituindo espaço suficiente para que um menino, ou mesmo um adulto (do tipo físico médio da gente) pudesse passar por elas de banda, sem que elas girassem. Mais dignamente espaçosas para que crianças dispensadas de pagar passagem, por idade e tamanho, não tivessem que se deitar e rastejar para atravessá-las. Crianças que aprendem desde cedo que o ‘natural’ da vida é a resignação, o abaixamento e essa adaptação calada até por força do hábito e da tradição. Passar pela catraca é um instante , no mínimo, de desconforto, que sentimos quando levamos uma bolsa a mais, um embrulho, uma sacola; ou se estamos vestidos com mais roupas, ou se o corpo não for muito franzino ( um homem de 1,70 que pese 70 kg., por exemplo, é capaz de entender na pele o que isso quer dizer). Ah, essas catracas de hoje... não são como as de antigamente, não são modernas, apesar do tempo (que tempo nem sempre significa evolução e progresso). E, no entanto, as catracas atuais e seus interesses não são atingidos: Pelo contrário, estão por aí, soltas, sozinhas, girando ainda mais, máquinas de contar gente, numa posição reforçada graças a um curioso continuísmo que resolveu mexer antes com o que é secundário, o menor problema; mas não encontrou energias e fluidos para bulir com o que é o Principal. Ou - aéreo ou inocente -, neste ponto não meditou tanto assim. (Estas observações partem deste internauta que também faz uso do transporte público. Não partem por ouvir dizer, nem é daqueles e daquelas que discursam por conveniências em determinadas épocas). E sabe de uma coisa? Maçante é informar que estas são percepções que não vêm de um simpatizante ou eleitor do ‘outro lado’, nem de pessoa vinculada aos kombeiros. Vida de gado nos ônibus do Recife. Ontem e hoje. Povo marcado. Foto: web. Humberto Cavalcanti. Recife/PE.