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7 de dezembro de 2025

Especialista esclarece como usar enxaguante bucal de forma segura

No mundo da saúde bucal, os enxaguantes sempre estiveram presentes como um suposto aliado na batalha contra problemas como a gengivite e o mau hálito. O uso do enxaguante bucal é um tema que sempre gera dúvidas entre pacientes e profissionais. Afinal, o produto é realmente necessário ou pode trazer riscos à saúde bucal quando usado de forma inadequada? A mestre e coordenadora do curso de Odontologia da Faculdade Anhanguera, Veridiana Freitas, explica que o enxaguante pode ser um importante aliado, desde que utilizado de maneira correta e com orientação profissional.“Os enxaguantes bucais têm sua eficácia comprovada no controle da placa bacteriana e na prevenção da gengivite. No entanto, seu papel é complementar, e não substitutivo da escovação e do fio dental”, ressalta a especialista.Entre os princípios ativos mais usados, a clorexidina é uma das mais eficazes contra a gengivite, mas deve ser utilizada apenas por períodos curtos e sob orientação profissional, ela auxilia no combate às bactérias e inflamações gengivais. Apesar disso, a professora alerta que o uso prolongado sem acompanhamento pode causar desequilíbrio na microbiota oral e até manchas nos dentes.Outro ponto de atenção é a presença de álcool em algumas formulações, que pode irritar a mucosa bucal e causar sensação de ardência.“O ideal é optar por versões sem álcool, especialmente em casos de sensibilidade ou uso frequente”, orienta Veridiana. “Cada paciente tem uma necessidade diferente — por isso, a escolha do enxaguante e a frequência de uso devem ser sempre individualizadas e orientadas pelo cirurgião-dentista.”De forma geral, o enxaguante bucal continua sendo um importante recurso na rotina de higiene oral, desde que usado com consciência e sob orientação profissional. A boa escovação, o uso do fio dental e visitas regulares ao dentista continuam sendo os pilares essenciais de uma boca saudável.De forma geral, o enxaguante bucal continua sendo um importante recurso na rotina de higiene oral, desde que usado com consciência e sob orientação profissional. A boa escovação, o uso do fio dental e visitas regulares ao dentista continuam sendo os pilares essenciais de uma boca saudável.  

5 de novembro de 2025

Palito de dente faz mal? especialista alerta para os riscos à saúde bucal

Apesar de muito popular, o uso do palito de dente pode trazer diversos prejuízos à saúde bucal. Embora pareça uma solução prática para remover restos de alimentos presos entre os dentes, ele não é recomendado por especialistas e pode causar feridas, inflamações e até o desgaste de dentes. De acordo com o coordenador do curso de Odontologia da Faculdade Anhanguera, Marcelo Coessens, o uso frequente do palito, principalmente por leigos, pode gerar consequências sérias. “O palito de madeira tem ponta rígida e fissuras capazes de carregar microrganismos. O uso inadequado pode ferir a gengiva, causar retrações, danificar o esmalte dos dentes e até agravar problemas já existentes, como cáries e inflamações gengivais, além de ter potencial de levar bactérias e fungos à cavidade oral”, explica. Outro problema comum, segundo o especialista, é que o uso do palito não limpa adequadamente o biofilme dentário e pode inclusive empurrar resíduos para áreas mais profundas, causando mau hálito e inflamações. “Em vez de remover completamente os restos alimentares, o palito pode espalhar as bactérias e aumentar o risco de gengivite”, alerta. Com informações do Site NotíciasAoMinuto 

 

18 de outubro de 2025

Saiba como algumas questões mentais podem afetar a saúde da boca

Muitas pessoas desconhecem, mas a saúde mental e bucal estão interligadas. Problemas emocionais podem impactar negativamente o autocuidado e prejudicar a atenção com a boca. Isso gera um ciclo já que a baixa autoestima resultante do descuido com a saúde bucal agrava ainda mais o estado mental. Doutor Emerson Nakao, dentista e consultor científico da Odontoprev, explica a relação entre o sorriso e a mente. Conexão da ansiedade e estresse com a saúde bucal. O estresse e a ansiedade podem impactar diretamente a saúde bucal, podendo levar a distúrbios como o bruxismo. Esse transtorno, caracterizado por sobrecarga muscular, pode se manifestar com sintomas tardios como dores intensas, desgaste e fraturas dentárias. Ou seja, no início, os efeitos não aparecem. “O bruxismo é um distúrbio involuntário que se caracteriza pelo ranger ou apertamento dos dentes, e ocorre principalmente durante o sono. Frequentemente, a condição passa despercebida pela maioria das pessoas afetadas até que sintomas como dentes desgastados, dores de cabeça e no pescoço se tornem evidentes”, comenta Dr. Nakao. Depressão e os cuidados bucais: A depressão é uma doença que pode levar à negligência do autocuidado. Tarefas cotidianas e simples, como pentear o cabelo, tomar banho e higiene da boca costumam ser deixadas de lado por pessoas que estão vivendo esse período. Isso resulta em maior incidência de problemas como a cárie, gengivite e, a longo prazo, até problemas de perda óssea ao redor dos dentes. “Pessoas com depressão geralmente apresentam problemas de autoestima, o que as faz evitar consultas odontológicas, mesmo com sinais e/ou sintomas. Isso impede o acesso a tratamentos necessários, o que pode agravar os problemas. Além disso, é comum o aumento do consumo de álcool, cigarro e açúcar, o que também contribui para o desenvolvimento e piora de doenças bucais”, relata. Boca e os transtornos alimentares. Alguns transtornos alimentares, como compulsão alimentar, bulimia e anorexia podem prejudicar o cuidado com o sorriso. Pessoas diagnosticadas com essas questões tendem a apresentar problemas como erosão dental, cárie, doença gengival e perda dentária. O especialista comenta que o quadro pode ser agravado ainda mais por conta da dieta desbalanceada e pobre em nutrientes. “Isso se deve ao fato de que esses distúrbios geralmente vêm acompanhados de vômitos frequentes, que modificam a acidez salivar, resultando na corrosão dos dentes”, diz.A importância de buscar ajuda. Para o Dr. Nakao, é crucial reconhecer e abordar a ligação entre o cuidado mental e a saúde bucal. “Indivíduos nessas condições devem buscar ajuda profissional e aderir ao procedimento necessário, em alguns casos, incluindo a medicação. A colaboração do paciente é fundamental para o sucesso do tratamento, já que grande parte do processo depende de sua cooperação e da modificação de hábitos. A pessoa precisa se superar e querer ser ajudada”, conclui. 

 

19 de novembro de 2024

Bebidas e alimentos que podem ajudar a combater o mau hálito

Tem sempre mau hálito e não sabe mais o que fazer? Pode ser o momento de ajustar a alimentação. Tim Bradstock-Smith, dentista e fundador da The London Smile Clinic, citado pelo HuffPost, apontou nove bebidas e alimentos que podem ajudar a combater o problema. Confira as sugestões: Bebidas e alimentos que ajudam a combater o mau hálito: Chá verde: Rico em polifenóis, o chá verde ajuda a diminuir compostos de enxofre que causam mau hálito e possui propriedades antibacterianas que reduzem a presença de bactérias na boca, promovendo uma saúde oral mais equilibrada. Maçãs: Conhecidas como as "escovas de dentes da natureza," as maçãs ajudam a remover placa bacteriana e restos de alimentos. Sua acidez natural estimula a produção de saliva, eliminando bactérias causadoras de mau hálito. Iogurte: Consumir iogurte regularmente pode reduzir a placa bacteriana e diminuir o risco de doenças gengivais, o que contribui para um hálito mais fresco. Salsa: Mastigar salsa fresca disfarça temporariamente o mau hálito e suas propriedades antibacterianas ajudam a reduzir as bactérias na boca. Cenouras: A textura crocante das cenouras auxilia na limpeza dos dentes ao remover a placa bacteriana e restos de alimentos, além de estimular o fluxo de saliva para neutralizar ácidos e eliminar partículas. Manjericão: Mastigar folhas frescas de manjericão ou incluí-las na dieta ajuda a manter o hálito fresco e reduz o número de bactérias prejudiciais na boca. Aipo: Atua como uma escova natural, raspando partículas de alimentos e placa bacteriana dos dentes. Seu alto teor de água auxilia na manutenção da saliva, essencial para o hálito fresco. Queijo: Ajuda a manter um nível de pH saudável na boca, neutralizando ácidos produzidos pelas bactérias da placa. Menta: Contém óleos essenciais com propriedades antibacterianas que diminuem a carga bacteriana na boca. Essas pequenas mudanças na alimentação podem contribuir para um hálito mais agradável e uma saúde oral melhor. 

26 de outubro de 2024

5 coisas que seu dentista gostaria que você soubesse

Como é de conhecimento geral, para manter a saúde bucal em dia, é preciso ter uma rotina de higiene, que envolve escovar os dentes ao menos três vezes ao dia, usar fio dental regularmente e visitar o dentista a cada seis meses. No entanto, muitas pessoas não seguem esses conselhos por não compreenderem a importância da boa saúde bucal.“A verdade é que a atenção com a saúde oral vai muito além de apenas evitar o surgimento de cáries”, diz a Dra. Camila Lima, Especialista em reabilitação oral e estética e Embaixadora da S.I.N. Implant System. “A boca é como uma janela para a saúde geral do organismo, pois está intimamente ligada ao bem-estar geral. Cuidar dos dentes e gengivas ajuda a prevenir doenças como gengivite e periodontite e, além disso, a inflamação crônica local pode contribuir para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, problemas respiratórios e até mesmo agravar condições crônicas”, conclui. Gengivas sangrando não são normais, Exclua os palitos de dente da sua rotina, Não aperte seus dentes uns contra os outros (seja de dia ou de noite!), Acredite, o sorriso perfeito existe! 

28 de junho de 2024

Esteja atento à cor das suas gengivas. Podem revelar mais do que pensa

A cor das gengivas pode nos fornecer importantes sinais sobre a saúde bucal. Além do tom amarelado nos dentes e o aparecimento de cáries, a coloração das gengivas também pode indicar problemas. Veja abaixo algumas das cores mais comuns e o que elas podem significar: Gengivas rosadas: É uma boa indicação de que a circulação sanguínea e oxigenação estão adequadas, e não há sinais de inflamação. Gengivas saudáveis têm menos probabilidade de sangrar durante a escovação. Gengivas brancas: Podem ser um sinal de anemia e outros problemas de saúde. Gengivas vermelhas: Indicam má higiene oral e podem levar à inflamação e acúmulo de bactérias, podendo progredir para problemas mais graves. Gengivas vermelhas escuras ou azuladas: Podem sugerir problemas de oxigenação e estar relacionadas a condições cardiovasculares, respiratórias ou outras condições de saúde. Gengivas com manchas castanhas ou pretas: Em alguns casos, podem ser normais. Entretanto, se notar irregularidades ou mudanças na aparência dessas manchas, é importante que um dentista as analise. Fique atento aos sinais que suas gengivas estão lhe dando e, em caso de dúvidas ou problemas, consulte um profissional de saúde bucal. Cuidar da saúde oral é fundamental para uma vida saudável e sorridente. Com informações do site NoticiasAoMinuto  

24 de junho de 2024

Saiba diferenciar entre o mau hálito estomacal e o bucal


O mau hálito ou halitose é um incômodo que afeta a qualidade de vida de aproximadamente 40% da população mundial, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. E embora a halitose não seja uma doença, em situações raras, esse odor pode ser resultado do desenvolvimento de doenças gastrointestinais graves. Mas afinal, quando identificar a causa do mau hálito? Para entender a relação entre o sistema digestivo e a cavidade oral, conversamos com o Dr. Lucas Nacif, cirurgião gastrointestinal, e membro titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva, e com o Dr. Victor Nastri, cirurgião dentista e membro da sociedade brasileira de odontologia estética, que explicam as origens do mau hálito, e como identificar. É possível diferenciar a halitose estomacal de outros tipos de mau hálito? Segundo o Dr. Nacif, Sim. O mau hálito estomacal geralmente tem um odor mais forte e persistente, e pode ser acompanhado de outros sintomas, como azia ou refluxo. Mas segundo ele, as doenças gastrointestinais só devem ser levadas em consideração como causadoras do mau hálito quando todas as alternativas forem descartadas. “O mau hálito de origem gástrica frequentemente se manifesta através de sintomas como azia persistente, regurgitação ácida e desconforto abdominal após as refeições. Isso porque, existe a chance desses indícios sugerem uma possível relação com problemas gastrointestinais, como o refluxo gastroesofágico, no qual o conteúdo ácido do estômago retorna para o esôfago, causando desconforto e, consequentemente, contribuindo para o mau hálito. Além disso, úlceras gástricas, feridas na parede do estômago, podem ser outra causa potencial, especialmente quando acompanhadas por sintomas como dor abdominal em jejum ou após a ingestão de alimentos. Outro fator a considerar é a infecção por Helicobacter pylori, uma bactéria associada a úlceras gástricas e gastrite, que pode desempenhar um papel significativo no desenvolvimento do mau hálito de origem gástrica. “Reconhecer esses sinais específicos é fundamental para uma abordagem diagnóstica precisa e direcionada do paciente”, salienta Nacif. Dr. Victor Nastri, cirurgião-dentista, concorda, e também destaca a importância de uma avaliação odontológica completa antes de considerar outras causas. “Cerca de 90% dos casos de halitose têm origem na cavidade oral. Problemas como cáries, doenças periodontais, saburra lingual (placa bacteriana na língua) e até próteses mal adaptadas podem ser os responsáveis pelo mau hálito. Por isso, é fundamental que o paciente visite o dentista regularmente para garantir que a saúde bucal esteja em dia”, aponta. 

10 de fevereiro de 2024

Mau hálito: 4 dicas para evitar o problema

A halitose, ou mau hálito, é um mal que atinge mais de 30% da população mundial, segundo dados da Associação Internacional de Pesquisa dos Odores da Boca.  De acordo com a literatura médica, a halitose é um sintoma e não uma doença, e conta com mais de quarenta causas diferentes. Seja qual for sua origem, esta condição, que se caracteriza pelo odor desagradável e persistente no ar exalado pela boca, ocasiona impactos negativos na vida pessoal e social de quem sofre com isso. “Na grande maioria dos casos, o mau hálito começa na língua, já que entre as papilas há pequenos espaços onde se acumulam restos de alimentos e células que descamam do epitélio lingual”, diz o Dr. Sergio Lago, Doutor em Periodontia e Embaixador da S.I.N. Implant System. “As bactérias presentes nessas cavidades liberam substâncias ricas em enxofre, que provocam a halitose”, conclui. Em tempo: apesar de menos comuns, outras causas do mau hálito incluem infecções respiratórias, refluxo gastroesofágico, diabetes descontrolado, insuficiência renal e hepática e até mesmo estresse. 

6 de fevereiro de 2024

Sinais de alerta para o câncer de boca

O câncer de boca, um tumor maligno que pode afetar qualquer parte da boca, é um problema sério que muitas vezes é detectado tardiamente, reduzindo as chances de cura. A Dra. Danielli Haddad, especialista em saúde bucal, destaca os sintomas que você precisa prestar atenção para evitar um diagnóstico tardio. Fique atento se você notar: Lesões na boca que não cicatrizam em 15 dias: Feridas, aftas ou manchas que não desaparecem podem ser um sinal de alerta. Placas vermelhas ou brancas na boca: Placas na língua, gengivas, palato ou bochechas que não são causadas por outras doenças exigem atenção. Nódulos no pescoço: Caroços no pescoço podem indicar a disseminação do câncer. Rouquidão persistente: Rouquidão sem causa aparente pode ser um sintoma do câncer de orofaringe. Dificuldade em mastigar, engolir ou falar: Alterações na mastigação, deglutição ou fala podem indicar um tumor na boca. Assimetria facial: Inchaço ou deformidade na face podem ser um sinal de câncer avançado. A importância da detecção precoce: O diagnóstico precoce é crucial para o sucesso do tratamento, com chances de cura acima de 95%. No entanto, 50% dos pacientes são diagnosticados tardiamente, reduzindo drasticamente suas chances de sobreviver por mais de cinco anos. Prevenção: Alimentação saudável: Consumir frutas e verduras regularmente ajuda a prevenir o câncer de boca. Evitar o álcool e o cigarro: O tabagismo e o consumo excessivo de álcool aumentam significativamente o risco de desenvolver a doença. 

9 de julho de 2023

Não se esqueça da saúde oral nas férias. Dicas para cuidar do sorriso

Durante o verão, com os dias mais longos, a saúde oral fica, muitas vezes, esquecida. É, no entanto, algo que nunca deve ser negligenciado. Por isso, nesta época, é necessário reforçar alguns cuidados que ajudam a garantir um sorriso saudável, explica Khaled Kasem, chefe de ortodontia da Impress, em comunicado. Para ajudar, o especialista deixou algumas dicas para manter o sorriso 'em forma' neste verão. Manter a hidratação, Limitar o consumo de bebidas açucaradas e ácidas, Ter cuidado com os alimentos, Evitar mastigar gelo, Proteger os lábios do sol. Neste último caso: "A exposição solar excessiva pode provocar queimaduras solares nos lábios, que podem ser dolorosas e aumentar o risco de desenvolvimento de cancros orais. Para evitar este tipo de problemas, é recomendado o uso de bálsamos labiais com FPS 30 ou superior para proteger os lábios dos raios UV nocivos."