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9 de abril de 2015
Usinas passando dificuldades
A atividade produtiva da cana-de-açúcar em Pernambuco é secular. Começou no Brasil Colônia e se expandiu até a década de 90, quando parte das 40 usinas do parque industrial, que chegou a empregar 350 mil canavieiras no campo, teve de encerrar as atividades. Derrubando a participação sucroalcooleira do Estado de 10% para apenas 3% na produção nacional de cana-de-açúcar. Atualmente, por causa de má administração no setor, dificuldades econômicas e de natureza climatológica, os usineiros, os fornecedores e os canavieiros passam vexames. A seca, a pior dos últimos 30 anos, e o baixo preço do açúcar no mercado internacional, só pioram a situação. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
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1 de janeiro de 2015
Clubes de futebol no vermelho
As más gestões, as magras receitas, contratações erradas e custos astronômicos levam os clubes ao aperto financeiro. Acumulando dívidas e ameaças de penhora de bens. Os clubes demonstram desconhecer a regrinha básica de política de gastos para evitar o desequilíbrio orçamentário e o atraso de salários. No Recife, a situação de Santa Cruz, Náutico e Sport é semelhante. As dívidas trabalhistas são altíssimas. Dos três, apenas o Sport apresenta situação mais confortável. Embora tenha eliminado mais de seis mil sócios por inadimplência, o rubro-negro está prestes a quitar o passivo trabalhista. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
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29 de abril de 2014
Sol de rachar, seca, carnaval
A seca no Nordeste não é um fenômeno indecifrável nem um caso insolúvel. Caso não houvesse tanta discriminação, tanto desinteresse do poder público, o problema não se eternizaria, e com certeza, seria solucionado. O desmatamento é uma das atividades responsáveis pelo afastamento das chuvas, uma das causas da forte evaporação, causa da elevação da temperatura, do sol forte com os invernos fracos o solo seca e racha. Dificultando a exploração da agricultura e a pecuária, fazendo rarear os recursos econômicos e provocando miséria na Região, com também enormes problemas sociais. Como o Nordeste é subdesenvolvido, não recebe as devidas atenções do poder público, não tem forças para erguer sozinho um desenvolvimento sustentável, o socorro só aparece na forma de programas de assistencialismo, agravando a pobreza. No entanto, apesar do nordestino sentir dificuldades de sobrevivência, o governo de Pernambuco, em conjunto com as esferas municipais, achou de investir forte no carnaval. Gastou cerca de R$7 milhões na contratação de músicos de outros estados brasileiros. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
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