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3 de dezembro de 2014
Desindustrialização Brasileira
A desindustrialização brasileira e seus impactos negativos na economia, na geração de empregos e renda é gravíssima e tem sido ignorada pelos governos, federações e empresários. Citando como exemplo o mercado de aço e equipamentos o Brasil tem produzido anualmente o que a China produz em 18 dias e somente na última década a importação de produtos chineses pelo Brasil gerou 1 milhão de empregos naquele país. Cabe ressaltar que cada emprego gerado pelo setor siderúrgico cria outros 23 empregos indiretos, assim estamos gerando emprego e renda só para os chineses. Impressiona os dados divulgados pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, revelando que a participação das fábricas mineiras no crescimento do estado passou de 28,4% no ano de 1985 para atuais 11,8% e com tendência de queda. A permissividade dos brasileiros com a exploração e envio do minério de ferro e demais matérias primas brutas ao exterior sem nenhum valor agregado certamente reduzirá o Brasil a uma mera colônia exploratória e consumidora de seus próprios produtos com altos custos, ainda pior do que o realizado nos tempos de colônia portuguesa. Foto: Fernando Melo. Daniel Marques. Virginópolis/MG
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24 de setembro de 2014
Pequenos e médios empresários, sonham com reforma tributária
Incomodados com os altos impostos em vigor, os empresários pedem a priorização para nova reforma tributária. Diferente das outras 15 reformas que foram implantadas desde 2008 que não serviram pra nada. Realmente, a atual regra de tributação no país é complexa. Segue o ritual de altas alíquotas de impostos, causa insegurança à produção, explora com rigor a enfadonha e improdutiva burocratização. Por outro lado, os empresários também criticam as repetidas reduções temporárias do Imposto sobre Produtos Industrializados que só beneficiam a indústria automotiva e o segmento de linha branca, deixando o setor de serviços, altamente prejudicado. A maioria do empresariado tem plena convicção de que simplificando a sistemática tributária, o país pode entrar numa salutar etapa de progresso econômico, ao contrário da exagerada gama de obrigações tributárias que fecha as portas da produtividade. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
8 de fevereiro de 2014
Preços abusivos dos hotéis com aproximação da copa do mundo
O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, Enrico Fermi, mostrou sua insatisfação nesta questão de o governo federal discutir potenciais abusos nas tarifas cobradas durante a Copa, dizendo: "Não devo satisfação a governo nenhum". A verdade é que os preços praticados pelo setor de serviços, principalmente o setor hoteleiro e o de restaurantes, estão indecentemente caros em todo Brasil. O pior é que a contraprestação não vale o que estão cobrando. Estão cobrando caro e prestando um serviço de país subdesenvolvido, que é na realidade o que o País é. Então deveria ter preços de subdesenvolvido, não? O preço do aluguel das cadeiras na praia está quase o cobrado nas praias de Mykonos e Santorini, na Grécia. E você está em Mykonos e Santorini? Não, está na Praia de Ipanema, Leblon, ou Boa Viagem no Recife, sujeito a arrastões ou ser roubados. Agora, espero que o Sr. Enrico esteja em dia com o Fisco, suas obrigações trabalhistas com seus empregados, instalações sanitárias, higiene dos alimentos, etc. Foto: Inaldo Lins. Panayotis Poulis. Rio de Janeiro/RJ.
PROCON RESPONDE Aqui em Pernambuco não temos esse problema de preços abusivos cobrados nas tarifas de hotéis. Pedro Resende Junior. Assessoria de Comunicação
PROCON RESPONDE Aqui em Pernambuco não temos esse problema de preços abusivos cobrados nas tarifas de hotéis. Pedro Resende Junior. Assessoria de Comunicação
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