O Instituto Butantan submeteu à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o pedido de registro da sua vacina contra a dengue, a Butantan-DV. Se aprovado, o imunizante será o primeiro do mundo em dose única contra a doença. De acordo com a instituição, os ensaios clínicos do imunizante demonstraram 79,6% de eficácia geral para prevenir casos de dengue sintomática e uma proteção de 89% contra dengue grave ou com sinais de alarme. Os estudos também demonstraram eficácia e segurança prolongadas por até cinco anos. Em caso de aprovação, o centro de pesquisa poderá ofertar cerca de 100 milhões de doses para o Ministério da Saúde nos próximos três anos. Dessas, 1 milhão poderá ser entregue já em 2025. O restante seria distribuído ao longo de 2026 e 2027. O candidato a vacina contra a dengue é um imunizante tetravalente, formulado para proteger contra os quatro sorotipos do vírus (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4). "É um dos maiores avanços da saúde e da ciência na história do País e uma enorme conquista em nível internacional", afirmou Esper Kallás, diretor do Instituto Butantan."Vamos aguardar e respeitar todos os procedimentos da Anvisa, um órgão de altíssima competência. Mas estamos confiantes nos resultados que virão." Folhapress
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24 de dezembro de 2024
Butantan pede à Anvisa registro de sua vacina contra dengue
15 de dezembro de 2023
Instituto Butantan desenvolve vacina contra zika vírus para gestantes
O Instituto Butantan está desenvolvendo uma vacina contra o zika vírus, causador de microcefalia em bebês recém-nascidos de mães infectadas durante a gravidez. A tecnologia utilizada envolve o uso do vírus inativado para estimular o sistema imune. Segundo o instituto, trata-se da plataforma ideal, pois é mais segura para aplicação em gestantes.Estudos iniciais já demonstraram que a formulação é capaz de gerar anticorpos neutralizantes contra o vírus. A expectativa é que os testes pré-clínicos, para avaliar segurança e possíveis reações adversas, sejam iniciados em agosto de 2024. A tecnologia utilizada envolve o uso do vírus inativado para estimular o sistema imune. Segundo o instituto, trata-se da plataforma ideal, pois é mais segura para aplicação em gestantes. "Como o principal público-alvo seriam mulheres grávidas, a vacina contra Zika precisa ter um perfil de segurança muito alto. A confiabilidade desses processos é grande, tanto em termos científicos como no aspecto regulatório", explica Renato Mancini Astray, um dos responsáveis pelo projeto. Mais de 60 composições diferentes foram testadas nos últimos anos até que os pesquisadores chegassem a duas formulações adequadas. Nesse momento, os cientistas trabalham na versão final que será encaminhada para estudos pré-clínicos. O projeto teve início em 2015, ano em que o Brasil declarou emergência de saúde pública nacional devido à epidemia da doença. Os estudos tiveram que ser interrompidos em 2020, quando os esforços das equipes de virologia se voltaram à covid-19. "No Brasil, nós produzimos muitas vacinas, mas desenvolvemos pouco: a maioria vem de transferência de tecnologia. Com o projeto do Zika, temos a oportunidade de fazer uma vacina que seja desenvolvida no Brasil da bancada ao produto", destacou o pesquisador do Butantan. Folhapress
25 de janeiro de 2015
Escalada de preços nos produtos e serviços
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) atesta. Nos últimos dez anos, quem pressiona os preços para o consumidor, fortalece a inflação, encarece o custo de vida é o segmento da prestação de serviços. Os preços cobrados no salão de beleza, nos clubes, lanchonetes, barzinhos, restaurantes, os gastos que as famílias despendem com a saúde, a educação dos filhos, no pagamento da conta de água e luz e nas passagens de ônibus é o que dispara a inflação. Por isso, a tendência desse segmento é perder consumo. Desaquecer-se, perder vendas, paulatinamente. Vai ser um sufoco para todo mundo este ano de 2015. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
24 de outubro de 2013
Eu só queria entender
Acho estranho ver militantes dos direitos dos animais preocupados em invadir o “Instituto Royal”, em São Roque, cidade do interior do estado de São Paulo, para libertar cachorros da raça Beagles, mas não perceber o mesmo tipo de interesse quanto ao planejamento de uma invasão ao “Instituto Butantan”, localizado na capital paulistana, para libertar, por exemplo, cobras, escorpiões e aranhas. Será que a indignação dessa gente é “Seletiva"? Quem sabe depois da “farra” em que foi transformada a invasão do “Instituto Royal”, alguns até tenham programou uma “churrascada” para comemorar o êxito midiático da “empreitada”, consumindo muita costela de boi, coxa de galinhas, lombinho de porco, peixe na brasa e “otras cositas más”... Foto: Geraldo Nascimento. Júlio Ferreira. Recife/PE
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