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4 de fevereiro de 2026

Anvisa proíbe venda de leite condensado e dois suplementos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (2), a interdição cautelar do leite condensado semidesnatado La Vaquita e apreendeu os suplementos Glicojax e Durasil.O lote do leite condensado foi reprovado no teste microbiológico Estafilococos Coagulase Positiva (ECP), após análises fiscais do Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels. O teste mede a quantidade de bactérias Staphylococcus aureus em alimentos, bebidas e embalagens, que, em níveis elevados, podem causar intoxicações alimentares e outras doenças.A Anvisa atribuiu o leite condensado La Vaquita à empresa Apti Alimentos, porém, a alimentícia afirmou, em nota oficial, que o produto não faz parte do seu portfólio e que foi associado erroneamente pela agência de vigilância sanitária.A Anvisa constatou que os suplementos Glicojax e Durasil possuem origem desconhecida e utilizam propagandas enganosas. O Glicojax diz possuir benefícios terapêuticos, como auxílio no controle da glicose sanguínea, suporte cardiovascular, suporte à saúde metabólica e controle da diabetes. Segundo a Anvisa, tais benefícios não apresentam comprovação científica.Já o suplemento em gotas da marca Durasil promete aliviar dores e melhorar a função erétil. O produto também tem o fabricante desconhecido. Apesar das irregularidades, plataformas de vendas online como Shopee e Mercado Livre continuam a distribuir o suplemento Agência Brasil entrou em contato com as empresas e aguarda os retornos*Estagiário da Agência Brasil sob supervisão de Odair Braz Junior

13 de janeiro de 2026

Anvisa prova lenacapavir, medicamento para prevenção do HIV

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou nesta segunda-feira (12) o registro do medicamento lenacapavir para profilaxia pré-exposição, com o objetivo de reduzir o risco de infecção pelo HIV-1 por via sexual.A indicação é destinada a adultos e adolescentes a partir de 12 anos, com peso mínimo de 35 kg, que estejam sob risco de contrair o vírus. Antes de iniciar o tratamento, é obrigatório realizar teste com resultado negativo para HIV-1.Apesar do registro concedido pela Anvisa, o medicamento ainda depende da definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos. A disponibilização no SUS será avaliada pela Conitec e pelo Ministério da Saúde.O medicamento é um fármaco que atua inibindo múltiplos estágios da função do capsídeo do HIV-1. A ação impede a replicação do vírus, tornando-o incapaz de sustentar a transcrição reversa. O medicamento está disponível em duas formas farmacêuticas: injeção subcutânea, administrada a cada seis meses, e comprimido oral, utilizado no início do tratamentoConforme a farmacêutica Gilead Sciences Brasil, o registro do medicamento ainda foi aprovado para tratamento de pacientes multiexperimentados (HTE) com HIV-1 resistente a múltiplas classes de antirretrovirais. Folhapress

7 de janeiro de 2026

Anvisa libera estudo com medicamentos para lesões na medula espinhal

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso do medicamento polilaminina no tratamento do trauma raquimedular agudo, que é uma lesão da medula espinhal ou coluna vertebral.No anúncio feito, nesta segunda (5), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a pesquisa será um marco importante para quem sofreu uma lesão medular e também para as suas famílias.“Cada avanço científico é sempre uma nova esperança renovada”, disse Padilha.O ministro considera que o produto é uma inovação radical e com tecnologia 100% nacional. Os estudos com polilaminina são desenvolvidos por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com a liderança da professora Tatiana Sampaio, em parceria com o laboratório Cristália.Segundo Padilha, a pesquisa já apresentou resultados promissores na recuperação de movimentos. Nesta primeira fase, o estudo da polilaminina foi realizado em cinco pacientes voluntários com lesões agudas da medula espinhal torácica entre as vértebras T2 e T10. Fonte: Ministério da saúde

30 de novembro de 2025

Anvisa aprova registro de vacina 100% nacional contra dengue

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apresentou parecer favorável sobre a segurança e eficácia da vacina contra a dengue produzida pelo Instituto Butantan. Será o primeiro imunizante 100% nacional para o combate da doença. O termo de compromisso assinado no início deste mês, é a etapa final de um longo período de pesquisas e investimentos que teve o apoio do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).Com a conclusão desta etapa, o Ministério da Saúde fará a inclusão da vacina no calendário nacional para disponibilização exclusiva pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A expectativa é garantir a oferta e ampliar o acesso à vacina em 2026, conforme a capacidade produtiva do laboratório.O Ministério da Saúde investe mais de R$ 10 bilhões por ano no Instituto Butantan e, especificamente para a expansão da sua estrutura, incluindo a produção da vacina contra a dengue, são mais de R$ 1,2 bilhão pelo Novo PAC Saúde com foco na estrutura produtiva. O Brasil foi o primeiro país a ofertar a vacina no sistema público de saúde.

30 de junho de 2025

Mais de 1,2 mil pessoas têm reação a pasta Colgate e venda segue proibida

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou que mais de 1,2 mil pessoas relataram reações adversas ao uso do creme dental Colgate Total Prevenção Ativa Clean Mint até o final de maio. Os registros incluem sintomas como ardência, inchaço, aftas, dores e irritações na boca, que em alguns casos comprometeram a fala e a alimentação. A venda do produto foi inicialmente suspensa em março, quando apenas 13 casos haviam sido notificados. A restrição voltou a valer um mês depois, após a alta significativa nos relatos de reações adversas. Desde então, a comercialização do produto permanece proibida. Investigação da Anvisa. Após a suspensão, a Anvisa determinou a investigação dos componentes da fórmula do Colgate Clean Mint para identificar a possível causa das reações. A fórmula do produto foi alterada em julho de 2024, substituindo o fluoreto de sódio pelo fluoreto de estanho como ingrediente ativo. No entanto, ainda não há confirmação de que essa mudança seja responsável pelos efeitos adversos relatados. A agência também apura se os problemas podem estar relacionados a aromatizantes à base de óleos essenciais, conhecidos pelo seu potencial alergênico, além de corantes e aditivos usados para melhorar o sabor. A investigação segue em colaboração com a fabricante do produto. Com informações do Site NoticiasAoMinuto 

 

18 de março de 2025

Anvisa alerta sobre risco de botulismo pelo uso inadequado de botox

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) emitiu um alerta no último dia 13. para pacientes e profissionais de saúde, destacando os riscos associados ao uso inadequado da toxina botulínica, popularmente conhecida como botox, incluindo o botulismo. A agência afirma que recentemente recebeu dois casos relatados de botulismo ligados ao uso da substância. "Após revisão de dados de notificações e textos de bula disponíveis em outros países, a Agência solicitou que as empresas com produtos registrados com toxina botulínica incluam em bula o risco de que a toxina pode afetar áreas distantes do local da injeção, com a possibilidade de causar sintomas graves de botulismo, que podem surgir horas ou semanas após a aplicação", informa. A agência reguladora reforça que procedimentos feitos com o composto injetável devem ser realizados por profissionais devidamente habilitados, em locais autorizados pela vigilância sanitária e com o uso de medicamentos registrados na Anvisa. O botulismo é uma doença grave, não contagiosa, causada por uma toxina produzida por uma bactéria, a Clostridium botulinum, que ataca o sistema nervoso, o que pode causar paralisia muscular. Esse micro-organismo vive em ambientes sem oxigênio, como solo, sedimentos e alimentos mal conservados. Folhapress 

2 de março de 2025

Anvisa suspende venda de sete marcar de café por substância irregulares

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da venda, fabricação, distribuição e propaganda de sete marcas de café no Brasil após a detecção de substâncias não regulamentadas em suas composições. A medida foi tomada com o objetivo de proteger a saúde pública, já que os produtos continham mulungu e terpenos, compostos naturais que não possuem aprovação para uso em alimentos no país. Produtos Suspensos: Os produtos afetados pela decisão da Anvisa são fabricados pela empresa Café Blends do Brasil e incluem as seguintes marcas: Café Berry White Decaf em grãos, Orange California em grãos, Lime Kush em grãos, Berry Night Decaf moído, Sunset Califórnia moído, Orange California moído, Morning Kush moído. Segundo a Anvisa, a fiscalização contínua é fundamental para garantir que os produtos comercializados no país atendam às normas sanitárias vigentes e ofereçam segurança aos consumidores. Substâncias Detectadas: Mulungu (Erythrina verna):O mulungu é uma planta nativa do Brasil, cujas cascas são tradicionalmente utilizadas como calmante para tratar insônia e depressão. Apesar de suas propriedades terapêuticas, a Anvisa proíbe seu uso em alimentos devido à falta de estudos que comprovem a segurança de sua ingestão. Terpenos: Os terpenos são compostos naturais presentes em diversas plantas e responsáveis por seus aromas característicos. Embora sejam amplamente utilizados em óleos essenciais, o emprego direto desses compostos em alimentos requer regulamentação específica. A ingestão de terpenos não autorizados pode representar riscos à saúde, incluindo reações alérgicas e interações medicamentosas. Folhapress 

24 de dezembro de 2024

Butantan pede à Anvisa registro de sua vacina contra dengue

O Instituto Butantan submeteu à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o pedido de registro da sua vacina contra a dengue, a Butantan-DV. Se aprovado, o imunizante será o primeiro do mundo em dose única contra a doença. De acordo com a instituição, os ensaios clínicos do imunizante demonstraram 79,6% de eficácia geral para prevenir casos de dengue sintomática e uma proteção de 89% contra dengue grave ou com sinais de alarme. Os estudos também demonstraram eficácia e segurança prolongadas por até cinco anos. Em caso de aprovação, o centro de pesquisa poderá ofertar cerca de 100 milhões de doses para o Ministério da Saúde nos próximos três anos. Dessas, 1 milhão poderá ser entregue já em 2025. O restante seria distribuído ao longo de 2026 e 2027. O candidato a vacina contra a dengue é um imunizante tetravalente, formulado para proteger contra os quatro sorotipos do vírus (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4). "É um dos maiores avanços da saúde e da ciência na história do País e uma enorme conquista em nível internacional", afirmou Esper Kallás, diretor do Instituto Butantan."Vamos aguardar e respeitar todos os procedimentos da Anvisa, um órgão de altíssima competência. Mas estamos confiantes nos resultados que virão." Folhapress   

16 de abril de 2024

Anvisa autoriza registro de vacina que previne bronquiolite em bebês

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o registro da vacina Abrysvo, da farmacêutica Pfizer. A dose combate o vírus sincicial respiratório (VSR), causador de infecções no trato respiratório, como a bronquiolite.  A Anvisa destacou que a bronquiolite é uma inflamação dos brônquios que acomete com bastante preocupação crianças pequenas e bebês. O imunizante é indicado para a prevenção da doença do trato respiratório inferior em crianças desde o nascimento até os seis meses de idade por meio da imunização ativa em gestantes. “Isso significa que, para a proteção das crianças, a aplicação da vacina deve ser feita nas mães, durante a gestação. A vacina não é aplicada diretamente nos bebês”, reforçou a agência. A dose também foi autorizada para a prevenção da doença do trato respiratório inferior em pessoas com 60 anos ou mais, população também considerada de risco para a doença. A vacina Abrysvo é descrita como bivalente, já que é composta por dois antígenos da proteína de superfície F do VSR. A administração é intramuscular e em dose única. Segundo a Anvisa, o imunizante deve ser aplicado durante o segundo ou terceiro trimestre da gestação. Folhapress 

16 de julho de 2023

Anvisa mantém recomendações atual do consumo de aspartame no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve a recomendação relacionada ao adoçante aspartame, cujo limite de ingestão diária é de 40 miligramas por quilo de peso. Em nota publicada nesta sexta-feira, 14, a agência afirma que acompanhará a Organização Mundial de Saúde (OMS) em relação ao tema. Na última quinta-feira, 13, a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), órgão vinculado à OMS, incluiu o produto em uma classificação de produtos "possivelmente cancerígenos". Em paralelo, o Comitê Conjunto de Especialistas em Aditivos Alimentares (JECFA) da Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO), que atuou em parceria com a OMS, não viu motivos para alterar recomendações em relação à dosagem. "Depois de revisar a literatura científica disponível, ambas as avaliações observaram limitações nas evidências disponíveis em relação ao câncer e também a outros efeitos na saúde", diz a nota da Anvisa. Mesmo assim, a classificação acendeu o alerta nas agências de regulação. Embora mantenha a recomendação atual, a Anvisa afirma que discutirá ferramentas para aumentar a fiscalização relacionada ao produto. Com informações do Site NotíciasAoMinuto 

22 de agosto de 2014

Cartela de remédio com um parafuso dentro

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou dia 20.08.2014 a suspensão de lotes de seis medicamentos. As resoluções foram publicados no Diário Oficial da União. Segundo o governo, todos os lotes dos produtos suspensos serão recolhidos pelos fabricantes, sendo quatro do Laboratório Teuto Brasileiro. Um destes quatro foi o lote 1998101 (validade 1/05/2015) de paracetamol 500mg, que teve denúncia ao Procon por parte de consumidor que encontrou um parafuso no lugar do comprimido em uma das cartelas. Os outros produtos do laboratório suspensos foram: nistatina e atorvastatina cálcica comprimidos. Já o medicamento Tabine (citarabina), da empresa Meizler UCB biopharma, teve 13 lotes suspensos e também o lote 86199 do medicamento Tamsulom, da empresa Zodiac Produtos Farmacêuticos S.A. A Anvisa irá investigar as queixas técnicas e avaliar eventuais penalidades a serem aplicadas, inclusive possíveis fechamento. Multa pode oscilar entre R$ 2 mil e R$ 1,5 milhão. Foto ilustrativa: Firmino Caetano Junior. Fonte: Agência Estado

19 de agosto de 2014

Falta de remédio deixa doentes desesperados

Comovente a história dos pais que lutam e têm despesas gigantescas para importar e tratar os filhos com o remédio Canabidiol ( tratamento de convulsões, epilepsia), para o Brasil. É incompreensível o descaso da ANVISA e do governo brasileiro ao impôr barreiras burocráticas e legais para a liberação do uso desse medicamento, sem que haja argumentos válidos e reais apenas o preconceito  por ser um derivado da maconha que não causa efeito entorpecente e seu uso já é permitido na Alemanha, no Uruguai, em Israel, na Espanha, na Holanda e nos Estados Unidos. Entretanto a Anvisa, libera agrotóxicos e dos 50 produtos químicos mais aplicados na agricultura, 22 são proibidos pela União Europeia e Estados Unidos, mas continuam sendo largamente utilizados em território brasileiro, apesar dos riscos que oferecem à saúde. Foto: Firmino Caetano Junior. Daniel Marques. Virginópolis/MG