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3 de janeiro de 2026

Jovens de 15 a19 anos podem se vacinar contra HPV até junho 2026

Os jovens de 15 a 19 anos que ainda não tomaram a vacina contra o HPV ganharam mais 6 meses para se imunizarem. O Ministério da Saúde prorrogou até o primeiro semestre de 2026 a estratégia de resgate vacinal (retomada da cobertura vacinal) para essa faixa etária.O prazo para a imunização acabaria agora em dezembro. Segundo o Ministério da Saúde, a medida tem como objetivo reforçar a proteção desse público em todo o país.A estratégia seguirá vigente até a próxima Campanha de Vacinação nas Escolas, permitindo que adolescentes e jovens que perderam a oportunidade de vacinar-se dos 9 aos 14 anos ainda possam garantir a imunização.Meta:Segundo o Ministério da Saúde, a estimativa é alcançar cerca de 7 milhões de jovens nessa faixa etária que ainda não foram vacinados contra o papilomavírus humano (HPV).

30 de novembro de 2025

Anvisa aprova registro de vacina 100% nacional contra dengue

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apresentou parecer favorável sobre a segurança e eficácia da vacina contra a dengue produzida pelo Instituto Butantan. Será o primeiro imunizante 100% nacional para o combate da doença. O termo de compromisso assinado no início deste mês, é a etapa final de um longo período de pesquisas e investimentos que teve o apoio do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).Com a conclusão desta etapa, o Ministério da Saúde fará a inclusão da vacina no calendário nacional para disponibilização exclusiva pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A expectativa é garantir a oferta e ampliar o acesso à vacina em 2026, conforme a capacidade produtiva do laboratório.O Ministério da Saúde investe mais de R$ 10 bilhões por ano no Instituto Butantan e, especificamente para a expansão da sua estrutura, incluindo a produção da vacina contra a dengue, são mais de R$ 1,2 bilhão pelo Novo PAC Saúde com foco na estrutura produtiva. O Brasil foi o primeiro país a ofertar a vacina no sistema público de saúde.

27 de julho de 2025

O que se sabe sobre vacina universal contra o câncer, segundo estudo

Uma vacina teve resultados iniciais animadores no combate ao câncer, sugere um estudo publicado na revista científica Nature Biomedical Engineering, conduzido por pesquisadores da Universidade da Flórida (EUA). Trata-se de uma vacina genérica de RNA mensageiro que foi capaz, nos testes, de ativar o sistema imunológico e provocar regressão de tumores. O que os resultados dos testes indicam? O resultado da formulação de caráter experimental foi uma reação de defesa que impulsionou o sistema imunológico a reconhecer e atacar as células cancerígenas, provocando regressão de tumores. O que é uma vacina genérica de RNA mensageiro? As vacina genéricas são diferente das vacinas personalizadas - neste caso, aquelas criadas a partir das células tumorais de cada paciente ou as que miram proteínas específicas presentes nos tumores. A proposta dos cientistas foi usar uma nova frente: vacinas não direcionadas, mas com potencial para acionar o organismo como se ele estivesse sob ataque. Mesmo não mirando um tumor ou vírus específico, desde que seja uma vacina de RNA mensageiro - isto é, utiliza uma porção do material genético do vírus para "ensinar" o corpo a produzir uma proteína que desencadeia uma resposta imune -, ela pode gerar efeitos contra o câncer. Qual novo caminho foi testado para esta vacina? Ao invés do combate a uma proteína tida como alvo, os pesquisadores escolheram como caminho neste estudo o estímulo da proteína PD-L1, que está presente dentro dos tumores. Essa estratégia possivelmente tornou-os mais receptivos ao tratamento, segundo o estudo. Os pesquisadores descobriram que ao usar uma vacina projetada não para atingir especificamente o câncer, mas sim para estimular uma forte resposta imunológica, conseguiram induzir uma reação muito forte com potencial para ser amplamente utilizada em pacientes com câncer. Já foram feitos testes em seres humanos? Qual o próximo passo? Os testes foram feitos apenas em animais (camundongos, neste caso). Agora, os próximos passos focam na adaptação da formulação para testes em humanos, além da avaliação da eficácia e segurança em pacientes oncológicos. Folhapress

 

9 de março de 2025

Vacina da gripe ficará disponível o ano todo para crianças, idosos e gestantes

O Ministério da Saúde anunciou que, a partir de agora, a vacina contra o influenza, vírus causador da gripe, faz parte do Calendário Nacional de Vacinação para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos a partir de 60 anos de idade. O imunizante estará disponível em todas as salas de vacina do País a partir da 2ª quinzena de março. Até então, a oferta do imunizante ficava restrita às campanhas sazonais. Segundo a pediatra Mônica Levi, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), a medida é importante porque os surtos de gripe não se restringem a apenas uma época do ano. "A gripe se caracteriza por uma imprevisibilidade. Então, apesar de a gente ter um maior número de casos no outono e inverno, os surtos também acontecem ao longo do ano, de forma esporádica", diz. Ela acrescenta que disponibilizar a vacina para quem não a tomou no período recomendado dá a oportunidade de esse indivíduo se proteger e também ajuda a prevenir o impacto de um eventual surto. Outros grupos continuarão recebendo o imunizante em estratégias especiais. Entre esses, estão profissionais da saúde, professores, forças de segurança, população privada de liberdade e pessoas com doenças crônicas ou deficiências, entre outros. Folhapress 

24 de dezembro de 2024

Butantan pede à Anvisa registro de sua vacina contra dengue

O Instituto Butantan submeteu à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o pedido de registro da sua vacina contra a dengue, a Butantan-DV. Se aprovado, o imunizante será o primeiro do mundo em dose única contra a doença. De acordo com a instituição, os ensaios clínicos do imunizante demonstraram 79,6% de eficácia geral para prevenir casos de dengue sintomática e uma proteção de 89% contra dengue grave ou com sinais de alarme. Os estudos também demonstraram eficácia e segurança prolongadas por até cinco anos. Em caso de aprovação, o centro de pesquisa poderá ofertar cerca de 100 milhões de doses para o Ministério da Saúde nos próximos três anos. Dessas, 1 milhão poderá ser entregue já em 2025. O restante seria distribuído ao longo de 2026 e 2027. O candidato a vacina contra a dengue é um imunizante tetravalente, formulado para proteger contra os quatro sorotipos do vírus (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4). "É um dos maiores avanços da saúde e da ciência na história do País e uma enorme conquista em nível internacional", afirmou Esper Kallás, diretor do Instituto Butantan."Vamos aguardar e respeitar todos os procedimentos da Anvisa, um órgão de altíssima competência. Mas estamos confiantes nos resultados que virão." Folhapress   

12 de dezembro de 2024

Justiça determina indenização à família de gestante morta após tomar vacina

A Justiça do Rio de Janeiro condenou a farmacêutica AstraZeneca a pagar indenização de R$ 1,1milhão por danos morais à família de uma gestante de 35 anos que morreu em decorrência da vacina contra Covid-19. Em trecho da decisão, o juiz Mauro Nicolau Junior, da 48ª Vara Cível do Tribunal de Justiça fluminense, ressalta que a mulher foi a primeira grávida brasileira a morrer por causa do imunizante. O caso, que ocorreu em 2021, levou o governo federal a suspender a aplicação da vacina AstraZeneca em gestantes, e o laboratório admitiu que não havia testado o imunizante em grávidas antes de sua liberação. Thais Possati, que era promotora de Justiça do Ministério Público estadual, tinha um filho de 3 anos à época e estava grávida de 23 semanas, quando recebeu a vacina no dia 5 de maio de 2021. No dia seguinte após tomar a vacina, a promotora desencadeou uma série de complicações que evoluíram para um quadro de AVC hemorrágico associado a trombose de seio venoso. Thais foi operada de emergência e o bebê que ela estava esperando morreu.De acordo com a Justiça, a causa da morte do bebê estava "associada às complicações que a mãe vinha enfrentando, já que todos os problemas de saúde causados à gestante por conta da vacina foram transmitidos ao filho que gerava". Thais morreu no dia 10 de maio. Folhapress 

17 de novembro de 2024

Brasil reconquista status de livre do sarampo

Cinco anos após perder o certificado de eliminação do sarampo, o Brasil recuperou o status de livre da doença. O reconhecimento foi oficializado pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) em cerimônia com a ministra da Saúde, Nísia Trindade, na sede da Opas em Brasília. O Brasil não registra ocorrências de transmissão local de sarampo desde junho de 2022, quando foi confirmado o último caso, no Amapá. Em 2024, só dois casos da doença foram detectados no País, um no Rio e outro no Rio Grande do Sul, ambos envolvendo pessoas que contraíram o vírus fora do território nacional e sem transmissão secundária. Segundo o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri, dois fatores foram decisivos para a eliminação do sarampo no Brasil: o aumento na cobertura vacinal e o manejo rápido de casos suspeitos. Kfouri diz que, para uma nação ser considerada livre do sarampo, é preciso alcançar altas taxas de vacinação, mas também garantir que nenhum caso passe despercebido. Isso exige o cumprimento de metas específicas relacionadas à vigilância epidemiológica, incluindo o reconhecimento e a investigação de casos suspeitos, bem como os seus possíveis contatos, e o monitoramento em áreas de fronteira. "Na última visita da comissão de verificação ao Brasil, diversas recomendações foram feitas e todas foram atendidas." Folhapress 

7 de agosto de 2024

Vacina contra poliomielite: como funciona e a importância para crianças

A poliomielite é uma doença que, em casos mais graves, pode provocar paralisia, principalmente nos membros inferiores do corpo. “É uma doença contagiosa provocada por um vírus (poliovírus) que inicialmente chega ao intestino e, em alguns casos, pode agredir a medula e o cérebro. Se transmite de pessoa a pessoa mediante contato com fezes contaminadas ou secreções da boca”, define a pediatra do Hospital Edmundo Vasconcelos, Lara Maia. A doença pode se manifestar de forma mais leve, com ausência de sintomas, ou mais graves. Alguns dos sintomas iniciais podem ser febre, vômitos, diarreia ou constipação, dor de cabeça e no corpo, dor de garganta, espasmos e meningite. A médica explica que a doença em sua forma mais grave (em que há a paralisia) é mais comum em crianças de idade maior ou mesmo adultos. Isso acontece porque o vírus destrói partes do sistema nervoso, causando a paralisação dos músculos e provocando sequelas que podem durar para a vida toda. “Algumas dessas sequelas são paralisia da perna, crescimento diferente das pernas, escoliose, osteoporose, atrofia dos músculos, pé-torto, dores articulares, paralisia dos músculos da fala e deglutição. Em casos mais raros, o vírus pode afetar as partes do cérebro responsáveis pela respiração, podendo levar à morte”, alerta a especialista. A importância da vacinação está no fato de que essa é a única maneira de se prevenir da doença e evitar que ela se espalhe. “A doença não tem cura até o momento atual. Os casos confirmados devem ser hospitalizados para suporte clínico e acompanhamento. O que existem são tratamentos com fisioterapia para as sequelas motoras a longo prazo”, detalha. O esquema vacinal da poliomielite é composto inicialmente por doses da vacina inativada (VIP) por injeção, aos 2, 4 e 6 meses. Na sequência, o reforço é feito com as gotinhas via oral (vacina VOP), administrada entre 12 e 15 meses e aos 4 anos, ou nas campanhas. Ela não pode ser tomada por crianças que sejam imunossuprimidas ou convivam com pessoas imunossuprimidas na mesma casa. Na rede privada, os reforços podem ser realizados aos 15 meses e depois com 4 ou 5 anos.

 

22 de abril de 2024

Vacina para câncer de pâncreas tem bons resultados em fase inicial de teste

Uma candidata à vacina para câncer de pâncreas apresentou bons resultados na primeira fase de teste em humanos nos Estados Unidos. A vacina, produzida a partir da tecnologia de mRNA, a mesma empregada para a Covid, induziu resposta imune de células de defesa responsáveis por buscar e atacar o tumor pancreático por um período de até três anos após a imunização. Os dados do ensaio clínico de fase 1 conduzido no Centro de Câncer Sloan Kettering Memorial, em Nova York, foram apresentados durante o encontro anual da Associação Americana para Pesquisa em Câncer, em San Diego (Califórnia). No estudo, foram incluídos 16 pacientes com adenocarcinoma do ducto pancreático, um tipo agressivo de tumor do pâncreas, que já haviam sido analisados com 1,5 ano de acompanhamento pós-vacina. A vacina foi feita pela BioNTech, a mesma empresa que desenvolveu a vacina contra a Covid, utilizando o RNA mensageiro com informações retiradas dos tumores dos participantes. Essas informações apontam para o sistema imune o alvo para ataque. Folhapress 

16 de abril de 2024

Anvisa autoriza registro de vacina que previne bronquiolite em bebês

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o registro da vacina Abrysvo, da farmacêutica Pfizer. A dose combate o vírus sincicial respiratório (VSR), causador de infecções no trato respiratório, como a bronquiolite.  A Anvisa destacou que a bronquiolite é uma inflamação dos brônquios que acomete com bastante preocupação crianças pequenas e bebês. O imunizante é indicado para a prevenção da doença do trato respiratório inferior em crianças desde o nascimento até os seis meses de idade por meio da imunização ativa em gestantes. “Isso significa que, para a proteção das crianças, a aplicação da vacina deve ser feita nas mães, durante a gestação. A vacina não é aplicada diretamente nos bebês”, reforçou a agência. A dose também foi autorizada para a prevenção da doença do trato respiratório inferior em pessoas com 60 anos ou mais, população também considerada de risco para a doença. A vacina Abrysvo é descrita como bivalente, já que é composta por dois antígenos da proteína de superfície F do VSR. A administração é intramuscular e em dose única. Segundo a Anvisa, o imunizante deve ser aplicado durante o segundo ou terceiro trimestre da gestação. Folhapress 

24 de fevereiro de 2024

Nova vacina apresenta resultados promissores para quem tem alergia ao amendoim

Uma vacina promissora contra a alergia ao amendoim está sendo desenvolvida pela empresa espanhola de biotecnologia InnoUp Farma. A notícia, publicada no jornal El Mundo, traz esperança para as mais de 220 milhões de pessoas em todo o mundo que sofrem com essa condição. Os resultados finais serão apresentados ainda neste mês de fevereiro em uma reunião da American Academy of Allergy, Asthma & Immunology. Contudo, já existem indicadores bastante positivos. "Ao contrário de outras estratégias de imunoterapia, a nossa tecnologia permite que a resposta imunológica que causa anafilaxia e outras reações graves não seja ativada", refere a médica da Maite Agüeros, da InnoUp Farma, em declarações ao El Mundo. A vacina, conhecida como INP20, foi administrada a 32 pessoas alérgicas a amendoim. É composta por pequenas partículas que contêm este ingrediente e que conseguem chegar às células T do sistema imunológico. Este sistema acaba por não reconhecer a substância o fruto seco o que faz com que o corpo se torne tolerável. A vacina poderá ser o ponto de partida para outros fármacos do gênero para tratar outras alergias. "Se for definitivamente eficaz, esta vacina permitirá o desenvolvimento de outras para reverter diferentes alergias alimentares", refere Ana Tabar, médica do hospital universitário de Navarra, em Espanha 

15 de dezembro de 2023

Instituto Butantan desenvolve vacina contra zika vírus para gestantes

O Instituto Butantan está desenvolvendo uma vacina contra o zika vírus, causador de microcefalia em bebês recém-nascidos de mães infectadas durante a gravidez. A tecnologia utilizada envolve o uso do vírus inativado para estimular o sistema imune. Segundo o instituto, trata-se da plataforma ideal, pois é mais segura para aplicação em gestantes.Estudos iniciais já demonstraram que a formulação é capaz de gerar anticorpos neutralizantes contra o vírus. A expectativa é que os testes pré-clínicos, para avaliar segurança e possíveis reações adversas, sejam iniciados em agosto de 2024. A tecnologia utilizada envolve o uso do vírus inativado para estimular o sistema imune. Segundo o instituto, trata-se da plataforma ideal, pois é mais segura para aplicação em gestantes. "Como o principal público-alvo seriam mulheres grávidas, a vacina contra Zika precisa ter um perfil de segurança muito alto. A confiabilidade desses processos é grande, tanto em termos científicos como no aspecto regulatório", explica Renato Mancini Astray, um dos responsáveis pelo projeto. Mais de 60 composições diferentes foram testadas nos últimos anos até que os pesquisadores chegassem a duas formulações adequadas. Nesse momento, os cientistas trabalham na versão final que será encaminhada para estudos pré-clínicos. O projeto teve início em 2015, ano em que o Brasil declarou emergência de saúde pública nacional devido à epidemia da doença. Os estudos tiveram que ser interrompidos em 2020, quando os esforços das equipes de virologia se voltaram à covid-19. "No Brasil, nós produzimos muitas vacinas, mas desenvolvemos pouco: a maioria vem de transferência de tecnologia. Com o projeto do Zika, temos a oportunidade de fazer uma vacina que seja desenvolvida no Brasil da bancada ao produto", destacou o pesquisador do Butantan. Folhapress 

1 de novembro de 2023

Saiba se você tomou todas as vacinas contra a Covid-19

Passada a pandemia da Covid-19, já não são comuns campanhas massivas chamando para mutirões de vacinação contra o coronavírus, mas o Ministério da Saúde (MS) alerta que a vacinação ainda é a principal medida para reduzir casos graves da doença, com atualização das doses de reforço. Conforme o tempo passa, porém, como saber se recebemos todas as doses ou se ainda é necessário ir até uma unidade de saúde para fortalecer a imunização? As cadernetas de vacinação do SUS (Sistema Único de Saúde), desde o "Cartão da Criança" feito com papel vermelho, sempre foram responsáveis por carregar as informações da nossa cobertura vacinal. Durante a pandemia, muitos já não tinham cadernetas e receberam um Cartão de Vacinação menor, que computava as doses da vacina contra Covid-19. Se você ainda conseguir achar esse papel em sua gaveta, aí está uma forma de checar quantas doses da vacina tomou em comparação com as que são necessárias para a sua faixa etária. Mas, caso não encontre, o Conecte SUS Cidadão é a ferramenta do conjunto integrado de informações em saúde do país, diz o MS. Isso inclui o Certificado Nacional de Vacinação Covid-19 e a Carteira Nacional de Vacinação Digital. A plataforma pode ser acessada por meio do portal online ou em aplicativos disponíveis para Android e IOS. Folhapress 

28 de setembro de 2023

Alzheimer: três vacinas comuns podem ajudar a prevenir a doença

Segundo uma pesquisa realizada no Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas, em Houston, nos Estados Unidos, há três vacinas que combatem doenças comuns, como tétano, difteria, herpes zoster e pneumonia, e que podem reduzir o risco de desenvolver a doença de Alzheimer. Neste estudo, os pesquisadores analisaram dados de adultos mais velhos, com 65 anos ou mais, que não apresentavam sinais de demência. Eles dividiram os participantes em grupos de vacinados e não vacinados ao longo de oito anos, focando em três vacinas: Tdap/Td (para tétano, difteria e coqueluche), HZ (para herpes zoster) e pneumocócica (para pneumonia e outras infecções relacionadas). Os resultados revelaram que os indivíduos que receberam a vacina Tdap/Td tiveram um risco 30% menor de desenvolver a doença de Alzheimer. Aqueles que receberam a vacina contra o herpes zoster registraram uma redução de 25% no risco, enquanto as pessoas que tomaram a vacina pneumocócica apresentaram uma redução de 27%. Para explicar essas descobertas, a equipe sugere que as vacinas podem melhorar a capacidade do sistema imunológico de combater proteínas tóxicas associadas à doença de Alzheimer ou reduzir os danos às células cerebrais saudáveis. Além disso, as vacinas podem diminuir a inflamação cerebral, um possível precursor da doença de Alzheimer, de acordo com um dos coautores do estudo. 

22 de setembro de 2023

Nova vacina contra câncer de pulmão, apresenta resultados promissores

Uma nova vacina demonstrou aumentar significativamente a sobrevivência de pacientes em estágio avançado de câncer de pulmão. Segundo a empresa de biotecnologia Ose Immunotherapeutics, a vacina Tedopi reduziu em 41% o risco de morte no prazo de um ano para pessoas com câncer de pulmão de células não pequenas, a forma mais comum da doença, geralmente causada pelo tabagismo, que já se encontrava em estado de metástase. Um ponto notável é que a vacina terapêutica apresentou uma taxa de efeitos colaterais consideravelmente menor em comparação com a quimioterapia. Enquanto os pacientes submetidos à quimioterapia apresentaram uma taxa de problemas relacionados ao tratamento de 35%, aqueles que receberam a vacina tiveram apenas 11%. É importante ressaltar que o câncer de pulmão é uma das formas mais letais da doença em todo o mundo, sendo a principal causa de mortalidade entre os homens e a segunda entre as mulheres, de acordo com estimativas globais de 2020. Alarmantemente, a grande maioria dos casos (84%) ainda é diagnosticada em estágios avançados, o que explica em parte as elevadas taxas de mortalidade associadas a essa condição. Fonte: revista científica Annals of Oncology, 

7 de junho de 2023

Vacina brasileira contra dependência de crack e cocaína é finalista de prêmio internacional

Uma vacina desenvolvida pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) contra a dependência em crack e cocaína está indicada ao Prêmio Euro, que reconhece o potencial de inovação dos profissionais latino-americanos de Medicina. Batizado de 'Calix Coca', o imunizante já teve a segurança e eficácia provados nas fases pré-clínicas do estudo e agora busca fundos para realizar os testes em humanos. A Calix Coca funciona no sistema imune, induzindo a produção de anticorpos que se ligam à cocaína na corrente sanguínea. Essa ligação transforma a droga numa molécula grande, que não passa pela barreira hematoencefálica. Idealmente, a proposta visa bloquear a absorção da cocaína e dos seus derivados, como o crack. "Esse é um problema prevalente, vulnerabilizando e sem tratamento específico. Os nossos estudos pré-clínicos comprovam a segurança e eficácia da vacina nesta aplicação. Ela aporta uma solução que permite aos pacientes com dependência se reinserir socialmente e voltar a realizar seus sonhos", explica o professor e pesquisador responsável Frederico Garcia, do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina. O objetivo da vacina, que começou a ser desenvolvida em 2015, é impedir a dependência e "recaída" dos pacientes em tratamento, "dando mais tempo para eles reconstruírem sua vida sem a droga", segundo Garcia. Até o momento, o projeto foi completamente custeado por verbas públicas. Folhapress. 

10 de junho de 2015

Vacina mata o velho

No governo Fernando Henrique Cardoso o Brasil enfrentava uma crise econômica muito pior que a atual. Assim o governo tomou certas medidas para diminuir suas despesas. Uma delas foi a criação do Fator Previdenciário, que hoje querem extinguir. Com esse plano as despesas com o INSS deveriam diminuir principalmente porque a idade para se aposentar seria maior. Coincidentemente foi lançado no Brasil a vacina contra a gripe chamada de Influenza. Apesar dos vírus produzidos no Instituto Butantã serem de boa qualidade as autoridades preferiram usar os vírus oriundos de Cuba. Devido a isso correu o boato que esta vacina era para diminuir a vida útil dos aposentados e assim melhorar o resultado do plano ¨Fator Previdenciário¨ e apelidaram de ¨Vacina Mata o Velho". Devido a isso muitos velhos até hoje não tomam a vacina de jeito nenhum. Foto: Inaldo Menezes. Edson Campos E Silva. Recife/PE

2 de novembro de 2014

Gestantes serão vacinadas para evitar mortes

A partir desta segunda-feira (3), a vacina contra difteria, tétano e coqueluche, passa a fazer parte do Calendário Nacional de Imunização. A vacina vai estar disponível em todas as unidades de saúde da Rede Municipal, incluindo Upinhas 24h, Upinhas Dia, policlínicas e maternidades. A Secretaria de Saúde do Recife espera imunizar cerca de 22 mil gestantes, além de profissionais de saúde. As mulheres grávidas devem tomar a vacina entre a 27ª ​semana ​de gestação e 20 dias antes da data provável do parto. Os profissionais de saúde (médico anestesista, ginecologista, neonatologista, obstetra, pediatra, enfermeiro e técnico de enfermagem) que atendem recém-nascidos nas maternidades e UTIs neonatais também precisam ser vacinados. Se a mulher grávida já tomou alguma dose da vacina em algum momento da vida, ela só precisa tomar ​o reforço. O objetivo da vacina é diminuir a incidência e mortalidade por coqueluche nos recém-nascidos e não existe contra-indicação para a vacina, desde que a mulher não tenha apresentado qualquer reação anafilática anteriormente. Foto: Firmino Caetano Junior. Fonte: Secretaria de Saúde do Recife