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1 de junho de 2015
Prefeito passa calote em artistas e músicos
Essa notícia é a mais comentada no momento na mídia pernambucana. É que o Prefeito do Recife, Geraldo Julio, contratou vários artistas e músicos locais, para se apresentar durante a festa de Carnaval nos polos carnavalescos, e até agora, não viram a cor do dinheiro. E não existe uma previsão para o pagamento dos R$ 35 milhões, em média, devidos aos artistas da casa. Já os músicos e manifestações de fora do Estado receberam antes mesmo de se apresentarem. Estão mais que certos, pois agindo assim, não correm o risco de levar um calote da autoridade máxima do município. É uma falta de respeito isso que a prefeitura faz e realmente desprezível este tratamento dado aos músicos, pois essas pessoas têm famílias e precisam do dinheiro. Fica a pergunta ao Prefeito: Quando o dinheiro será pago? Aos músicos: Vão continuarem a tocar sem antes receber as importância combinadas? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE
21 de abril de 2015
Atenção prefeito: pague o que deve aos artistas
É desprezível o tratamento do poder público com os artistas do Estado. Com os de fora o tratamento é Vip e o valor de contrato cai na conta das atrações antes, bem antes mesmo, do evento. Mais uma vez, como em todos os anos, o atraso no pagamento dos cachês dos músicos pernambucanos que toparam tocar no Carnaval do Recife se repete. E o pior, passados quase dois meses da Folia de Momo, não há sequer uma previsão da Prefeitura do Recife para pagar as quase duas mil atrações. O Sindicato dos Músicos Profissionais do Estado de Pernambuco (Sindimupe) estima que o montante da dívida chegue a R$ 35 milhões. No ano passado, foram quase R$ 33 milhões, que só começou a ser pago em abril, mas muitos receberam de junho em diante. O que demonstra a total falta de respeito com os artistas da casa. Prefeito Geraldo Julio, trate de honrar seus compromissos. Até porque trata-se uma promessa de campanha. Foto: Firmino Caetano Junior. Jamille Coelho. Jornalista
23 de agosto de 2013
Casa de show interditada por falta de segurança
Em mais uma ação de fiscalização em casas de festas do Recife, a Secretaria-Executiva de Controle Urbano (Secon) e o Corpo de Bombeiros interditaram, na manhã desta quinta-feira (22), o Capibar, localizado no bairro de Casa Forte, Zona Norte do Recife. O local não possuía Alvará de Funcionamento e Localização, autorização dos bombeiros e nem a estrutura necessária para receber o público. Os donos do estabelecimento só poderão reabrir quando se regulamentarem. O proprietário tem até cinco dias para se adequar às normas, pois no local não tinha extintor, iluminação adequada, não possui saída de emergência e não tem guarda-corpo, equipamento utilizado para evitar que as pessoas caiam no rio. Depois de regularizados com os bombeiros, os donos devem solicitar alvará de funcionamento junto à prefeitura, assinar um Termo de Responsabilidade e informar a capacidade do local, que é de 200 pessoas. Desde o início do ano, 43 espaços de festas foram vistoriados no Recife. Destes, 6 foram interditados e 28 notificados pela Secretaria-Executiva de Controle Urbano. Foto: Ivanildo Francisco. Fonte: Assessoria de comunicação da Secom
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10 de janeiro de 2013
Cachês dos artistas
Essa vergonha que os artistas agora levaram ao público, sobre os atrasos nos pagamentos dos seus cachês por algumas prefeituras, eu já sabia há muito tempo, pois trabalho também com eles. Costumo já estar com o dinheiro na mão para pagá-los assim que terminam as suas apresentações, porém se eles se atrasam, desconto no valor do cachê. Infelizmente, certas prefeituras não valorizam as pratas da casa, pois duvido que atrasem os cachês dos artistas de fora. Conheço um do Recife que fica atrás do palco e só entra em ação depois que sua assessoria confirma que o dinheiro está na mão. Seria bom que todos trabalhassem dessa forma. Foto: Firmino Caetano Junior. Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE.
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24 de maio de 2012
Cadê o dinheiro dos músicos?
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29 de outubro de 2011
Michael Jackson Cover

Muito bonito e útil o projeto que Adriana Lins vem desenvolvendo no bairro de Santo Amaro com os adolescentes pobres. Procurando resgatar a auto estima deles, ela os incentiva a estudar, evitar cigarros, usar drogas e beber bebidas alcoólicas, através do seu apoio na manutenção do Grupo Michael Jackson Cover que faz enorme sucesso onde se apresenta. No último dia 27/10, eles se apresentaram no palco do Veneza Water Park, causando admiração até nos produtores artísticos locais, pela incrível semelhança da figura desse artísta nas feições e estatura de Luiz Antonio que o incorpora perfeitamente e nas coreografias, roupagem e autencidade dos bailarinos que não ficam a dever aos originais. Aqueles que quiserem também ajudá-los e causar espanto e bom entretenimento aos adolescentes e crianças em suas festas, podem ligar para os números: (81) 86149197 ou 8613-0747 que não se arrependerão. foto: web. Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE.
27 de outubro de 2011
Disc Jockey (DJ)

A medida que a tecnologia progride, persiste um contraste entre o realce da inteligência do jovem com a sua falta de visão para ter acesso a um lazer que leve ao prazer do relaxamento, sem prejuízos moral e /ou financeiro. Antigamente quem comandava uma festa onde ainda se podia dançar agarradinho com a dama era um simples disc jockey. Atualmente esse profissional passou a ser denominado DJ. Muito deles têm fama de super astro e cobram uma fortuna para passarem os seus discos, enquanto seus fãs ficam em pé, espremidos em meio a uma multidão e com péssimo serviço de bar, como aconteceu no Cabanga Iate Clube. Isso é lazer ou extensão do stress cotidiano? Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE.
3 de agosto de 2011
Profissão livre de registro

Assim como os jornalistas, os músicos podem exercer a profissão livremente sem ter registro ou licença da entidade representativa da categoria, que é a ordem dos músicos do Brasil ( OMB ). A relatora do processo no Superior Tribunal de Justica ( STJ ), ministra Ellen Gracie justificou a decisão com essas palavras: "A música é uma arte, é algo sublime, próximo da divindade. Tem-se talento para a música ou não tem". E concluiu: Qualquer restrição ao exercício da profissão só se justifica se houver interesse público como ocorre em profissões como médico, engenheiros e advogados.foto: web. fonte: Agência Estado.
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