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1 de junho de 2015

Prefeito passa calote em artistas e músicos

Essa notícia é a mais comentada no momento na mídia pernambucana. É que o Prefeito do Recife, Geraldo Julio, contratou vários artistas e músicos locais, para se apresentar durante a festa de Carnaval nos polos carnavalescos, e até agora, não viram a cor do dinheiro. E não existe uma previsão para o pagamento dos R$ 35 milhões, em média, devidos aos artistas da casa. Já os músicos e manifestações de fora do Estado receberam antes mesmo de se apresentarem. Estão mais que certos, pois agindo assim, não correm o risco de levar um calote da autoridade máxima do município. É uma falta de respeito isso que a prefeitura faz e realmente desprezível este tratamento dado aos músicos, pois essas pessoas têm famílias e precisam do dinheiro. Fica a pergunta ao Prefeito: Quando o dinheiro será pago? Aos músicos: Vão continuarem a tocar sem antes receber as importância combinadas? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE

14 de fevereiro de 2015

Calote em alta por parte de donos de motos

Das 23 milhões de motos que circulam no País, 41,2% estão inadimplentes com o pagamento do seguro DPVAT desde o ano passado. Ou seja, mais de 9,5 milhões de veículos. O que é considerado um recorde negativo histórico. O montante representa uma baixa de R$ 2,77 bilhões em arrecadação, visto que o seguro obrigatório é de R$ 292,01. Vale lembrar que em 2013, 39,7% dos motoristas deveriam o pagamento do seguro. Em 2012, o índice era de 37,7%. A principal justificativa para o não pagamento da dívida é que muitos motociclistas não informam  aos Detrans quando os veículos estão fora de circulação. Assim, as motos continuam sendo consideradas para o pagamento do seguro (DPVAT). Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE

29 de janeiro de 2015

Dívida do Brasil com a ONU é gigantesca

A dívida do Brasil com a Organização das Nações Unidas é gigantesca. Chega a R$ 662 milhões. Como atrasa o pagamento dos compromissos, o país sofre consequências. Perdeu privilégios na politica externa. Teve o direito de votos cassado nas instituições internacionais, foi suspenso das eleições para ocupação de cargos, recebeu exclusão na participação em missões de paz, sofreu abalo na sua credibilidade como potência emergente. Desde 2013, o Brasil passa por dificuldades para honrar suas dívidas com a Organização das Nações Unidas (ONU). Por isso, dentre os 196 membros do órgão, o Brasil já foi o quinto maior devedor. Foto: Internet. Carlos Ivan. Olinda/PE

30 de dezembro de 2014

Situação financeira difícil, mais o povo se endividando

Apesar de endividada até o pescoço, alto descontrole nos gastos, uso indiscriminado do cheque especial e abuso do cartão de crédito, a classe média nem se preocupou com a magra situação financeira. Extrapolou nas compras natalinas, transferindo a dor de cabeça para o futuro. Como essas modalidades de crédito são as mais caras do mercado, a inadimplência, que já é enorme no momento, tende a crescer exageradamente no ano novo. Por causa da inflação em disparada, de queda na renda e das reduzidas chances de emprego, em função do baixo crescimento econômico do país. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

22 de julho de 2014

Famílias individadas é fator preocupante

Quem imagina a cadeia produtiva do Brasil navegar numa maré boa, atravessar excelente fase, no momento, se engana. Cai do cavalo. A situação do setor produtivo está difícil. O próprio IBGE propagou recentemente, o fraco desemprenho das vendas a varejo. O órgão da estatística oficial do país demonstrou sinais de retração no mercado, até mesmo no mercado automotivo, segundo dados levantados em abril passado. Quem observa a movimentação de clientes nos supermercados, nem desconfia de que está havendo queda de consumo. Deduz de que não está acontecendo acúmulo de estoques, motivado pela pressão inflacionária que empurra o setor de alimentos contra a parede. Imprensando o consumo. Todavia, de todas as questões levantadas na economia brasileira pelas empresas de consultoria, a mais preocupante, a que mais intranquiliza, causa verdadeira apreensão, é o endividamento familiar. O comprometimento da renda das pessoas. A redução da disponibilidade financeira do cidadão que, mantida sob descontrole, pode levar rapidamente à inadimplência. Para aquecer a economia, vencer os períodos de retração, como o de agora, teve governo que incentivou o povo a comprar. Pouco importando se os gastos excessivos provocassem mais inflação, carestia, desconfianças, incertezas,  alto endividamento. Na época, teve gente que foi na onda e se deu mal e emburacou em dívidas. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

22 de novembro de 2011

Calote leva credores da prefeitura de Petrolina ao desespero


"Quem tem dinheiro para receber da prefeitura bem sabe o sofrimento. Temos que pagar advogados, ir para justiça para justiça mandar a prefeitura pagar, a justiça recomenda que seja criada a câmara de conciliação para que agente possa renegociar as dívidas. Para uma pessoa como eu que fechei minha empresa, perdi meus bens, minha vida virou um inferno, porque investimos nas serviços prestados e na hora do reembolso a prefeitura não pagou. Enfim, quem sabe o que passamos somos nós, a dificuldade que é para manter uma empresa de pé e depois quebrar. Eu estava lá (Câmara de Vereadores Plínio Amorim) na aprovação do projeto e vi vereadores muito mais preocupados com teatrinho do que conosco que precisamos receber nosso dinheiro, isso me doeu muito! " Doralice Sampaio. Ficamos profundamente chocados com o depoimento impressionante e desesperador desta senhora. É a prova inconteste de que realmente "As pessoas estão em primeiro lugar", que é o slogan publicitário do Governo da Creche. E o que fazer com os terrenos públicos que foram vendidos, terrenos estes que abrigavam, por exemplos, diversos postos de saúde. Como podemos transmitir confiança e serenidade a população, se não honramos com nossos credores? Se qualquer cidadão estiver com débitos de cartão de crédito, por exemplo, imediatamente incidem sobre si o nome no SPC e SERASA, além de cobradores na porta de casa. Mas quando o gestor municipal não honra com seus compromissos públicos, o que fazer então? Nossas armas são a informação e a comunicação em massa. Nela constituímos nossa bandeira, formada pela ética, pelos bons costumes, pela transparência, pela lisura do poder público municipal, pelo cumprimento da lei e pela lei. foto: web. Moraes de Carvalho. Petrolina/PE.