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25 de novembro de 2025

Seis sinais de falta de vitamina B12 que podem passar despercebidos

A vitamina B12 é fundamental para funções como a produção de glóbulos vermelhos e o bom funcionamento do sistema nervoso. Por isso, reconhecer sinais de deficiência é essencial. Muitos desses sintomas passam despercebidos ou são confundidos com outros problemas, o que pode atrasar o diagnóstico e agravar os efeitos no organismo. O portal EatingWell consultou a nutricionista Whitney English para identificar os sinais mais comuns da falta de B12. Segundo ela, o déficit dessa vitamina pode tornar até as tarefas simples do dia a dia mais cansativas e difíceis. Sensação constante de cansaço e fraqueza: A nutricionista explica que este é um dos primeiros sinais da deficiência. Sem B12 suficiente, o corpo não consegue produzir glóbulos vermelhos saudáveis em quantidade adequada. Isso prejudica o transporte de oxigênio, deixando tecidos e órgãos menos oxigenados e aumentando a sensação de exaustão, mesmo após uma noite de sono. Pele pálida ou amarelada: A falta de B12 pode fragilizar os glóbulos vermelhos, que se rompem com mais facilidade. Isso libera um pigmento que pode deixar a pele levemente amarelada. Formigamento ou dormência em mãos e pés: A vitamina B12 participa da manutenção da proteção dos nervos. Quando seus níveis estão baixos, a transmissão dos sinais nervosos fica prejudicada, causando dormência e formigamentos, geralmente nas extremidades. Tontura e respiração acelerada: O sintoma ocorre quando o sangue não transporta oxigênio suficiente para o coração e pulmões. Para compensar, esses órgãos trabalham além do normal, acelerando a respiração e os batimentos cardíacos. Mudanças de humor e falhas de memória: A B12 está envolvida na produção de neurotransmissores relacionados ao humor e à cognição. Quando ela está baixa, a saúde emocional e a agilidade mental podem ser afetadas. Língua avermelhada e dolorida. A deficiência pode causar o desaparecimento das papilas gustativas, gerando dor, sensações ásperas e alterações no paladar. Qual é o melhor horário para tomar vitamina B12: A B12 é essencial para células, nervos e glóbulos vermelhos, mas algumas pessoas não conseguem absorvê-la adequadamente, especialmente idosos, vegetarianos ou quem tem problemas gastrointestinais. A B12 é essencial para células, nervos e glóbulos vermelhos, mas algumas pessoas não conseguem absorvê-la adequadamente, especialmente idosos, vegetarianos ou quem tem problemas gastrointestinais. A nutricionista Alexandra Caspero orienta que o suplemento seja tomado pela manhã, antes do café. Isso porque o pico de absorção acontece cerca de sete horas após a ingestão, oferecendo benefícios ao longo do dia. O fundamental é manter a regularidade recomendada pelo médico.

 

7 de novembro de 2025

Sinais sutis do corpo podem indicar risco de câncer de mama

O câncer de mama é um dos tipos de câncer mais comuns entre mulheres no Brasil, mas muitas vezes sinais iniciais passam despercebidos. Alterações hormonais e metabólicas podem ser indicativas importantes de risco, e exames laboratoriais de rotina podem auxiliar na detecção precoce. Segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil terá 73.610 novos casos em 2025.“Pequenas mudanças no corpo, como alterações na pele, inchaços persistentes, irregularidades menstruais ou variações súbitas de peso, podem ser sinais sutis de que algo não está funcionando corretamente no organismo. Quando combinadas com exames laboratoriais, que avaliam níveis hormonais, glicemia, perfil lipídico e outros marcadores metabólicos, essas informações ajudam a identificar mulheres com maior risco de desenvolver câncer de mama,” explica Claudia Bis, coordenadora do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera Ribeirão.  Segundo a docente, a prevenção é a principal aliada na luta contra a doença. “Detectar alterações precoces aumenta significativamente as chances de sucesso no tratamento. Por isso, é fundamental que mulheres mantenham consultas médicas regulares, realizem exames de sangue de rotina e estejam atentas aos sinais do próprio corpo.”  Além dos exames laboratoriais, Claudia Bis ressalta a importância de hábitos de vida saudáveis para reduzir o risco. Entre eles, a docente enumera: alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, controle do estresse e sono/repouso adequado contribuem para o equilíbrio hormonal e metabólico. “Observar sinais sutis, fazer exames periódicos e adotar um estilo de vida saudável são atitudes que podem salvar e trazer qualidade de vida. A conscientização e o acompanhamento contínuo são essenciais para a prevenção do câncer de mama”, finaliza a coordenadora. Com informações do site noticiasAoMinuto  

25 de outubro de 2025

Como identificar os primeiros sinas de dislexianas nas crianças

Se você percebe que seu filho tem dificuldades de aprendizagem, lê de forma lenta e hesitante ou demonstra problemas para reconhecer letras e sons, é importante não tirar conclusões precipitadas. Um diagnóstico não deve ser feito com base em sintomas isolados, mas é fundamental buscar ajuda de um especialista. A fonoaudióloga Diana Moreira explica que a dislexia pode estar por trás de alguns desses sinais. Trata-se de uma dificuldade recorrente no processamento da informação, que interfere principalmente nas habilidades de leitura, escrita e linguagem. Muitas vezes, a dislexia é associada apenas a problemas escolares, como trocas de letras, erros ortográficos e dificuldades em matemática, mas o transtorno é mais complexo. “A dislexia não se resume a ler e escrever mal. Ela afeta a forma como o cérebro processa sons, símbolos e padrões linguísticos”, esclarece a especialista. Quando surgem os primeiros sinais: De acordo com Diana, a dislexia costuma ser percebida na fase de alfabetização, quando a criança começa a aprender a ler e escrever. No entanto, em alguns casos, pais e professores só identificam o problema em etapas mais avançadas da vida escolar, quando as exigências linguísticas se tornam mais abstratas. A especialista recomenda atenção aos sinais na fala, especialmente quando a criança troca sons ou pronuncia palavras de maneira muito variada, como “figorífico”, “friborítico” ou “frigotítico”. “Essas variações indicam que o sistema fonológico ainda não está consolidado, o que pode prejudicar o desenvolvimento da leitura e da escrita”, explica. O que os pais podem fazer: Pais e educadores podem ajudar reforçando as palavras de forma silábica e incentivando a criança a repetir o som corretamente. “Mais do que corrigir, é essencial escutar com atenção e orientar na articulação de cada sílaba, para que ela compreenda como unir os sons e formar as palavras”, orienta Diana Moreira, que é especialista em neuropsicologia pediátrica. Além disso, a especialista destaca a importância de oferecer ambientes ricos em estímulos linguísticos. Livros, revistas, histórias, recortes, lápis e papéis devem estar sempre à disposição das crianças. “Elas precisam ter contato constante com a linguagem — ouvir histórias, dramatizar, cantar e conversar — tudo isso fortalece a memória auditiva e o sistema fonológico”, afirma. Sinais de alerta na fase inicial da alfabetização Alguns comportamentos merecem atenção especial de pais e professores, Dificuldade em memorizar letras e seus sons; Leitura muito lenta, com omissões ou trocas de palavras;  Leitura excessivamente rápida, sem compreensão; Falta de atenção à pontuação, Escrita desorganizada e incoerente;  Incapacidade de identificar erros na escrita; Compreensão apenas literal das palavras;  Dificuldade em entender o que lê. Apesar dos desafios, Diana reforça que “nem tudo é negativo”. Segundo ela, o cérebro do disléxico funciona de maneira diferente, o que pode trazer vantagens criativas. “Alguns estudiosos chamam de ‘cérebros de gênio’. Albert Einstein e Steve Jobs eram disléxicos, e isso pode inspirar e fortalecer a autoestima das crianças”, diz. A fonoaudióloga defende que os pais estimulem o potencial dos filhos e fiquem atentos a qualquer dificuldade desde cedo. “Alguns pais entram em negação, e quando aceitam o problema, pode ser tarde para uma intervenção mais eficaz. Intervir é importante, mas prevenir é ainda melhor”, conclui.Com informações do Site NotíciasAoMinuto 

23 de outubro de 2025

Saiba como detectar os primeiros sinais do silencioso câncer de pâncreas

A morte do cantor norte-americano D’Angelo, de 51 anos, vítima de câncer de pâncreas, reacendeu o alerta sobre uma das doenças mais letais e silenciosas da atualidade. Embora possa afetar pessoas de qualquer idade, o tumor pancreático é mais frequente a partir dos 50 anos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a maioria dos casos ocorre entre os 55 e 74 anos. No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 11.490 novos casos de câncer de pâncreas em 2025, sendo 5.980 em homens e 5.510 em mulheres. Apesar de representar apenas 2,6% dos diagnósticos de câncer no país, é responsável por cerca de 4% das mortes por câncer, segundo o Ministério da Saúde. A taxa de sobrevivência média após cinco anos do diagnóstico é inferior a 10%, em grande parte devido à dificuldade de detecção precoce. O pâncreas é uma glândula localizada na parte superior do abdômen, atrás do estômago, com formato semelhante a uma vírgula. Ele desempenha funções essenciais, como a produção de enzimas que auxiliam na digestão e a regulação dos níveis de glicose no sangue por meio da liberação de insulina. De acordo com o centro médico norte-americano Mayo Clinic, o tipo mais comum da doença é o adenocarcinoma ductal pancreático, caracterizado pelo crescimento anormal de células nos ductos do pâncreas. O oncologista cirúrgico Chee-Chee Stucky explica que esse tipo de câncer costuma ser descoberto em estágios avançados, quando já se espalhou para outros órgãos, o que reduz as chances de cura. Sintomas mais comuns: Os sinais do câncer de pâncreas costumam ser sutis e facilmente confundidos com problemas digestivos, o que dificulta o diagnóstico precoce. Entre os sintomas mais relatados estão: dor abdominal que se irradia para as costas,  perda de apetite e emagrecimento sem causa aparente,  pele e olhos amarelados (icterícia), fezes esbranquiçadas ou flutuantes, urina escura,  coceira na pele,  náuseas e fraqueza constante, diagnóstico recente de diabetes ou piora no controle da doença, dor e inchaço em braços ou pernas devido à formação de coágulos. O tratamento depende do estágio da doença e pode envolver cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou uma combinação dessas abordagens. Especialistas alertam que, por ser um câncer silencioso, a prevenção e o diagnóstico precoce são os principais aliados. Manter uma alimentação equilibrada, evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool, controlar o peso e fazer exames regulares são medidas recomendadas para reduzir o risco. Se sintomas persistirem ou se houver histórico familiar da doença, a orientação é procurar um médico o quanto antes. Segundo o INCA, a detecção precoce aumenta significativamente as chances de sobrevida e melhora a resposta ao tratamento. Com informação do site NoticiasAoMinuto 

1 de outubro de 2025

Sinais vasculares que não devem ser ignorados: quando buscar ajuda médica

As veias e artérias são fundamentais para transportar o sangue e garantir o bom funcionamento do organismo. Quando algo não vai bem, o corpo costuma dar sinais de alerta que, embora pareçam discretos, podem indicar condições graves, como trombose venosa profunda, bloqueios arteriais ou até risco de AVC. Especialistas em cirurgia vascular ouvidos pelo HuffPost destacam os principais sintomas que merecem atenção: 1. Inchaço e dor em apenas uma das pernas Segundo a médica Tikva Jacobs, a trombose venosa profunda é a principal preocupação quando apenas uma das pernas apresenta inchaço e dor. Já causas menos graves, como retenção de líquidos ou sedentarismo, tendem a afetar ambas as pernas e melhoram com repouso. 2. Dormência ou formigamento persistente.De acordo com o cirurgião vascular Mounir Haurani, sensações recorrentes de dormência ou formigamento podem indicar que o sangue não está circulando adequadamente. Entre as condições possíveis estão trombose venosa profunda, insuficiência venosa crônica e doenças arteriais. 3. Alterações na pele e coceira em tornozelos e pernas. A especialista Nisha Bunke explica que válvulas das veias que não funcionam corretamente favorecem o acúmulo de sangue nas pernas, gerando pressão venosa. Essa condição pode causar manchas, coceira e inflamação na pele ao longo do tempo. 4. Dor e inchaço progressivos. Para a médica Katherine McGough, a evolução gradual de sintomas como dor, peso nas pernas, cãibras ou inchaço não deve ser ignorada. Esses sinais também podem estar relacionados à trombose ou a problemas circulatórios crônicos. 5. Feridas que não cicatrizam nos pés e tornozelos. A insuficiência venosa crônica pode provocar úlceras de difícil cicatrização, alerta o especialista Hugh Pabarue. Essas feridas elevam o risco de infecções graves e podem causar desconforto social devido ao odor. 6. Pés frios e pálidos. Problemas vasculares costumam aparecer primeiro nas extremidades. Pés constantemente frios ou descoloridos podem indicar obstruções nos vasos sanguíneos, que prejudicam a circulação. 7. Falta de ar súbita, dor no peito ou tosse com sangue. Esses sintomas podem estar relacionados a uma embolia pulmonar, resultado de um coágulo que se deslocou das pernas até os pulmões. Trata-se de uma emergência médica potencialmente fatal.

 

13 de setembro de 2025

Oito sinais de que seu gato pode estar com demência

Assim como os humanos, os gatos também podem sofrer demência. Aliás, um recente estudo publicado no European Journal of Neuroscience revelou que os gatos podem ter demência tal como os humanos, e há sintomas que podem ser idênticos. Saber quais os sinais a que deve estar atento é importante para dar ao seu gato os melhores cuidados durante esta fase da vida. A demência felina é um declínio nas habilidades cognitivas dos gatos que está relacionado à idade. Por norma, é caracterizada por alterações no comportamento que não podem ser atribuídas a outras condições médicas, como relata o ScienceAlert. Tudo leva a acreditar que a demência felina seja comum nos gatos mais velhos, e um estudo constatou que, aos 15 anos, mais de metade dos gatos apresentavam sinais de tal condição de saúde. Ainda assim, alertam, alguns comportamentos associados à demência também foram identificados em gatos com apenas sete anos. Um outro estudo adiantou que cerca de 28% dos gatos com idades entre os 11 e 14 anos apresentam pelo menos uma mudança de comportamento associado a esta condição. Mas, afinal, quais os sinais a que deve estar atento e que podem indicar que o seu gato tem demência? 1- 'Sons' incomuns: Começarem a imitir sons de forma excessiva ou em situações novas, como por exemplo miar alto à noite; 2- Alteração de comportamento: Os gatos com demência têm tendência a procurar atenção com mais frequência ou a tornarem-se mais 'agarrados'. Da mesma forma, também podem interagir menos do que o habitual, parecer mais irritados ou não reconhecerem pessoas que lhe são próximas; 3- Mudança no sono: A mudança nos hábitos de sono, que geralmente ficam inquietos à noite e dormem mais durante o dia;4- Fazer as necessidades fisiológicas fora da caixa de areia: Uma das mudanças nos hábitos de higiene é um sinal de diferentes condições, mas fazer xixi fora da caixa de areia poderá ser um indicador de demência. 5- Desorientação: Tal como os humanos, os gatos apresentam sinais de confusão ou um comportamento de desorientação. Tal pode-se manifestar através da perda de orientação, um olhar fixo para as paredes, ficar preso atrás de objetos ou ir para o lado errado da porta. 6- Mudanças na sua atividade: Um gato com demência pode ser mais ou menos ativo do que o normal. Brincar com menos frequência ou a estar menos propenso a explorar. Também pode cuidar menos de si, como por exemplo 'limpar-se' menos. 7- Ansiedade: Outro sinal a que deve estar atento é à ansiedade em situações com as quais o seu gato estaria confortável anteriormente, como por exemplo ficar perto de pessoas, lugares ou sons familiares. Começar a se esconder com mais frequência, ir para debaixo da cama ou até para cima de armários para fugir. 8- Problemas em reter coisas que aprendeu: Um dos sintomas é a diminuição da capacidade de executar tarefas que tenha aprendido antes, como saber onde está a tigela da comida. E podem ainda ter dificuldades em aprender coisas novas. 

 

6 de julho de 2025

Especialista revela sinal que pode indicar demência em jovens adultos

 

Apesar de a demência ser comumente associada ao envelhecimento, ela pode atingir pessoas de qualquer idade. Um exemplo disso é a demência frontotemporal (DFT), que costuma ser diagnosticada entre os 45 e 65 anos, mas há registros de casos muito mais precoces. Segundo especialistas, esse tipo de demência afeta principalmente o comportamento. Os pacientes podem apresentar agressividade, impulsividade, atitudes de risco e dificuldades na comunicação, como perda de vocabulário ou frases desconexas. Por isso, os sintomas muitas vezes são confundidos com outros transtornos, o que atrasa o diagnóstico e o tratamento adequado. Paul Little, CEO da empresa de biotecnologia Vesper Bio, que trabalha com pacientes com DFT, alerta para o risco de erros de avaliação médica. “Casos diagnosticados aos 29 anos não são incomuns. É comum confundir a DFT com transtorno bipolar ou até uma crise de meia-idade, já que há mudanças bruscas de comportamento. O paciente pode começar a beber demais, se envolver com a polícia e receber o tipo errado de ajuda”, afirmou ao Daily Mail. Ainda sem cura, a demência frontotemporal impõe uma sobrecarga à família, que precisa lidar com os comportamentos imprevisíveis e, com o tempo, passa a cuidar do paciente em tempo integral. Um dos casos mais conhecidos é o do ator Bruce Willis. Em 2022, sua família revelou que ele havia sido diagnosticado com afasia — distúrbio que afeta a comunicação. No ano seguinte, o diagnóstico foi atualizado para demência frontotemporal. Desde então, o astro se afastou das telas e vive sob os cuidados de um médico e de sua família.

8 de fevereiro de 2025

Sinais de compulsão alimentar e como identificar e lidar com o problema

Você já se pegou comendo grandes quantidades de comida e sentindo que quase perdeu o controle sobre o que estava fazendo? Isso pode ser um sinal de perturbação de ingestão alimentar compulsiva (PIAC), um distúrbio alimentar frequentemente associado à obesidade. De acordo com o psicólogo Marco Guerreiro, em post nas redes sociais, durante e após um episódio de compulsão alimentar, as pessoas frequentemente sentem que perderam o controle. Esse comportamento é caracterizado por uma ingestão excessiva de alimentos, muitas vezes sem fome, e ocorre com mais frequência em indivíduos que enfrentam problemas de peso, como a obesidade. O especialista aponta três sintomas principais dessa condição: Comer rapidamente e em grandes quantidades, muitas vezes repetidamente, mesmo sem estar com fome. Sentir-se enjoado, deprimido ou culpado após consumir grandes porções de alimentos. Comer em segredo durante os episódios de compulsão, por vergonha da quantidade de comida consumida. Além desses sintomas, a ingestão compulsiva pode levar a consequências sérias para a saúde, como o aumento do risco de doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e problemas emocionais como ansiedade e depressão. Pessoas com PIAC podem ter dificuldades para controlar o comportamento alimentar, e o sentimento de culpa após os episódios pode perpetuar um ciclo de consumo excessivo e transtornos emocionais. Se você ou alguém que conhece está passando por isso, é importante procurar ajuda profissional. O tratamento pode envolver terapia cognitivo-comportamental, apoio psicológico e, em alguns casos, medicamentos para ajudar a controlar os episódios de compulsão alimentar. Não há vergonha em buscar apoio para lidar com esse distúrbio alimentar, e a ajuda especializada pode ser um passo crucial para melhorar a saúde física e mental.

 

2 de dezembro de 2024

Psicóloga ajuda a identificar sinais comuns de dependência emocional

A dependência emocional é um padrão comportamental que, embora muitas vezes difícil de detectar, pode impactar profundamente o bem-estar e a qualidade das relações pessoais. Frequentemente manifestada de forma sutil no dia a dia, essa dependência pode passar despercebida até mesmo para quem a vivencia, prejudicando o equilíbrio emocional e social. A psicóloga Tânia Daniela Carvalho, em uma publicação no Instagram, destaca os oito sinais mais comuns da dependência emocional. Entenda como identificá-los: Busca constante por validação. Medo de rejeição ou abandono. Dificuldade em tomar decisões sozinho. Sacrifício pessoal constante. Ansiedade na ausência do outro. Comportamentos possessivos e ciúmes excessivos.Isolamento social. Padrão de relacionamentos problemáticos. Como lidar com a dependência emocional. Reconhecer esses sinais é o primeiro passo para superar a dependência emocional. Buscar apoio profissional, como terapia com um psicólogo, pode ajudar a desenvolver habilidades de autoconfiança e estabelecer relacionamentos mais saudáveis. A dependência emocional não apenas afeta sua vida pessoal, mas também pode limitar seu crescimento individual.  

9 de novembro de 2023

Sinais de que a sua perda de memória não é normal

Geralmente algumas falhas da memória são completamente normais e inofensivas, especialmente com a idade, explica Carmen Carrión, uma professora assistente de neurologia na Escola de Medicina de Yale, nos Estados Unidos, ao HuffPost, agregador de blogues.  Com os anos, as pessoas envelhecem e esquecem coisas muito simples do quotidiano, como as chaves ou têm dificuldade em lembrar-se de certos nomes. "Estas alterações de memória relacionadas com a idade não são, normalmente, motivo de preocupação", acrescentou. Infelizmente, existem certas formas de perda de memória que são anormais e podem ser indicativas de problemas maiores, explica. Por isso, no Huffpost, alguns neurologistas explicam os sinais de perda de memória que devem preocupá-lo. Sinais de que a sua perda de memória não é normal:  Incapacidade de aprender coisas novas;  Dificuldade em fazer e compreender coisas que costumavam ser fácil:  Esquecer rapidamente as conversas; Perder-se em lugares familiares; Repetir histórias com frequência; Os seus entes queridos dizem que algo parece estranho.