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7 de julho de 2025

Vitamina C pode evitar o afinamento da pele, mostra estudo japonês

Uma vitamina comum em frutas e vegetais frescos pode ajudar a prevenir um dos sinais visíveis do envelhecimento: o afinamento da pele. Um novo estudo publicado no Journal of Investigative Dermatology revelou que a vitamina C aumentou a espessura da epiderme em modelos de pele humana cultivados em laboratório, reativando genes relacionados ao crescimento celular. As concentrações usadas no experimento foram compatíveis com os níveis normalmente fornecidos à pele pela corrente sanguínea, o que indica que a ingestão adequada da vitamina pode ter efeitos reais sobre a saúde da pele. A pesquisa foi liderada por Yasunori Sato, cientista farmacêutico da Universidade Hokuriku, no Japão, e aponta a vitamina C como uma possível ferramenta contra os impactos do envelhecimento. “A vitamina C parece influenciar a estrutura e a função da epiderme, especialmente ao controlar o crescimento das células epidérmicas”, explicou o biólogo Akihito Ishigami, do Instituto Metropolitano de Geriatria e Gerontologia de Tóquio. A pele saudável contém altos níveis de vitamina C, que tende a diminuir com o envelhecimento ou após exposição solar excessiva. Já se sabia que a vitamina C estimula a produção de colágeno, oferece proteção antioxidante e ajuda a reparar danos causados pelos raios UV. O novo estudo também mostra que a vitamina C atua na desmetilação do DNA — um processo epigenético importante que regula a ativação de genes. “Descobrimos que a vitamina C ajuda a engrossar a pele ao estimular a proliferação de queratinócitos através da desmetilação do DNA”, afirmou Ishigami. “Torna-se assim um tratamento promissor para o afinamento da pele, especialmente em adultos mais velhos.” Nos testes, os pesquisadores cultivaram queratinócitos humanos em placas de Petri, com a parte superior exposta ao ar e nutrida por uma solução rica em vitamina C. Após 14 dias, os modelos tratados mostraram aumento da camada de células vivas da epiderme e afinamento do estrato córneo — a camada de células mortas da pele —, sugerindo maior renovação celular.


 

23 de março de 2025

Suplementos podem ajudar a envelhecer melhor, mas não tratam doenças nem substituem dieta e exercícios

A vida seria muito mais fácil se houvesse uma resposta simples e definitiva sobre o que podemos adicionar às nossas dietas para combater ou atenuar o inexorável processo de envelhecimento, mas as recomendações sobre o que devemos ingerir são, por excelência, individuais. Não é todo mundo que vai precisar receber injeções periódicas para repor vitamina B12 (como acontece com alguns vegetarianos ou com quem fez cirurgia bariátrica) ou tomar comprimidos com magnésio (por exemplo, algumas pessoas com diabetes e com doença de Crohn). A B12 é uma das vitaminas do complexo B que no corpo humano atuam na maturação das hemácias (células vermelhas do sangue) e na síntese de DNA, entre outros processos. Alguns estudos associaram níveis baixos da B12 a um maior risco de demência. E se suplementássemos, então, quem está em risco de desenvolver demência? Uma meta-análise (estudo que agrega resultados de diversos outros) publicada na revista Nutrition Reviews mostrou que é possível reduzir o risco dessa forma. Por outro lado, para quem já tem a doença, outros estudos não conseguiram mostrar benefício. Talvez seja melhor prevenir do que remediar. Para manter as vitaminas do complexo B em dia, é possível apostar em alimentos como fígado, peixes e carne bovina, assim como ovos e laticínios. Esses alimentos também são boas fontes de vitamina D e, no caso dos laticínios, de cálcio. "Hoje existe uma ojeriza infundada contra o leite. Não há absolutamente nada comprovado cientificamente contra o leite. Pelo contrário, é o melhor fornecedor de cálcio e a fonte mais bem absorvida desse mineral. Quando os hábitos de vida não permitem que o consumo de leite e derivados supra a necessidade de cálcio, é necessário recorrer à suplementação", afirma o nutrólogo Nelson Lucif Jr., responsável pelo departamento de geriatria da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia). Segundo ele, é raro uma pessoa idosa consumir quantidades suficientes de laticínios para atingir a recomendação diária do mineral. "Por isso, na maioria dos casos, a suplementação se torna indispensável." Folhapress 

9 de março de 2024

Idoso morre após overdose de Vitamina D

Um caso trágico na Inglaterra serve como alerta sobre os perigos da overdose de vitamina D. O aposentado David Mitchener, de 89 anos, faleceu em maio de 2023 após consumir quantidades excessivas da vitamina por meses. Relatórios de autópsia obtidos pelo Daily Mail revelam que Mitchener apresentava níveis de vitamina D jamais vistos em suplementos comercializados. A ingestão diária recomendada é de no máximo 4 mil UI, mas o idoso consumia doses muito superiores. A vitamina D, essencial para a saúde óssea, está diretamente relacionada ao metabolismo do cálcio. Quando há excesso da vitamina, o cálcio se acumula no sangue, tornando-se tóxico. Se não for tratado a tempo, o quadro pode ser irreversível, levando à morte de tecidos e artérias. Mitchener ficou internado por 10 dias antes de falecer. Os sintomas da intoxicação por vitamina D incluem problemas digestivos, sede e micção frequentes, confusão mental e desmaios. A vitamina D é produzida pelo organismo quando exposta à luz solar, mas também pode ser obtida através da alimentação e de suplementos. A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) recomenda cautela no uso de suplementos. A dose ideal varia de acordo com diversos fatores, como idade, exposição solar e coloração da pele. Para adultos, a SBEM recomenda doses de 400 a 2 mil UI por semana, enquanto para idosos, a dose varia entre 1 mil e 2 mil UI por dia ou 7 mil a 14 mil UI por semana. 

12 de dezembro de 2023

Sinais de que tem falta de uma vitamina importante

Nutrientes (e vitaminas) são essenciais para o funcionamento pleno do corpo. Caso não saiba, existe "uma vitamina lipossolúvel que provém de fontes como os vegetais de folhas verdes, os grãos de soja e os óleos de canola", explica Yelena Wheeler, uma nutricionista, citada no BestLife. Refere-se, claro, a vitamina K que tem como principais funções ajudar o sangue a coagular e manter os ossos saudáveis, segundo o Serviço Nacional de Saúde Britânico. Quando não consome quantidades suficientes desta vitamina torna-se mais vulnerável a certos problemas e sintomas. Quais?  1- Problemas de coagulação. É uma vitamina "necessária para a criação de uma proteína que ajuda a controlar a hemorragia", ou seja, nas alturas em que não mantém os níveis controlados, "o sangue demora mais tempo a coagular". Explica ainda que as pessoas com problemas de absorção, "como a fibrose cística, a doença celíaca, a colite ulcerosa e a síndrome do intestino curto" devem estar mais atentos, uma vez que estão mais em risco de deficiência de vitamina K. 2- Hematomas frequentes. Kristine Arthur, médica internista no Memorial Care Medical Group, na Califórnia, nos Estados Unidos, afirma que os "hematomas fáceis" estão na lista dos sinais surpreendentes de uma deficiência de vitamina K e estão relacionados com "o fato de o sangue não coagular tão rapidamente".  

14 de setembro de 2023

Falta de vitamina D: sintomas que afetam (e muito) o dia a dia

Infelizmente, a deficiência de vitamina D, que está associada à exposição solar, tem um impacto significativo na saúde e pode causar sintomas incômodos. A nutricionista Kim Pearson mencionou cinco exemplos de sintomas que afetam significativamente o dia a dia. Além disso, a falta dessa vitamina aumenta o risco de doenças cardiovasculares e, em alguns casos, câncer. Sintomas de deficiência de vitamina D que afetam significativamente o dia a dia incluem: Infecções frequentes: A vitamina D é essencial para o sistema imunológico, e sem quantidades suficientes, nossas células imunitárias não podem reagir adequadamente, tornando-nos mais suscetíveis a infecções. Depressão: Essa vitamina desempenha um papel importante na manutenção de níveis saudáveis de serotonina no cérebro, neurotransmissores essenciais para o humor, e a falta dela tem sido associada à depressão. Fadiga constante: A vitamina D ajuda na conversão de alimentos em energia, e a deficiência pode significar que você não está absorvendo adequadamente os nutrientes dos alimentos, comprometendo a capacidade celular do corpo de produzir energia a partir da alimentação. Dores articulares ou ossos fracos: A vitamina D regula os níveis de cálcio e fosfato no organismo, desempenhando um papel fundamental no funcionamento das articulações, músculos e dentes. Dores musculares: Normalmente, a vitamina D apoia a função muscular, pois seus receptores estão presentes em todo o corpo, incluindo nos músculos. É importante ressaltar que a vitamina D desempenha muitos papéis essenciais no corpo, além dos mencionados anteriormente. Ela é crucial para a absorção de cálcio e fósforo, o que é fundamental para a saúde dos ossos e dentes. Também está envolvida na função do sistema imunológico, na regulação do humor e na prevenção de condições como osteoporose. 

29 de novembro de 2013

A importância do Caju

Estamos chegando à época do caju, fruto do cajueiro bastante consumido pelos brasileiros. Entretanto o fruto é apenas a castanha, a parte comestível vendida como fruta é o seu pedúnculo floral, esse é carnoso, amarelo, rosado ou vermelho, suculento e comestível, que se destaca pelo alto valor nutritivo, possuindo um grande teor de vitamina C, além de cálcio, fósforo, vitamina A, complexo B, potássio e ferro, fortalecendo assim o sistema imunológico e combatendo o estresse. O caju tem ainda um efeito diurético e depurativo, ou seja, purifica o corpo humano de toxinas e resíduos. Já a castanha de caju aumenta os níveis de HDL, o bom colesterol, protegendo o coração e proporcionando vidas mais longas e sadias, também possui proteínas ricas em aminoácidos essenciais. Vamos aproveitar o período da safra e saborear esta deliciosa riqueza da flora brasileira. Foto: Firmino Caetano Junior. Fernando Melo. Igarassu/PE