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19 de junho de 2015

Devendo aos bancos, até os olhos da cara

O brasileiro foi levado para a beira do abismo pela fortíssima onda de incentivo ao consumismo. Comprou além da conta e se atolou e como se atou. Como não contava com a acelerada inflacionária, com a disparada das taxas de juros, com as demissões em massa e a repentina queda da renda, a classe média entrou pelo cano como sempre acontece. Como está sem condições de liquidar as dívidas com os bancos, contraídas via empréstimos e financiamentos, quitar o débito do cartão de crédito, tem 14,8 milhões de nordestinos devendo até os olhos da cara. Já na porta da inadimplência, beirando o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). E agora o que fazer? Como sair desta enrascada? Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan/Olinda/PE.

21 de outubro de 2014

Idosos endividados nos bancos

Os idosos foram na onda das propagandas políticas e se lascaram em dívidas. Estimulados pelas chamadas apelativas visando acelerar o consumo, que estava baixo, os idosos se excederam nas compras. Ultrapassaram o limite da capacidade de crédito, no cartão, no cheque especial e nos empréstimos consignados para a renovação dos móveis de casa. Hoje, passada a ressaca de consumo, muitos lamentam a intranquilidade financeira e as noites em claro por causa da negativação do nome no SPC.  A estatística é tristonha e mais de 65% das pessoas acima de 60 anos estão inadimplentes, em função das altas despesas, principalmente com remédios e planos de saúde. Em razão da inflação incontrolável, a renda diminui. Os aposentados e pensionistas que ganham acima do salário mínimo recebem aumento abaixo das expectativas. O pior de tudo é que muitos endividados se atolaram porque fizeram empréstimos nos bancos somente para ajudar parentes. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

22 de julho de 2014

Famílias individadas é fator preocupante

Quem imagina a cadeia produtiva do Brasil navegar numa maré boa, atravessar excelente fase, no momento, se engana. Cai do cavalo. A situação do setor produtivo está difícil. O próprio IBGE propagou recentemente, o fraco desemprenho das vendas a varejo. O órgão da estatística oficial do país demonstrou sinais de retração no mercado, até mesmo no mercado automotivo, segundo dados levantados em abril passado. Quem observa a movimentação de clientes nos supermercados, nem desconfia de que está havendo queda de consumo. Deduz de que não está acontecendo acúmulo de estoques, motivado pela pressão inflacionária que empurra o setor de alimentos contra a parede. Imprensando o consumo. Todavia, de todas as questões levantadas na economia brasileira pelas empresas de consultoria, a mais preocupante, a que mais intranquiliza, causa verdadeira apreensão, é o endividamento familiar. O comprometimento da renda das pessoas. A redução da disponibilidade financeira do cidadão que, mantida sob descontrole, pode levar rapidamente à inadimplência. Para aquecer a economia, vencer os períodos de retração, como o de agora, teve governo que incentivou o povo a comprar. Pouco importando se os gastos excessivos provocassem mais inflação, carestia, desconfianças, incertezas,  alto endividamento. Na época, teve gente que foi na onda e se deu mal e emburacou em dívidas. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

16 de junho de 2014

População inadimplente e haja compras

A população do Recife pegou a mania do consumismo. Tá se ferrando em dívidas pessoais, deixando a Câmara de Dirigentes Lojistas bastante preocupado com o alto índice de inadimplência. O endividamento das famílias, o aumento das contas ou prestações em atraso, o gigantismo do calote tem crescido em proporções alarmantes na cidade a ponto de causar muita preocupação. Credita-se às facilidades do acesso ao crédito, ao mau uso do cartão de crédito, principalmente entre os jovens, considerados inexperientes no controle da capacidade financeira, à vaidade familiar em comprar desnecessariamente, bem como à falta de planejamento, as reais causas para muita gente ter o cadastro sujo na praça. Proibido de usar o crediário novamente, até limpar o nome nos serviços de proteção ao crédito. O intrigante é o fato de a população vir recebendo aumento salarial acima da inflação e a taxa de desemprego vir despencando. Mas, nem isso tem contribuído para evitar a elevada reincidência das dívidas. O desnecessário adiamento do pagamento das prestações vencidas e não pagas. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

5 de janeiro de 2013

Prefeitura do Recife no SPC

A Prefeitura da cidade do Recife, está com nome sujo no serviço de proteção ao cidadão, pela uma dívida de 16 anos com os moradores da rua Água Branca, localizada na comunidade da Vila União, bairro da Iputinga. Na gestão do ex- prefeito Roberto Magalhães, foi feito o orçamento para execução da obras, mas ficou só no papel. Na gestão do ex- prefeito João Paulo, a pavimentação e drenagem foi votada no orçamento participativo e chegamos a entra com uma ação na promotoria de urbanismo do Ministério Público de Pernambuco e nada aconteceu. Na  gestão do prefeito João da Costa, no ciclo do orçamento participativo de 2009, a rua  Água Branca, foi votada e aprovada com mais de 1400 votos para a prefeitura fazer a drenagem e pavimentação e a obra não foi executada. A divida da prefeitura para com os contribuintes desta rua continua. Fazemos um apelo ao prefeito Geraldo Julio, para pagar esta divida de 16 anos tirando o nome da Prefeitura do Recife do SPC, dando qualidade de vida aos moradores da rua água branca. Foto: Fernando Silva. Eduardo Nino da Silva Souza. Recife?PE.

1 de abril de 2011

Prefeitura do Recife no SPC


A Prefeitura da Cidade do Recife, foi incluida no SPC- SERVIÇO DE PROTEÇÃO AO CIDADÃO, pela uma dívida de 14 anos com os moradores da rua Água Branca, localizada na comunidade da Vila União, Iputinga. Na gestão do ex- prefeito Roberto Magalhães, foi feito o orçamento para execução da obras, mas ficou só no papel Na gestão do ex- prefeito João Paulo, a pavimentação e drenagem foi votada no orçamento participativo e chegamos a entra com uma ação na promotoria de urbanismo do Ministerio Publico de Pernambuco e nada aconteceu. Na atual gestão do prefeito João da Costa, no ciclo do orçamento participativo de 2009, a rua Água Branca, foi votada e aprovada com mais de 1400 votos para a prefeitura fazer a drenagem e pavimentação. Mas até hoje a obra não foi executada. A divida da prefeitura do Recife para com os cidadões desta rua continua. Fazemos um apelo ao premiado internacionalmente programa orçamento participativo do Recife, para pagar esta divida de 14 anos tirando o nome da Prefeitura do Recife do SPC. foto: web. Eduardo Nino da Silva. Recife/PE.