Mostrando postagens com marcador flora. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador flora. Mostrar todas as postagens

13 de novembro de 2025

Saiba como fatores ambientais podem afetar a saúde do coração

Poluição sonora e do ar, clima extremo, estresse crônico e contaminantes. Cinco fatores ambientais presentes no dia a dia da população dos grandes centros e que aumentam os riscos à saúde cardiovascular. Do ponto de vista biológico, eles criam um ambiente hostil para o sistema cardíaco e, em longo prazo, podem ampliar as chances de infarto e acidente vascular cerebral. De acordo com o Dr. Nilton Carneiro, cardiologista e arritmologista do Centro de Cardiologia do Hospital Santa Catarina – Paulista, a exposição contínua a esse conjunto de agentes externos gera um impacto considerável e deve ser avaliada e tratada por especialistas inclusive de forma preventiva, ou seja, antes de surgirem sinais e sintomas de doenças associadas. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) corroboram que ambiente e estilo de vida tem impacto superior à predisposição genética. Quando se trata de doenças cardiovasculares, apenas 20–30% são provenientes de riscos não modificáveis, ou seja, 70% tem como causa aspetos externos. "Isso reforça que fatores ambientais e comportamentais são ponto crucial para a prevenção", explica o especialista. Poluição do ar: Classificado como nível moderado pelos órgãos de monitoramento, o índice de poluição do ar em São Paulo, por exemplo, já é suficiente para elevar os riscos de problemas cardiológicos. Uma das causas é a concentração de um tipo de poeira extremamente fina, presente no ar: o chamado material particulado fino (PM2.5) que, em medições recentes, aparece em valor superior ao recomendado pela Organização Mundial da Saúde. O Dr. Nilton Carneiro explica que o PM2.5 consegue penetrar nos pulmões e chegar à corrente sanguínea, gerando resposta inflamatória e estresse oxidativo, o que acelera o envelhecimento e aumenta a possibilidade de doenças. As alterações afetam os vasos sanguíneos e deixam o sangue mais propenso a formar coágulos. Consequência: risco de infarto agudo do miocárdio, AVC e arritmias, mesmo em pessoas sem histórico de doenças cardiovasculares. Poluição sonora e estresse: Uma reação em cadeia é gerada por elementos comuns à rotina dos brasileiros: poluição sonora eleva os hormônios do estresse que, quando crônico, produz aumento dos níveis de cortisol e pressão arterial; falta de exercício físico e menor contato com espaços verdes dificultam o relaxamento, que por sua vez ajudaria a evitar o estresse e a preservar o coração. “A exposição crônica ao ruído faz o corpo ativar seu sistema de alerta e ser mantido em estado de tensão por conta da desregulação da produção de cortisol e adrenalina. Isso pode resultar em aumento da pressão arterial, alteração do fluxo sanguíneo, estresse oxidativo e inflamação, ampliando o risco de infarto e AVC. Nesse ponto, políticas públicas que reduzam ruído urbano e de tráfego são essenciais”, avalia o especialista. outro fatores: Clima extremo: Mudanças extremas do clima também afetam o coração. As ondas de calor, por exemplo, impõem estresse térmico ao corpo e podem causar desidratação, aumento da viscosidade do sangue e sobrecarga cardíaca, elevando as possibilidades de infarto, arritmias e AVC. Idosos, pessoas com insuficiência cardíaca, doença arterial coronariana, hipertensos e usuários de certos medicamentos (como diuréticos) são mais vulneráveis. Contaminantes: Metais pesados, como chumbo e arsênio, além de compostos industriais, acarretam danos ao sistema cardiovascular, entre eles a aterosclerose acelerada - entupimento das artérias. Mesmo em baixas doses, a exposição contínua e o acúmulo no organismo são preocupantes. “Algumas das consequências são hipertensão e maior risco para arritmias e insuficiência cardíaca”, afirma o especialista do Hospital Santa Catarina – Paulista. Abaixo, o médico dá orientações para preservar a saúde. Dicas para reduzir efeitos: Diminua a exposição à poluição: evite atividades físicas próximas a vias movimentadas, use purificadores de ar em ambientes fechados e tenha atenção aos índices de qualidade do ar. Gerencie o estresse: pratique técnicas de atenção plena, respiração e meditação e busque parques e áreas verdes com frequência para reduzir o cortisol. Hidrate-se e fique atento no calor extremo: reforce a ingestão de líquidos durante ondas de calor e evite exercícios exaustivos nos horários mais quentes. Cuidado com a água: considere o uso de filtros de qualidade para reduzir a exposição a contaminantes como chumbo e arsênio. Proteja sua audição: use protetores auriculares quando necessário, insonorize ambientes, priorize áreas silenciosas e incorpore "pausas acústicas" na rotina.

 

25 de outubro de 2025

Ambientalistas e cientistas podem medidas urgente para salvar o Pantanal

Ambientalistas, cientistas, políticos e organizações não governamentais lançaram um apelo global para que os líderes mundiais que participarão da COP30 adotem medidas urgentes de proteção às áreas úmidas, com destaque para o Pantanal, o maior bioma alagável do planeta. O pedido foi formalizado em um manifesto apresentado no último dia 15, durante a divulgação de um relatório da Fundação para a Justiça Ambiental (EJF), na Embaixada da União Europeia, em Brasília. “Unam-se, na COP30 e além, para colocar as áreas úmidas no centro da agenda climática global, garantindo que continuem sendo aliadas na luta contra a crise climática”, diz o documento. A menos de um mês da abertura da conferência, que será realizada em Belém (PA), os signatários pedem que a conservação e a recuperação desses ecossistemas sejam prioridade na agenda da COP30. A embaixadora da União Europeia no Brasil, Marian Schuegraf, destacou que a comunidade internacional tem o dever de agir “com urgência e determinação”. O diretor do Departamento de Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente, Bráulio Dias, alertou para a situação crítica do Pantanal, que enfrenta níveis alarmantes de degradação. “Sem o pulso das águas, nós vamos perder o Pantanal. A manutenção dessas áreas úmidas no Brasil não está garantida”, afirmou. O relatório da EJF reforça a gravidade do cenário. As áreas úmidas estão desaparecendo três vezes mais rápido que as florestas e, embora representem apenas 6% da superfície terrestre, concentram a maior parte do carbono armazenado no solo em todo o planeta. A fundação pede que os países assumam compromissos concretos de proteção e restauração desses ambientes, reconhecendo seu papel essencial no combate à crise climática. Segundo dados oficiais do governo brasileiro, o Pantanal foi o bioma mais afetado por incêndios nas últimas quatro décadas, com 62% de sua área atingida pelo fogo. Apenas em 2024, o número de queimadas cresceu 157%, destruindo cerca de 2,2 milhões de hectares. O bioma também perdeu 61% da superfície de água em relação à média histórica. Para os especialistas, a COP30 representa uma oportunidade decisiva para o Brasil demonstrar liderança climática e aproveitar o potencial do Pantanal e de outras áreas úmidas em prol das metas globais de preservação ambiental e sustentabilidade. A conferência será inaugurada em 10 de novembro, em Belém, e reunirá delegações de 162 países. O encontro ocorrerá em meio a pressões para que as nações ricas cumpram as promessas de financiamento climático feitas há uma década, no Acordo de Paris, e até hoje não totalmente implementadas. 

 

7 de fevereiro de 2015

Mais árvores sendo derrubadas

É de fazer chorar, quando encontramos as poucas árvores da cidade sendo derrubadas pela perversidade humana. Que mal essas árvores fizeram para ter um triste fim. Esse lamentável episódio ocorreu nesta quinta-feira, dia 05/02 na praça da Vila Maria Gaião, no centro da cidade de Igarassu, Região Metropolitana do Grande Recife. Uma equipe de funcionários, a serviço da Empresa de Urbanização (URBI), cortaram duas enormes e saudáveis castanholas que proporcionavam sombra e ajudavam no equilíbrio do clima, amenizando a temperatura. Estou me sentido decepcionado com essas posturas, espero que o responsável por esse crime ambiental seja severamente punido. Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE

14 de junho de 2014

Pneus no manguezal causa danos ao meio ambiente

Além da imensa quantidade de cascas de mariscos, lixo, entulhos, animais mortos, sofás, sucatas de aparelhos de eletrodoméstico, eletrônicos etc, agora a população mal educada que moram na área e que não prezam pelo meio ambiente, resolveram transformar o manguezal da Comunidade Beira Mar II, na cidade de Igarassu, Região Metropolitana do Grande Recife, num imenso deposito de pneus velhos, causando assim a destruição do ecossistema, já tão mal tratado e onde as autoridades não estão nem aí para o problema e muito menos tomam providências para o descaso. É realmente lamentável. Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE

7 de junho de 2014

É preciso economizar e preservar o meio ambiente

O crescente número de habitantes no planeta exige cada vez mais recursos naturais para atender os novos consumidores, entretanto ainda existe uma cultura do desperdício em diversos locais e realizada por pessoas que desconhecem ou ignoram a diminuição dos recursos. Essa cultura do consumismo com o pretexto de geração de emprego e renda é aceita e valorizada em nossa sociedade, entretanto só esgota a capacidade de os ambientes se recuperarem, produz lixo em excesso e inflaciona os preços. Em minha residência, por exemplo, passei a coletar em um balde aquela água fria que sai do chuveiro antes da água quente e ao final de um mês eu havia economizado o suficiente para abastecer a casa por um dia, entre outras ações que a necessidade de poupar nos impõe. Portanto, me revolta ver o cidadão lavando calçadas com água limpa e tratada ou estabelecimentos com luzes acesas durante o dia, como também postes de iluminação pública (como este da foto), pois o fato de estarem pagando pelo uso não os permitem desperdiçar algo fundamental ao coletivo. Foto: Firmino Caetano Junior. Daniel Marques. Virginópolis/MG

10 de fevereiro de 2014

Lixo no mangue e haja falta de cidadania

O lixo vem tomando conta do manguezal localizado no entorno da comunidade de Beira Mar I, na cidade de Igarassu, Região Metropolitana do Grande Recife. A maioria da localidade é ocupada por pescadores e marisqueiras, e segundo moradores, existem pessoas sem educação, que não respeitam o meio ambiente e jogam o lixo no mangue de dia, tarde e durante à noite, sem dó nem piedade, que é lamentável. Em alguns trechos a lama do manguezal está coberta pelos resíduos domésticos, causando um mal cheiro que pode ser sentido a vários metros de distância e a contaminação do ambiente é muito grande. A Cidade de Igarassu precisa implantar o Programa de Educação Ambiental nas escolas e nas comunidades, para ensinar aos alunos e ao povo em geral, a serem mais educados e não jogam lixo em qualquer lugar da cidade. Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE

1 de fevereiro de 2014

Controle ambiental

A Compesa iniciou no dia 14 de janeiro a implantação do Plano de Controle Ambiental referente ao Eixo Meio Biótico (relativo à fauna e flora) da barragem do Engenho Pereira, localizada a oito quilômetros da sede do município de Moreno, na Região Metropolitana do Recife. Composto por 12 programas ambientais, o plano acompanhará as ações que serão realizadas ao longo da instalação e da operação do empreendimento. Todo o trabalho ambiental está sendo realizado pelo Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep), que conta com uma equipe de eixo biótico composta por 16 profissionais A barragem terá a capacidade de armazenar 46 milhões de metros cúbicos de água. Ela servirá de instrumento para contenção de cheias nos municípios de Moreno, Jaboatão e também será utilizada para abastecimento humano. Com orçamento de R$ 40 milhões, a represa deverá ficar pronta em fevereiro de 2015. Foto: Cortesia

14 de maio de 2013

Marisco na praia

Os marisqueiros continuam transformando a praia de mangue seco em Igarassu num deposito de entulhos. Por todos os lados os frequentadores da praia esbarram em cascas de mariscos amontoadas. Os mariscos estão sendo cozidos na orla marítima sem as mínimas condições de higiene e ocupando o espaço dos banhistas. Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE

3 de março de 2013

Tartaruga em perigo

Desde janeiro de 2012 mais de 580 tartarugas marinhas foram encontradas mortas na costa de Pernambuco. As principais causas das mortes dos animais são porque se enroscam nas redes de pesca e morrem por não conseguirem respirar, outras morrem engasgadas ao engolir pedaços de plásticos e ainda muitas tartarugas são mortas por crueldade de pescadores. Como não existe fiscalização aliada a atividades de educação ambiental esses crimes iram continuar. Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE

19 de novembro de 2012

Matança de animais

A matança de animais silvestres é uma pratica muito comum em Igarassu. Tamanha é a quantidade de tatus, tamanduá, pacas, preguiças e outros bichos que são caçados numa área remanescente de mata atlântica localizada no distrito de nova cruz, e sacrificados para servirem de tira gosto nos bares da região. Esses crimes ambientais acontecem na cidade devido à precária fiscalização da policia ambiental. Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE. www.firminocaetanojunior.blogspot.com

19 de abril de 2012

Plantando coqueiros


O Lions Recife Cibernético Ambientalista, tem como objetivo plantar 1.000 coqueiros na praia de Boa Viagem no período de Julho/2011 à Junho/2012 como parte do objetivo de Lions Internacional que já plantou mais de sete milhões de árvore no mundo. Com a parceria com a Emlurb já foram plantadas 532 mudas. No dia 16/04/2012 em uma reunião com Rodrigo Brayner Dhalia, diretor do DLU, Renato Vercozza sementeira, Djacy Costa, gerente da podagem e Edson Campos E Silva, presidente do Lions Recife Cibernético Ambientalista, foi feito uma programação para o próximo plantio de 200 mudas no sábado 28/04/2012. Foto: Edsom Campos e Silva. Recife/PE.