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25 de março de 2015
Curso para taxista: era só o que faltava
Legisladores brasileiros criaram uma lei Federal obrigando os taxistas a fazerem um curso para permanecerem trabalhando legalmente. Terá carga de 36 horas e estudos de legislação de trânsito, direção defensiva, primeiros socorros, mecânica e relações humanas. O táxi deverá estar em condições com as exigências das autoridades de trânsito. A medida é exequível, pois deixará esses profissionais atualizados. Mas, a taxa cobrada é de mais ou menos R$ 200, totalmente inviável. No Recife existem 6 mil permissionários e 10 mil motoristas auxiliares, que pagam uma renda ao dono do veículo. Portanto, terão que labutar dobrado para frequentar as referidas aulas. Um absurdo que deveria ser contido pela mobilização da categoria. R$ 50, no máximo, estariam de bom tamanho, já que os governantes não querem bancar o custo dessa medida impopular. Foto: Firmino Caetano Junior. José Ferreira Mulatinho. Recife/PE
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8 de dezembro de 2014
Ministério Público pede interdição parcial de presídio
A sociedade pernambucana, soube que o Ministério Público de Pernambuco pede a interdição parcial do Complexo Prisional do Curado, em virtude das precárias condições estruturais para abrigar presos. Após receber denúncias de irregularidades, o órgão inspecionou o local, concluindo que o antigo presídio Anibal Bruno recebe superlotação de presos, presta péssima assistência à saúde, não oferece as devidas condições de vigilância aos agentes de segurança penitenciária, assim como não evita o crescente número de crimes praticados pelos presos dentro dos limites dos três presídios do Complexo. Contando com um contingente de 30 mil detentos para somente 10.500 vagas disponíveis, o Estado é julgado incapaz para deter pessoas apenas do cumprimento da lei. Sem oferecer condições humanas e dignas aos aprisionados. Afinal, encarceramento é bem diferente de política de segurança. Foto: Portal IG. Carlos Ivan. Olinda/PE
20 de maio de 2014
Desconforto no Metrô
É impressionante o quanto piora cada vez mais a situação mobilidade urbana e os locais para atendimento ao público, quando se fala de trem/estação/CBTU. Passo a semana toda pegando trens lotados (comumente chamados de metrôs pela população) no bairro de Prazeres, na cidade do Jaboatão dos Guararapes e estação Joana Bezerra, no Recife. Para piorar, é comum nos deparamos com estações sem elevadores ou sem escadas rolantes funcionando. E, para complicar e irritar mais ainda, é comum o comércio informal de tudo que é possível e impossível vender dentro dos trens da linha Sul (Recife/Cajueiro Seco) e Recife/Jaboatão. Chega de metrôs lotados e quentes (principalmente nos trens velhos que vão no sentido Jaboatão e/ou Camaragibe) que, somados à venda ambulante engrossam o serviço inadequado e ineficiente que a CBTU nos oferece há anos. Até quando vamos viajar em estações e trens lotados, sujos e sem oferecer o mínimo de conforto? E quando irão diminuir, de fato, os intervalos nem sempre respeitados, em algumas linhas, mais os problemas operacionais? Quando irão fiscalizar e corrigir tais falhas denunciadas pela população que sofre todos os dias com esses transtornos? Foto: Firmino Caetano Junior. Jardson Alves Lemos. Jaboatão dos Guararapes/PE
24 de abril de 2014
Transporte público precário
Ir de ônibus para o trabalho até que seria uma boa pedida, se houvesse reciprocidade. Isto é: as empresas de transporte público oferecessem ao passageiro conforto, rapidez no percurso, lotação em nível aceitável. Os empresários de ônibus urbanos não visassem apenas o lucro e não fossem tão fominhas na venda de passagens. Mas, como o lema do sistema do transporte público brasileiro é atender apenas a classe de baixa renda e menos exigente no tocante ao conforto, à lotação e à irregularidade de horário, os empresários não se preocupam com investimentos no setor. Por isso, acham que os três mil coletivos circulando nas linhas do Grande Recife são mais do que suficientes para atender a demanda dos dois milhões de usuários que diariamente se deslocam pela Região Metropolitana do Grande Recife, e não haver a preocupação com o estado de uso dos ônibus, haja o estresse causado no passageiro. Enfrentar todo santo dia o desconforto do ônibus, geralmente lotado, é um saco. O Recife, já está no estágio de oferecer melhor sistema de transporte público ao povo, jogando estes trambolhos chamados de ônibus urbano no ferro velho para ver se ainda se aproveita pelo menos algumas peças, desgastadas pelo uso constante. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
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8 de setembro de 2013
Descontrole de horário causa transtorno para usuários
No horário que compreende de 7 horas às 8 horas, a demora dos ônibus da linha 920- Rio Doce/CDU, da Rodoviária Caxangá, para passar pelas paradas de ônibus da Avenida Caxangá, é de fazer qualquer um morrer de tédio e ansiedade, para aqueles que se deslocam para a cidade de Olinda. A demora é tanta que se o passageiro tomar um ônibus para Limoeiro (cidade do interior do estado) chega primeiro por incrível que pareça. Quando passam (vários deles um atrás do outro), já vem lotados. O que se nota é que está havendo uma falta de controle neste horário, e quem paga o pato são os usuários desses coletivos, pois estão chegando atrasados diariamente no trabalho, escolas, médicos etc. Os contribuintes que pagam uma passagem cara neste transporte (R$ 3,35), querem saber o que está havendo e que medidas cabíveis serão tomadas por parte do Grande Recife Consórcio de Transporte, junto ao dono da empresa. A foto são de pessoas em uma das paradas de ônibus da Caxangá a espera do veículo acima citado. Firmino Caetano Junior. Recife/PE
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