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21 de novembro de 2014
O desperdício de água, pela falta de educação do povo
Apesar do racionamento de água e dos inúmeros avisos sobre o desperdício de recursos naturais as pessoas ainda desperdiçam, muitos por ignorância e outros por absoluta falta de educação. Desde a infância, minha família me ensinou a usar o chuveiro só o necessário, escovar dentes com torneiras fechadas, nunca deixar aparelhos ligados sem uso, entre outras economias e desde essa época sempre pautei na economia geral e posso afirmar que até o momento não me pesa a consciência por utilizar em excesso aquilo que faltará ao próximo e aumentará minha despesa. Ressalto que os participantes dos programas de baixa renda do governo federal, bolsa família, recebem descontos nas contas de água, luz e até telefone, entretanto a maioria utiliza esse desconto apenas para desperdiçar e nunca foram orientados para o uso racional dos recursos e nem as agências estipularam uma cota mensal por pessoa na família. Foto: Firmino Caetano Junior. Daniel Marques Virginópolis/MG
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9 de novembro de 2014
Sabendo usar e economizar, água não vai faltar
Água é um item essencial à vida. Se faltar, morre tudo. O Brasil foi privilegiado pela natureza, tem 12 extensas bacias hidrográficas. Agora não é nordestino o único sofredor, várias regiões do país também choram a falta d’água. São Paulo passa por uma grave crise hídrica da história. Em 60 municípios paulistas, as famílias sofrem com o racionamento. As más gestões públicas, o desmatamento, o desperdício, a má educação do povo, as perdas na distribuição, a poluição nas fontes, as mudanças climáticas, a estiagem prolongada e o excesso no consumo, contribuem para faltar água nas casas. Apesar de denúncias do IBAMA acusando a devastação de florestas pelos incêndios e queimadas, o governo relaxa na fiscalização. Deixar que a contaminação da atmosfera e a agressão à biodiversidade causem estresse hídrico e desertificação. Matem os microrganismos do solo, provocando enormes prejuízos socioeconômicos ao país e ao mundo através do efeito estufa. Como não se fabrica ainda o nível da água é o mesmo de sempre. Não aumenta. Como não cuidam da natureza, as fontes secam. Os mananciais desaparecem e o povo sofre. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
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25 de outubro de 2014
Água mineral mais cara em todo país
Além de serem obrigados a economizar água, os moradores da cidade de São Paulo começam a pagar mais caro pela água mineral e refrigerante. De janeiro a setembro, a alta foi de 10,72% na Grande São Paulo. Nas demais capitais do país, o aumento médio foi de 6,24%. O setor atribui a elevação aos custos de produção e não a escassez de água no Sistema Cantareira, que opera com 3,3% de sua capacidade. Cerca de 67 municípios de São Paulo e Minas Gerais sofrem com a falta de água nas últimas semanas. No último fim de semana, os garrafões de água mineral de algumas lojas esgotaram. Só neste ano, o setor estima aumento de 30% nas vendas de água mineral e garante que a população continuará tenho o líquido em abundância, pelo menos nas lojas. Foto: Firmino Caetano Junior. Fonte: Jamille Coelho. Editora de Economia do Jornal Folha de Pernambuco
27 de setembro de 2014
Água se acabando: Falta incentivos para plantio de florestas
Só agora com a diminuição geral das reservas de água doce e a drástica diminuição das chuvas para as pessoas, governos e até a ONU resolveram discutir e procurar soluções para esse grave e urgente problema. Por muitos anos pessoas desinformadas apregoaram que o plantio de eucalipto era o vilão que secava as águas, atualmente estudos e a observação cuidadosa demonstram exatamente o contrário, pois o eucalipto plantado respeitando a legislação ambiental promove a conservação dos manaciais e a formação de umidade no ar. Entre os inúmeros benefícios das florestas de eucaliptos ressalto a preservação das reservas nativas, a formação de corredores ecológicos, nos quais os animais silvestres e todo o ecossistema se intercomunicam, dificulta a caça, a pesca e a exploração predatória de recursos naturais, há prevenção e combate em caso de incêndios florestais impedindo sua proliferação por vastas áreas e conserva o solo da erosão. O poder público e privado deveriam subsidiar e incentivar o plantio de florestas, sendo esse o único modo de garantir uma terra habitável para as gerações futuras. Foto: Fernando Melo. Daniel Marques. Virginópolis/MG
24 de agosto de 2014
A crise hídrica de São Paulo e estão culpando São Pedro
O que acontece atualmente com relação ao desabastecimento de água em São Paulo se enquadra na retórica de que uma mentira repetida muitas vezes acaba virando verdade. O governo paulista insiste em negar que se as obras necessárias tivessem sido realizadas poderia ser menos dramática a atual situação. E insiste ainda em responsabilizar São Pedro pelo caos evidente. Os gestores públicos também negam que existe racionamento, afirmando que o abastecimento de água está garantido até março de 2015. A gravidade da crise hídrica atinge não apenas a região metropolitana da capital, mas atinge todo o Estado mais rico da União. Está sendo afetada no estado um total de 27,7 milhões de pessoas. O governo paulista tem se mostrado irresponsável, incompetente e medíocre para resolver a questão.Chega de hipocrisia, chega de culpar São Pedro que não pode se defender. Foto: Divulgação. Heitor Scalambrini Costa. Recife/PE
2 de maio de 2014
Situação das barragem em Pernambuco, após as fortes chuvas no estado
As chuvas ocorridas este mês estão ajudando a recuperar o nível das barragens que abastecem a Região Metropolitana do Recife. Para se ter ideia, somente Pirapama, principal manancial que atende a Região Metropolitana do Grande Recife, está com um volume acumulado que corresponde a quase 90% de sua capacidade, situação bem diferente da registrada em abril de 2013, quando foi preciso retomar o racionamento por um breve período por conta da baixa no reservatório. A atual situação das barragens da RMR já é suficiente para garantir água até o próximo verão e a tendência é melhorar ainda mais. Segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima, a expectativa é que todas possam se recuperar totalmente até julho, caso as previsões climáticas para o período se confirmem. A recuperação das barragens foi acentuada a partir da última semana, quando começaram a ocorrer chuvas intensas no Litoral e na Zona da Mata. Na terça-feira passada (29), por exemplo, choveu 118 mm em apenas quatro horas. Nas últimas 48 horas, foram 150 mm na Região Metropolitana e o lado bom das chuvas é que elas estão ocorrendo também na área dos reservatórios. Fonte/Foto. Companhia Pernambucana de Saneamento, para o blog As Mazela do Recife
12 de junho de 2013
Chuvas melhoram situação das barragens
As chuvas registradas desde a última sexta-feira (7) na Região Metropolitana do Recife, permitiram que a barragem Pirapama, localizada no Cabo de Santo Agostinho, atingisse metade da sua capacidade. Nos últimos quatro dias, o acumulado de chuvas na região de Pirapama foi de 67,5 milímetros. Com isso, o sistema saiu de 45,69% na avaliação da última sexta-feira para 51,09% no monitoramento realizado ontem. Agora, o manancial está com cerca de 31,1 milhões de metros cúbicos de água. Esse sistema é o mais importante para o abastecimento da Região Metropolitana do Grande Recife. Após as precipitações, outras barragens da RMR também tiveram aumento nos seus níveis. Na barragem de Botafogo, em Igarassu, choveu 98,2 mm. Com isso, o sistema alcançou 38,34% da sua capacidade ante os 34,53% do balanço de sexta-feira (7). A barragem de Tapacurá, em São Lourenço da Mata, agora está com 49,06% da sua capacidade, com 46 milhões de metros cúbicos de água. Duas Unas opera com 76,40%, Várzea do Una com 47,41% e Botafogo com 38,34%. Bita já atingiu 103% da sua capacidade. Nesses últimos dias, choveu 91,3 mm no entorno de Tapacurá e 96,6 mm em Duas Unas. Foto: Barragem Tapacurá. Fonte: Assessoria de Comunicação da Companhia Pernambucana de Saneamento.
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9 de abril de 2013
Túneis e Barragens
Quem ainda não passou pelo túnel que fica em frente ao estádio do Sport Clube do Recife? Se não houve grandes custos e nem remoções de edificações residenciais e comerciais ao seu redor para construí-lo, por que não se fazer vários idênticos nos cruzamentos da Avenida Agamenon Magalhães no bairro do Derby? E qual o morador da zona norte do Grande Recife que, mesmo em dias da barragem Botafogo cheia d'água, ainda não sofreu com a sua escassez? Se só existe ela para abastecer essa imensa área, por que não se construir outras? Sem essas duas medidas, a mobilidade e a escassez d'água dificilmente terão solução nessas respectivas áreas. Foto: Firmino Caetano Junior. Cláudio de Melo Silva. Olinda/PE
4 de abril de 2013
Brasil e o estado de Pernambuco
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