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30 de outubro de 2025

Ler na era das telas: escola reinventa o incentivo à leitura na infância

Num mundo cada vez mais conectado, estimular o gosto pela leitura entre crianças e adolescentes é um desafio. Dados recentes do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) mostram que o uso da internet entre crianças de 0 a 8 anos cresceu de forma expressiva na última década: entre os pequenos de 3 a 5 anos, o percentual de usuários saltou de 26% para 71%, e entre os de 6 a 8 anos, de 41% para 82%. Nesse contexto, o Colégio GGE tem apostado em estratégias que unem tecnologia, ludicidade e afeto para mostrar que o livro ainda tem espaço na rotina digital das novas gerações. Para além das salas de aula, a escola promove atividades que aproximam os alunos dos livros de maneira criativa e afetiva, estimulando o envolvimento das famílias e o protagonismo dos estudantes. Entre os destaques estão o BiBi do Livro, voltado à Educação Infantil, em que uma bicicleta leva histórias para diferentes turmas; a Ciranda Literária, que promove trocas de livros e rodas de conversa; e o Redigge, concurso de redação que reforça a leitura como base da escrita e da argumentação. “A leitura é tratada como um hábito que se constrói diariamente, um prazer que amplia horizontes e uma ferramenta essencial de aprendizagem. Ela atravessa todas as áreas do conhecimento, desenvolvendo interpretação, criatividade, empatia e senso crítico. A partir da leitura, os docentes desenvolvem atividades lúdicas, trazem autores de livros, promovem palestras, apresentações orais, trocas de livros, grupos de estudo e saraus, com o objetivo de manter o estímulo ativo durante todo o ano”, explica Alice Vila Nova, vice-diretora da escola. A tecnologia também é aliada nesse processo. O GGE utiliza plataformas digitais, e-books e desafios gamificados em sua plataforma V4, equilibrando inovação e tradição. “O livro físico continua sendo protagonista, especialmente na Educação Infantil e no Ensino Fundamental. O digital entra como complemento, ampliando repertórios e despertando novas formas de se relacionar com o texto”, completa Alice. Além das atividades pedagógicas, a escola realiza feiras literárias, contações de histórias e culminâncias que envolvem as famílias, fortalecendo o vínculo afetivo com a leitura. “Essas experiências aproximam escola, família e literatura, tornando a leitura um hábito compartilhado e cheio de significado. Nossos alunos também produzem livros com histórias autorais, e os pais participam de todo o processo”, afirma a vice-diretora. Lorena Andrade 

25 de outubro de 2025

Como identificar os primeiros sinas de dislexianas nas crianças

Se você percebe que seu filho tem dificuldades de aprendizagem, lê de forma lenta e hesitante ou demonstra problemas para reconhecer letras e sons, é importante não tirar conclusões precipitadas. Um diagnóstico não deve ser feito com base em sintomas isolados, mas é fundamental buscar ajuda de um especialista. A fonoaudióloga Diana Moreira explica que a dislexia pode estar por trás de alguns desses sinais. Trata-se de uma dificuldade recorrente no processamento da informação, que interfere principalmente nas habilidades de leitura, escrita e linguagem. Muitas vezes, a dislexia é associada apenas a problemas escolares, como trocas de letras, erros ortográficos e dificuldades em matemática, mas o transtorno é mais complexo. “A dislexia não se resume a ler e escrever mal. Ela afeta a forma como o cérebro processa sons, símbolos e padrões linguísticos”, esclarece a especialista. Quando surgem os primeiros sinais: De acordo com Diana, a dislexia costuma ser percebida na fase de alfabetização, quando a criança começa a aprender a ler e escrever. No entanto, em alguns casos, pais e professores só identificam o problema em etapas mais avançadas da vida escolar, quando as exigências linguísticas se tornam mais abstratas. A especialista recomenda atenção aos sinais na fala, especialmente quando a criança troca sons ou pronuncia palavras de maneira muito variada, como “figorífico”, “friborítico” ou “frigotítico”. “Essas variações indicam que o sistema fonológico ainda não está consolidado, o que pode prejudicar o desenvolvimento da leitura e da escrita”, explica. O que os pais podem fazer: Pais e educadores podem ajudar reforçando as palavras de forma silábica e incentivando a criança a repetir o som corretamente. “Mais do que corrigir, é essencial escutar com atenção e orientar na articulação de cada sílaba, para que ela compreenda como unir os sons e formar as palavras”, orienta Diana Moreira, que é especialista em neuropsicologia pediátrica. Além disso, a especialista destaca a importância de oferecer ambientes ricos em estímulos linguísticos. Livros, revistas, histórias, recortes, lápis e papéis devem estar sempre à disposição das crianças. “Elas precisam ter contato constante com a linguagem — ouvir histórias, dramatizar, cantar e conversar — tudo isso fortalece a memória auditiva e o sistema fonológico”, afirma. Sinais de alerta na fase inicial da alfabetização Alguns comportamentos merecem atenção especial de pais e professores, Dificuldade em memorizar letras e seus sons; Leitura muito lenta, com omissões ou trocas de palavras;  Leitura excessivamente rápida, sem compreensão; Falta de atenção à pontuação, Escrita desorganizada e incoerente;  Incapacidade de identificar erros na escrita; Compreensão apenas literal das palavras;  Dificuldade em entender o que lê. Apesar dos desafios, Diana reforça que “nem tudo é negativo”. Segundo ela, o cérebro do disléxico funciona de maneira diferente, o que pode trazer vantagens criativas. “Alguns estudiosos chamam de ‘cérebros de gênio’. Albert Einstein e Steve Jobs eram disléxicos, e isso pode inspirar e fortalecer a autoestima das crianças”, diz. A fonoaudióloga defende que os pais estimulem o potencial dos filhos e fiquem atentos a qualquer dificuldade desde cedo. “Alguns pais entram em negação, e quando aceitam o problema, pode ser tarde para uma intervenção mais eficaz. Intervir é importante, mas prevenir é ainda melhor”, conclui.Com informações do Site NotíciasAoMinuto 

23 de setembro de 2025

Hospital promove campanha de arrecadação de brinquedos para o dia das crianças

O Hospital Maria Lucinda iniciou a campanha “Sorriso de Criança”, que tem como objetivo arrecadar brinquedos novos ou em bom estado para presentear as crianças atendidas no Ambulatório da unidade, em celebração ao Dia das Crianças. As doações podem ser entregues até o dia 08 de outubro, no setor Sahima, do próprio Hospital. Podem ser doados itens novos ou seminovos em bom estado (sem peças quebradas ou pontiagudas). É importante que tenham peças para meninos e meninas de diversas idades, como brinquedos educativos, bonecas, carrinhos, jogos de tabuleiro, pelúcias higienizadas, entre outros. A ação solidária foi concluída no dia 09 de outubro, com a distribuição dos brinquedos em um momento especial dedicado aos pequenos. “O Maria Lucinda sempre teve essa identidade da filantropia em sua história. Realizar esse tipo de ação em datas comemorativas é reafirmar essa de servir à comunidade. Cada brinquedo doado reforça o nosso compromisso com a solidariedade e com a humanização no cuidado. Queremos proporcionar um dia ainda mais feliz para nossas crianças”, destaca a coordenadora do Ambulatório e responsável pela ação, Manuela Araújo. Comunicação Hospital Maria Lucinda 
 

22 de setembro de 2025

Relatório revela uso de crianças ucranianas em fábricas militares russas

O Brasil foi em 2024 o quarto país mais letal para ambientalistas, de acordo com relatório divulgado pela organização não governamental Global Witness. O documento estima que 12 ativistas foram assassinados no país no último ano, entre eles seis pequenos agricultores, quatro indígenas e um afrodescendente. Embora o número seja inferior ao de 2023, quando foram registradas 25 mortes, a ONG alerta que aumentaram os casos de intimidação, ameaças de morte e tentativas de homicídio. Com base em dados da Comissão Pastoral da Terra, a Global Witness destacou que houve 481 tentativas de assassinato em 2024, sendo 44% contra indígenas e 27% contra comunidades quilombolas. Desde 2012, ao menos 413 defensores da terra e do meio ambiente foram mortos ou desapareceram no Brasil, incluindo 36 afrodescendentes. No cenário global, quase 150 ativistas ambientais foram mortos ou desapareceram no ano passado, número inferior aos 196 casos de 2023. A organização, porém, ressalta que isso não representa uma melhora na situação e avalia que os registros estão subestimados em vários países. A América Latina concentrou mais de 80% dos casos em 2024, com a Colômbia liderando a lista pelo segundo ano consecutivo. O país registrou 48 assassinatos, um terço do total mundial, embora o número seja menor que os 79 contabilizados em 2023. Entre as vítimas estavam 20 camponeses e 19 indígenas, 13 deles pertencentes ao povo Nasa, no departamento de Cauca.A violência contra defensores ambientais na Colômbia é atribuída principalmente à mineração ilegal e ao tráfico de drogas, atividades ligadas a grupos armados que atuam em áreas de conflito. A Guatemala, com 20 mortes, e o México, com 19, aparecem em seguida, antes do Brasil e das Filipinas, ambos com oito registros. Desde 2012, quando a Global Witness começou a monitorar esses casos, o número de defensores ambientais mortos ou desaparecidos no mundo chegou a 2.253. Folhapress 

6 de maio de 2025

Ansiedade de crianças e jovens cresceu mais 1000% nos últimos 10 anos

O aumento significativo dos casos de ansiedade entre crianças e adolescentes tem chamado a atenção de especialistas. Pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde em 2024 mostra que, em 10 anos, os atendimentos relacionados a transtornos de ansiedade no SUS aumentaram 1.575% entre as crianças de 10 a 14 anos. Entre os adolescentes, de 15 a 19 anos, o avanço foi ainda maior: de 4.423%. Entre os adolescentes de 19 a 24 anos, o avanço foi ainda mais acentuado: de mais de 3.300%, saltando de 1.534 atendimentos, em 2014, para 53.514. Segundo Fernando Padovan, Mestre em Avaliação Psicológica e Saúde Mental e Professor do Curso de Psicologia da Faculdade Santa Marcelina, essa realidade é resultado de uma combinação complexa de fatores sociais, culturais, tecnológicos e psicológicos. Entre os principais motivos está a transformação na dinâmica familiar, com pais cada vez mais ausentes devido a longas jornadas de trabalho ou distância de redes de apoio. "Com essa nova realidade, muitas crianças passam longos períodos em escolas, creches ou sob os cuidados de terceiros, o que pode comprometer o suporte emocional adequado e impactar diretamente sua segurança psicológica", explica Padovan. Outro fator apontado pelo especialista é o uso excessivo de dispositivos digitais, que tem reduzido as interações presenciais e comprometido o desenvolvimento de habilidades sociais essenciais. "O isolamento virtual pode levar à dificuldade em lidar com situações de pressão e frustração, tornando os jovens mais vulneráveis à ansiedade e à insegurança emocional", ressalta o professor. Com informação do site NoticiasAoMinuto  

9 de março de 2025

Vacina da gripe ficará disponível o ano todo para crianças, idosos e gestantes

O Ministério da Saúde anunciou que, a partir de agora, a vacina contra o influenza, vírus causador da gripe, faz parte do Calendário Nacional de Vacinação para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos a partir de 60 anos de idade. O imunizante estará disponível em todas as salas de vacina do País a partir da 2ª quinzena de março. Até então, a oferta do imunizante ficava restrita às campanhas sazonais. Segundo a pediatra Mônica Levi, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), a medida é importante porque os surtos de gripe não se restringem a apenas uma época do ano. "A gripe se caracteriza por uma imprevisibilidade. Então, apesar de a gente ter um maior número de casos no outono e inverno, os surtos também acontecem ao longo do ano, de forma esporádica", diz. Ela acrescenta que disponibilizar a vacina para quem não a tomou no período recomendado dá a oportunidade de esse indivíduo se proteger e também ajuda a prevenir o impacto de um eventual surto. Outros grupos continuarão recebendo o imunizante em estratégias especiais. Entre esses, estão profissionais da saúde, professores, forças de segurança, população privada de liberdade e pessoas com doenças crônicas ou deficiências, entre outros. Folhapress 

25 de janeiro de 2025

Virose no verão: como proteger as crianças e reconhecer sinais de alerta

Durante o verão, é comum observar um aumento no número de casos de viroses, especialmente aquelas relacionadas ao período de praia. O aumento das temperaturas favorece a disseminação de vírus, que podem contaminar a água ou os alimentos, facilitando a proliferação de patógenos e aumentado a incidência de viroses no período. Um dos públicos mais afetados são as crianças, que ficam mais expostas a esses fatores por conta das aglomerações das férias escolares. O Hospital das Clínicas da UFPE, unidade vinculada à rede da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), chama a atenção para os cuidados que devem ser tomados com os pequenos nessa época. No adoecimento por virose, especialistas destacam que a abordagem mais eficaz é o tratamento de suporte: manter a criança hidratada e oferecer alimentação adequada ao estado que ela se encontra. Havendo febre, o uso de antitérmicos pode ajudar no controle. Em situações mais graves, quando a criança não consegue ingerir líquidos ou remédios, é necessário buscar assistência médica para administração intravenosa. A chefe da Assistência em Pediatria Clínica e Medicina do Adolescente do HC-UFPE, Georgia Lima de Paula, explica que os vírus possuem sazonalidade. “Os vírus respiratórios predominam no inverno, enquanto os gastrointestinais são mais comuns no verão. Embora seja raro que viroses venham de água imprópria para banho, o maior risco nesta época está nas aglomerações de pessoas”, alerta. A pediatra acrescenta que, com o aumento da população nas regiões litorâneas durante as férias e o verão, surtos de viroses são comuns, especialmente no período pós-carnaval. “A densidade populacional nessas áreas contribui para a propagação das doenças”, observa. Prevenção e cuidados essenciais: Para evitar viroses, a orientação principal é seguir as recomendações médicas. Georgia de Paula enfatiza a importância de vacinar as crianças com todas as vacinas recomendadas para a faixa etária. “Manter o cartão de vacinação atualizado é essencial. Além disso, é importante evitar o contato com pessoas doentes, lavar as mãos frequentemente, evitar aglomerações e, no caso específico das praias, tomar cuidados com a água e os alimentos consumidos”, afirma. Segundo a pediatra, muitos casos de viroses são autolimitados, ou seja, desaparecem com o tempo e requerem apenas medidas de suporte como hidratação, boa alimentação e repouso. No entanto, é importante evitar o uso de medicamentos como aspirina e anti-inflamatórios, que podem agravar quadros de doenças como dengue, comum nesse período. A maioria das viroses são benignas e, em geral, as crianças ficam mais frustradas durante a febre, mas se recuperam nos intervalos. No entanto, alguns sinais exigem atenção especial. Se a criança apresentar sonolência excessiva, ficar muito hipoativa, vomitar várias vezes seguidas, apresentar episódios recorrentes de diarréia, ou se a diurese (urina) diminuir, é fundamental procurar atendimento médico imediato. Comunicação UFPE  

11 de dezembro de 2024

Vinte e sete crianças são operadas em mutirão do hospital das clínicas

Vinte e sete crianças de dois até os 13 anos passaram por cirurgias de mastectomias e hérnias inguinais em mais um mutirão do Hospital das Clínicas da UFPE, que integrou a programação do Ebserh em Ação, na capital pernambucana. No próximo sábado (14), será a vez do mutirão de cirurgias oncológicas de pequeno porte. Desde outubro, o HC tem realizado várias forças-tarefas para realização de cirurgias e de exames. “Ações como essa visam à promoção de saúde na infância melhorando a qualidade de vida dessas crianças bem como dos seus cuidadores e possibilitando o ingresso no sistema de novos pacientes que esperam por vagas em sistema represado”, destacou a coordenadora da Área Assistencial de Cirurgia Pediátrica do HC, Ana Gabriela Martins. A cirurgiã pediátrica ressalta também a importância do envolvimento dos diversos setores do hospital promovendo uma integração e o sentimento de pertencimento a um serviço, como o HC, que cumpre o seu papel na promoção de saúde. “Vivemos um dia de muito trabalho, mas de muita alegria em saber que ajudamos muitas famílias a resolver um problema dos seus filhos”, afirmou a coordenadora da Área Assistencial de Cirurgia Pediátrica do HC, Ana Gabriela Martins. Além desse mutirão cirúrgico, o HC vem realizando desde outubro uma série de forças-tarefas como a de reconstrução mamária, para tratamento de varizes pela técnica de endolaser, laqueaduras e vasectomias. Também houve mutirões de exames de mamografia, ultrassonografia e biópsia (todas de mamas) e dermatológicos para detecção de câncer de pele, este também no último sábado (7). Comunicação UFPE 

26 de setembro de 2024

Sem tratamento nas clinicas

Pelo menos umas 400 famílias que têm crianças com autismo, não estão sendo atendidas em clínicas que têm convênio com o Sassepe (que é o plano de assistência médica dos servidores do Estado de Pernambuco), pela falta de pagamento por parte do governo do Estado. Alguns estão conseguindo, mas entrando com uma ação da justiça. Mas, o correto seria que o Sassepe pagasse o que deve, pois sem os tratamentos as crianças estão regredindo. Que as faturas devidas sejam pagas o mais rápido possível. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife.PE  

7 de agosto de 2024

Vacina contra poliomielite: como funciona e a importância para crianças

A poliomielite é uma doença que, em casos mais graves, pode provocar paralisia, principalmente nos membros inferiores do corpo. “É uma doença contagiosa provocada por um vírus (poliovírus) que inicialmente chega ao intestino e, em alguns casos, pode agredir a medula e o cérebro. Se transmite de pessoa a pessoa mediante contato com fezes contaminadas ou secreções da boca”, define a pediatra do Hospital Edmundo Vasconcelos, Lara Maia. A doença pode se manifestar de forma mais leve, com ausência de sintomas, ou mais graves. Alguns dos sintomas iniciais podem ser febre, vômitos, diarreia ou constipação, dor de cabeça e no corpo, dor de garganta, espasmos e meningite. A médica explica que a doença em sua forma mais grave (em que há a paralisia) é mais comum em crianças de idade maior ou mesmo adultos. Isso acontece porque o vírus destrói partes do sistema nervoso, causando a paralisação dos músculos e provocando sequelas que podem durar para a vida toda. “Algumas dessas sequelas são paralisia da perna, crescimento diferente das pernas, escoliose, osteoporose, atrofia dos músculos, pé-torto, dores articulares, paralisia dos músculos da fala e deglutição. Em casos mais raros, o vírus pode afetar as partes do cérebro responsáveis pela respiração, podendo levar à morte”, alerta a especialista. A importância da vacinação está no fato de que essa é a única maneira de se prevenir da doença e evitar que ela se espalhe. “A doença não tem cura até o momento atual. Os casos confirmados devem ser hospitalizados para suporte clínico e acompanhamento. O que existem são tratamentos com fisioterapia para as sequelas motoras a longo prazo”, detalha. O esquema vacinal da poliomielite é composto inicialmente por doses da vacina inativada (VIP) por injeção, aos 2, 4 e 6 meses. Na sequência, o reforço é feito com as gotinhas via oral (vacina VOP), administrada entre 12 e 15 meses e aos 4 anos, ou nas campanhas. Ela não pode ser tomada por crianças que sejam imunossuprimidas ou convivam com pessoas imunossuprimidas na mesma casa. Na rede privada, os reforços podem ser realizados aos 15 meses e depois com 4 ou 5 anos.

 

1 de agosto de 2024

Brasil registra três mortes ao dia de crianças e jovens por afogamento

A criança não aprende pelo erro. Criança precisa de supervisão do adulto bem de perto’. É o que defende o presidente do Departamento Científico de Prevenção e Enfrentamento às Causas Externas na Infância e Adolescência da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Luci Pfeiffer. O alerta coincide com o Dia Mundial de Prevenção do Afogamento, celebrado dia 25 de agosto, e se baseia em levantamento divulgado pela entidade, segundo o qual, em média, três crianças e adolescentes perdem a vida por afogamento, diariamente, no Brasil. A SBP analisou os registros de óbitos ocorridos entre os anos de 2021 e 2022, quando houve mais de 2,5 mil vítimas desse tipo de acidente que, de acordo com a entidade, é completamente evitável. As crianças de um a quatro anos de idade foram as principais vítimas, com 943 mortes, seguidas de adolescentes de 15 a 19 anos (860 óbitos). O estudo incluiu as faixas etárias de 10 a 14 anos (com 357 óbitos); de cinco a nove anos (291); e os menores de um ano (58). “Falta cuidado, falta proteção. Falta os pais saberem que criança precisa de supervisão do mundo adulto e de um ambiente protegido, porque tem coisas que você evita adaptando esse ambiente à atividade de uma criança”, avalia Luci Pfeiffer. As mortes são resultado também da imprudência de pais e de filhos, acrescentou a pediatra. 

7 de junho de 2024

Obesidade é a nova realidade de crianças brasileiras, dizem especialistas

A obesidade infantil é a nova realidade entre crianças brasileiras, isso é o dizem pediatras, nutricionistas e órgãos de saúde de todo o Brasil. A Política Nacional de Alimentação e Nutrição,, reconheceu, em 2022, que a obesidade é, atualmente, um problema de saúde pública. Segundo o último levantamento do órgão, realizado em parceria com o SUS (Sistema Único de Saúde), mais de 340 mil crianças brasileiras entre 5 e 10 anos possuem obesidade. Outra pesquisa feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS), estima que o Brasil tenha 11,3 milhões de crianças obesas até 2025, caso o Ministério da Saúde não encontre soluções eficientes para o problema nos próximos anos. Para determinar se uma criança é obesa, é necessário calcular o índice de massa corporal (IMC). O IMC é uma medida que leva em consideração a altura e o peso das pessoas, sendo calculado o peso em quilogramas pela altura em metros ao quadro. Uma criança é considerada obesa quando seu IMC está acima do percentual 95 para seu sexo e idade. Por isso, é importante que os pais mantenham os filhos em consultas regulares com o médico-pediatra para, assim que o problema for diagnosticado, ele indique o melhor caminho, com o auxílio de um nutricionista. Para a professora de Nutrição da Universidade Anhanguera, Carla Jadão, os altos índices são reflexo de maus hábitos alimentares entre crianças.  “Os dados são o reflexo da má alimentação das crianças, alinhadas ao sedentarismo atualmente. A alimentação dos pequenos está altamente industrializada, com um crescente consumo de doces, fast foods, congelados, bolachas, salgadinhos, embutidos, enlatados e etc”, comenta Carla Jadão. 

17 de abril de 2024

Crianças brasileiras estão mais altos e mais obesos, revela estudo

As crianças brasileiras estão mais altas e mais obesas. É o que mostra estudo conduzido por pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimento para Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Cidacs/Fiocruz Bahia), em colaboração com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a University College London. Os resultados do estudo indicaram que, entre 2001 e 2014, a estatura infantil, em média, aumentou 1 centímetro. A prevalência de excesso de peso e obesidade também teve aumento considerável entre os dados analisados. A prevalência de obesidade entre os grupos analisados subiu até cerca de 3%. A pesquisa foi publicada na revista The Lancet Regional Health – America e baseou-se na observação das medidas de mais de 5 milhões de crianças brasileiras. Segundo os pesquisadores, tais resultados indicam que o Brasil, assim como os demais países em todo o mundo, está longe de atingir a meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de deter o aumento da prevalência da obesidade até 2030. De acordo com a pesquisadora associada ao Cidacs/Fiocruz Bahia e líder da investigação, Carolina Vieira, a obesidade infantil é preocupante. O Ministério da Saúde explica que tanto o sobrepeso quanto a obesidade referem-se ao acúmulo excessivo de gordura corporal. A obesidade é fator de risco para enfermidades como doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer. 

12 de março de 2024

Brasil pode chegar a 20 milhões de crianças e adolescentes obesas em 2035

O Brasil pode chegar a 20 milhões de crianças e adolescentes obesos em 2035, segundo projeção do Atlas 2024 da Federação Mundial da Obesidade (World Obesity Federation, na sigla em inglês, WOF), O estudo abrange dados de 186 nacionalidades e, segundo os autores, mostra um padrão no qual todos os países devem ser afetados por um expressivo aumento do índice de massa corpórea (IMC) da população. A projeção alerta para uma crescente na última década, inclusive entre as nações mais pobres. No Brasil, o ganho de peso no segmento infanto-juvenil (de 5 anos a 19 anos de idade) pode ter uma salto de 34% de indivíduos com IMC alto em 2019 (o equivalente a 15,58 milhões de jovens) para 20,39 milhões em 2035. Esses valores representam um crescimento de 1,9% ao ano entre 2020 e 2035, um índice muito próximo ao de adultos, cuja expectativa é de alta de 1,8% anuais no mesmo período. Folhapress 

11 de agosto de 2023

32 mil crianças e adolescentes estão vivendo em abrigos no Brasil

32 mil crianças e adolescentes vivem em serviços de acolhimento, afastadas do convívio familiar, em todo o país. Esses números fazem parte de um relatório divulgado pela organização Aldeias Infantis SOS. De acordo com documentos, as regiões Sudeste e Sul concentram oito em cada dez dessas crianças e adolescentes. O estudo, elaborado pelo Instituto Bem Cuidar, apontou, ainda, que seis em cada dez crianças e adolescentes abrigados não recebem visita familiar. Apesar disso, a pesquisa mostra que muitos querem voltar a morar com a família ou, pelo menos, retomar o contato. Negligência e violência física ou psicológica são os principais fatores que os levaram para os serviços de acolhimento. Segundo o relatório, 25% das crianças e adolescentes que vivem em acolhimentos têm até 5 anos; 27% têm de 6 a 11 anos e 5%, 18 anos ou mais. A maioria deles têm idade entre 12 e 17 anos. 

20 de junho de 2015

Doação de leite materno

O leite materno é um alimento completo, ou seja, até os seis meses, o bebê não precisa de nenhum outro alimento (chá, suco, água ou outro leite). A digestão do leite humano é mais fácil do que a de qualquer outro leite e com ele a criança se desenvolve com mais saúde, pois é rico em anticorpos que a protegem de muitas doenças, como diarreias, infecções respiratórias, alergias, além de contribuir para a diminuição do risco de hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade. A doação de leite humano é importante porque pode beneficiar bebês que estão internados e não podem ser amamentados pelas próprias mães. Com 1 litro de leite materno é possível alimentar até 10 recém-nascidos por dia. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE 

20 de fevereiro de 2015

Trabalho infantil longe de ser solucionado

Neste trecho da Avenida Caxangá ao lado da parada de ônibus dos coletivos da BRT, estação Zumbi, no bairro do Cordeiro, um garoto menor de idade vêm negociando garrafas de água mineral para os motoristas de carros particulares e ônibus comuns que passam pelo local (são centenas deles todos os dias) em baixo de sol e chuva. Como se sabe o estatuto do adolescentes proíbe que crianças de menor idade trabalhem e por isso o motivo da denúncia neste blog, para que chega ao conhecimento junto as autoridades competentes que cuidam desses caso, que diga de passagem, observados em vários sinais de trânsito da cidade e pelo visto longe de ser solucionado, pela falta de fiscalização, pessoal em quantidade suficiente para esta tarefa de fiscalização e por se tratar de uma decisão política, para que esta prática seja banida para sempre. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE

22 de dezembro de 2014

Flagrante constrangedora da miséria

Cena arrepiante aparece no Recife neste período natalino. No bairro de São José, um aglomerado de gente maltrapilha se acomoda no local, visando angariar doações. Crianças, adolescentes, idosos e até pessoas deficientes se instalam ao relento em colchões velhos, dividindo espaços com ratos, para receber brinquedos, roupas e alimentos. Por conta da repentina hospedagem e não perder tempo no percurso para o banheiro do terminal de ônibus parece que as pessoas fazem as suas necessidades é nas próprias calçadas do Cais de Santa Rita. O cheiro na área é horrível. Basta o sinal fechar para as crianças avançar em direção aos carros para limpar os para-brisas em troca de moedas. Tem crianças tão pequenitas que nem alcança o vidro dos automóveis para limpar. É triste ver a mendicância explodir na capital pernambucana por falta de oportunidades de emprego. Dói não ver fiscalização para impedir a exploração do trabalho infantil. Sinal de que o trabalho da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos não atingiu os objetivos. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

8 de dezembro de 2014

Cresce número de adolescentes grávidas no país

O numero de adolescentes grávidas tem crescido assustadoramente em todo país e ocasionado um grave problema para a sociedade atual. Cada vez mais as jovens estão deixando a adolescência muito cedo, para assumirem a função de ser mãe. Em muitos casos os pais biológicos não assumem o seu papel de pai e desaparecem para sempre, deixando as jovens mães em situação desesperadora. Como essa adolescentes não saber cuidar da criança, quem assumi na realidade é a família (os pais) ou se não a solução é colocar em uma Creche. Lamentavelmente são jovens que ainda não terminaram sua educação familiar, e já são responsáveis para educar uma criança. Precisamos urgentemente adotarmos políticas públicas de apoio a família brasileira o quanto antes e os principais responsável por esta inciativa é o governo municipal, estadual e  federal. O que a Prefeitura da cidade do Recife vem fazendo neste sentido? Foto: Firmino Caetano Junior. Fernando Melo. Igarassu/PE

12 de agosto de 2014

Combate à Pornografia Infantil está sendo investigada pela Polícia Federal

A Polícia Federal em Pernambuco deflagou dia 08.08.2014 a operação “Vacilo", que busca descobrir duas pessoa que deixaram possivelmente seus perfies aberto com a senha numa rede social, e em suas paginas estavam utilizando para publicar fotos pornográficas de uma adolescente. O objetivo da ação foi dar cumprimento a três Mandados de Busca e Apreensão nos bairros de Boa Viagem e no Fundão no Recife, e na cidade de Goiana, interior do estado, visando encontrar e apreender equipamentos de informática com contenham material pornográfico infanto-juvenil bem como vídeos com cenas de sexo explícito envolvendo crianças. A polícia agora espera descobrir através de familiares das vítimas imagens pornográficas que levem aos autores deste crime. As investigações estão em andamento e em breve a Polícia espera prender esses criminosos. Foto: Cortesia da Polícia Federal para o blog As Mazelas do Recife