A hipertensão arterial, conhecida popularmente como “pressão alta”, é uma das doenças crônicas mais comuns e silenciosas do país. De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 35% da população adulta brasileira vive com o problema, o que representa mais de 60 milhões de pessoas. Apesar disso, boa parte desconhece o diagnóstico, já que a doença pode se desenvolver de forma assintomática por anos, até causar complicações graves como infarto, AVC e insuficiência renal e cardíaca. “A maioria dos casos de hipertensão não apresenta sintomas óbvios. O perigo está justamente no fato de a pessoa se sentir bem, enquanto a pressão elevada vai danificando órgãos vitais, como o coração, o cérebro e os rins”, explica Lilian Cavalheiro, cardiologista do CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”. Segundo a médica, a rotina moderna tem influência direta sobre o aumento dos casos. “O estresse constante, a falta de sono e o excesso de compromissos aumentam a liberação de hormônios como o cortisol e a adrenalina, que elevam a pressão arterial”. O consumo de sódio, explica ela, pode ser também um risco para a doença. “O excesso de sal e ultraprocessados tem influência direta na pressão arterial e contribui para o aumento do peso e da gordura abdominal, fatores que elevam o risco de hipertensão. É o resultado de uma combinação de hábitos e predisposição genética”, acrescenta. Dra. Lilian ainda reforça que mudanças simples podem fazer grande diferença no controle e na prevenção. “Caminhar ajuda a reduzir a pressão, pois aumenta a vasodilatação. Já uma dieta com baixo teor de sódio e rica em potássio, proveniente de frutas e vegetais, diminui o volume de líquido nos vasos sanguíneos e fornece nutrientes importantes e antioxidantes”, explica. Ela lembra ainda que medir a pressão regularmente é um gesto importante. “A Diretriz de Hipertensão Arterial de 2025 recomenda aferição da pressão em todas as consultas médicas e, no mínimo, uma vez ao ano em pessoas saudáveis. Hoje existem aparelhos automáticos que permitem medições domiciliares seguras”. Foi um episódio inesperado que levou Nilton de Farias, 56 anos, a descobrir que tinha a doença. “Estava assistindo televisão quando, de repente, tudo escureceu. Chamei minha esposa dizendo que não estava bem e fui levado ao hospital. Lá, disseram que minha pressão estava muito alta”, relembra. O diagnóstico exigiu mudanças imediatas. “Passei a restringir o uso de sal e gordura e adotei uma alimentação mais moderada. Antes, eu caminhava bastante, mas depois tive um problema no joelho e precisei adaptar os exercícios”, conta. Nilton realiza acompanhamento na UBS Jardim Coimbra, unidade gerenciada pelo CEJAM em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SES-SP), que oferece a Linha de Cuidado em Hipertensão, programa voltado à prevenção e ao controle da doença por meio de um cuidado contínuo e integrado. “Hoje me sinto mais seguro. Tenho retorno regular, faço os exames e recebo orientações sobre alimentação e medicamentos. A diferença é enorme em relação à antes, quando os retornos com o cardiologista demoravam muito”, afirma. Embora a hipertensão ainda seja mais prevalente entre idosos, a especialista alerta para o aumento dos casos entre adultos e até jovens. “Estamos vendo cada vez mais diagnósticos em pessoas na faixa dos 30 ou 40 anos, principalmente devido ao sedentarismo e à alimentação inadequada. É um mito achar que a hipertensão é uma condição exclusiva da terceira idade”, destaca Dra. Lilian. Folhapress
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3 de novembro de 2025
Mesmo sem sintomas, hipertensão segue entre os principais riscos à saúde
20 de outubro de 2025
Mal súbito: entenda as causas, sintomas e agir em emergência
A perda repentina da consciência, conhecida como mal súbito, é um evento que pode ocorrer por diferentes motivos — desde doenças cardíacas e cerebrais até alterações metabólicas ou neurológicas. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), a condição exige atenção imediata, pois pode evoluir para morte súbita se o atendimento não for rápido. O mal súbito acontece quando há interrupção no fornecimento de oxigênio e nutrientes ao cérebro, geralmente causada por falhas no bombeamento de sangue pelo coração ou por bloqueios nos vasos cerebrais. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 400 mil brasileiros morrem todos os anos por doenças do coração, sendo que a morte súbita representa aproximadamente 30% dessas mortes. O problema é mais comum em homens acima de 65 anos, mas também pode afetar pessoas jovens e atletas. Principais causas: As causas mais recorrentes do mal súbito incluem: Cardíacas: arritmias, infarto do miocárdio, miocardiopatia hipertrófica e aneurisma da aorta, Cerebrovasculares: AVC isquêmico ou hemorrágico, Neurológicas: epilepsia, encefalopatia e tumores cerebrais, Metabólicas: hipoglicemia, desidratação severa e intoxicações. Sintomas: Os sinais podem variar conforme a origem do problema, mas os mais comuns são: Tontura, vertigem ou confusão mental, Mal-estar generalizado, Palpitações ou dor no peito, Dificuldade para falar ou enxergar, Convulsões e rigidez muscular. Em alguns casos, o mal súbito ocorre sem qualquer sintoma prévio. O que fazer em caso de mal súbito:A ação rápida é essencial para salvar vidas. Se presenciar alguém passando mal: Ligue imediatamente para o SAMU da sua cidade, Deite a pessoa de costas e mantenha a cabeça levemente elevada. Verifique se há respiração. Se estiver ausente ou irregular, inicie a reanimação cardiopulmonar (RCP) até a chegada do socorro. Especialistas reforçam que reconhecer os sinais de alerta e buscar atendimento imediato pode ser decisivo. Manter hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática regular de exercícios e acompanhamento médico periódico, também é fundamental para reduzir o risco de mal súbito e outras doenças cardiovasculares. Com informações do Site Notícias Ao Minuto
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17 de agosto de 2025
Sintomas de distúrbio do sono comum é de difícil diagnóstico
Noites mal dormidas, mesmo em condições ideais de temperatura e conforto, podem ser sinal de um distúrbio do sono comum, mas de diagnóstico difícil: a apneia do sono. O problema, que afeta milhões de pessoas, é frequentemente percebido primeiro por familiares ou parceiros, já que seus principais sintomas ocorrem enquanto o paciente dorme. De acordo com o jornal Mirror, cerca de oito milhões de britânicos sofrem com a condição, sendo que aproximadamente um terço deles não recebe diagnóstico. A apneia do sono acontece quando as vias respiratórias são repetidamente bloqueadas durante o sono, interrompendo o descanso reparador. Entre as causas estão questões neurológicas, determinadas posições para dormir ou alterações anatômicas. Os sinais mais comuns incluem falta de ar, sensação de sufocamento e ronco alto e persistente. Embora o próprio paciente possa não perceber essas ocorrências, é possível identificar efeitos durante o dia, como sonolência excessiva, dificuldade de concentração e irritabilidade. Segundo o especialista em sono Martin Seeley, adormecer facilmente enquanto vê televisão, lê ou até durante o trânsito pode indicar algo mais sério. Ele alerta que sentir cansaço mesmo após uma noite inteira de sono, ou receber relatos de que ronca alto e pára de respirar à noite, são motivos para buscar ajuda médica. A Escala de Sonolência de Epworth é usada para medir o grau de sonolência em atividades diárias e pode indicar se há sinais de apneia do sono. Sem tratamento, o distúrbio pode aumentar o risco de hipertensão, doenças cardíacas e diabetes, além de prejudicar a qualidade de vida e aumentar o risco de acidentes Com diagnóstico, o tratamento é possível e eficaz. Mudanças no estilo de vida e nos hábitos de sono podem ajudar, mas casos mais graves podem exigir o uso de aparelhos como o CPAP ou dispositivos semelhantes a protetores bucais durante a noite. Dormir de lado, em um quarto escuro e fresco, ajuda a reduzir os sintomas. Dormir de costas favorece o colapso das vias respiratórias devido ao relaxamento da língua e dos tecidos moles. O consumo de álcool e o excesso de peso na região do pescoço também agravam o problema. Outro fator que pode contribuir para noites melhores é a escolha de um bom colchão. Modelos de firmeza média, que mantêm o alinhamento da coluna e reduzem pontos de pressão, podem melhorar o fluxo de ar e reduzir interrupções no sono.
2 de agosto de 2025
Insuficiência cardíaca, o que é, sintomas, riscos e prevenção
A insuficiência cardíaca é uma condição clínica em que o coração perde a capacidade de bombear sangue de forma eficiente, não conseguindo atender adequadamente às necessidades de oxigênio e nutrientes do organismo. A doença pode se desenvolver de forma lenta ou surgir de maneira repentina, e está entre as principais causas de internação no Brasil, especialmente entre idosos. De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 2 milhões de brasileiros convivem com insuficiência cardíaca, e mais de 240 mil novos casos são diagnosticados por ano. As causas são variadas: pressão alta não controlada, infarto do miocárdio, doenças das válvulas cardíacas, inflamações no coração (miocardites), além de cardiomiopatias de origem genética ou associadas ao álcool, à obesidade e ao diabetes. Sintomas que exigem atenção. Os principais sinais da insuficiência cardíaca envolvem sintomas muitas vezes confundidos com o envelhecimento ou outras doenças. Entre eles, destacam-se: Falta de ar (dispneia), mesmo em repouso; Cansaço extremo com esforços mínimos; Inchaço nos tornozelos, pernas e abdômen; Ganho de peso repentino por retenção de líquidos; Tosse persistente, especialmente à noite; Necessidade frequente de urinar durante a madrugada; Palpitações e sensação de batimentos cardíacos acelerados. Muitos desses sintomas estão relacionados à tentativa do organismo de compensar a falha do coração. Isso pode incluir aumento da frequência cardíaca, retenção de líquidos pelos rins e dilatação do próprio músculo cardíaco — mecanismos que, com o tempo, agravam a condição. Diagnóstico e tratamento. O diagnóstico da insuficiência cardíaca envolve uma combinação de exames clínicos, laboratoriais e de imagem, como eletrocardiograma, ecocardiograma, exames de sangue e, em alguns casos, testes de esforço. A identificação precoce é fundamental para evitar complicações. O tratamento costuma ser multidisciplinar. Envolve o uso de medicamentos para controlar os sintomas e impedir a progressão da doença, mudanças no estilo de vida, acompanhamento regular com cardiologista e, em casos mais graves, o uso de dispositivos implantáveis ou transplante cardíaco. Prevenção ainda é o melhor caminho. Controlar fatores de risco é a maneira mais eficaz de prevenir a insuficiência cardíaca. Isso inclui: Manter a pressão arterial sob controle; Monitorar e tratar o diabetes e o colesterol alto; Evitar o consumo excessivo de álcool; Praticar atividades físicas regularmente; Não fumar; Manter uma dieta equilibrada, com baixo teor de sódio. A insuficiência cardíaca não tem cura, mas pode ser controlada com tratamento adequado e acompanhamento constante. A conscientização sobre seus sintomas e fatores de risco é fundamental para reduzir as taxas de mortalidade e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.Com informações do Site NoticiasAoMinuto
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16 de julho de 2025
Três sintomas de que não está comendo proteína suficiente
Mum momento em que a proteína virou estrela nas prateleiras dos supermercados — estampada em iogurtes, pães e até snacks —, é natural que surja a dúvida: será que estou consumindo proteína na quantidade ideal? A proteína é um macronutriente essencial, assim como os carboidratos e as gorduras. Ela está presente em todas as células do corpo humano e é indispensável para a formação e reparo de tecidos. Seu papel vai muito além da construção muscular: também influencia o sistema imunológico, a saúde óssea, a regulação hormonal e até o humor. Mas afinal, quanto de proteína precisamos por dia? A recomendação geral é de 0,8 gramas de proteína por quilo de peso corporal por dia. Ou seja, uma pessoa de 60 quilos deve consumir cerca de 48 gramas diárias. No entanto, esse valor pode variar de acordo com a idade, o nível de atividade física, objetivos de saúde e condições específicas. Por exemplo, mulheres na perimenopausa ou na menopausa podem se beneficiar de uma ingestão maior, entre 1 e 1,2 gramas por quilo, segundo a nutricionista Rebecca Blake, em entrevista ao site Parade. De acordo com a também nutricionista Tamar Samuels, uma ingestão inadequada de proteína pode afetar diversos sistemas do organismo. Veja os principais sinais: 1. Fome constante e cansaço frequente. 2. Queda de cabelo, unhas fracas e pele ressecada. 3. Perda de peso sem intenção (e perda muscular)
7 de fevereiro de 2025
Alerta para os sintomas do câncer infantil
O câncer infantil, embora raro, é a principal causa de morte por doença entre crianças e adolescentes no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). A detecção precoce é essencial para o sucesso do tratamento, pois pode aumentar significativamente as chances de cura. No entanto, os sintomas da doença costumam ser inespecíficos, o que pode dificultar o diagnóstico. Um relatório publicado pela Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) destaca que pais e profissionais de saúde devem estar atentos a sinais que podem indicar câncer em crianças. O estudo aponta que os sintomas mais comuns são frequentemente confundidos com doenças benignas, o que atrasa a busca por atendimento médico. A seguir, listamos dez sintomas que não podem ser ignorados, conforme recomendações da American Cancer Society (ACS), do INCA e de pesquisadores da Universidade Johns Hopkins. 1. Febre persistente sem causa aparente. 2. Manchas roxas, palidez e sangramentos inexplicáveis. 3. Dores ósseas ou articulares constantes. 4. Perda de peso inexplicada e falta de apetite. 5. Caroços ou inchaços sem explicação. 6. Dores de cabeça persistentes e vômitos matinais. 7. Reflexo branco nos olhos ou alteração na visão. 8. Cansaço extremo e sonolência excessiva. 9. Inchaço abdominal e dor persistente. 10. Infecções frequentes e recorrentes. Diagnóstico precoce salva vidas. O câncer infantil tem um índice de cura superior a 70%, segundo dados do INCA, quando diagnosticado precocemente e tratado adequadamente. No entanto, a falta de informação e a demora no diagnóstico ainda são grandes desafios.
9 de dezembro de 2024
Como aliviar os sintomas de uma infecção urinária: dicas de especialista
As infecções urinárias são conhecidas pelos sintomas desconfortáveis e, muitas vezes, debilitantes, como dores intensas. “É um tipo de dor intrusiva e difícil de ignorar”, explica a médica Anne Ackerman, citada pela Self. Segundo a especialista, essas infecções ocorrem quando bactérias entram no trato urinário pela uretra, podendo atingir a bexiga. O tratamento geralmente inclui antibióticos, mas é possível aliviar os sintomas com outras medidas. Confira as recomendações de especialistas: Dicas para aliviar os sintomas da infecção urinária. Tome um analgésico de venda livre. A urologista E. Ann Gormley sugere o uso de medicamentos como ibuprofeno, que ajudam a reduzir a inflamação e a dor. Hidrate-se bastante. Beber muita água é essencial. Segundo a médica Kecia Gaither, isso ajuda a eliminar as bactérias da bexiga e a diluir a urina, aliviando o desconforto. Use sacos de água quente. Colocar um saco de água quente sobre a área dolorida pode ajudar a relaxar os músculos e minimizar a dor, recomenda Anne Ackerman. Outra opção é tomar um banho quente de imersão para aliviar o desconforto. Pratique meditação e exercícios de respiração. Técnicas de relaxamento podem ser eficazes no manejo da dor crônica associada às infecções urinárias. Cuidados adicionais. Se você estiver enfrentando sintomas de infecção urinária, não deixe de procurar orientação médica. O diagnóstico correto e o tratamento adequado são essenciais para evitar complicações.
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23 de setembro de 2024
Trombose: especialista fala sobre o tema e alerta para perigos e sintomas
Em setembro, é o mês da conscientização do combate à trombose, uma data instituída pelo Congresso Nacional para sensibilizar a população brasileira sobre o tema, evidenciando seus riscos e formas de prevenção. A doença é uma das principais causas de mortalidade no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu como meta global a redução em 25% do número de mortes prematuras por doenças não infecciosas até 2025. A professora do Curso de Fisioterapia da Universidade Unopar Anhanguera, Edine Kavano Kitahara, explica que a trombose se caracteriza, principalmente, pelo desenvolvimento de um coágulo dentro de um vaso sanguíneo, o que causa o entupimento dele e dificulta o retorno venoso ao coração. “A trombose é um problema silencioso e frequentemente assintomático, o que torna a compreensão e a vigilância essenciais. Ela geralmente ocorre nas veias das pernas, conhecida como trombose venosa profunda, ou pode se manifestar nos pulmões como uma embolia. Para evitar o problema de saúde, alguns fatores externos de risco devem ser observados como imobilização prolongada, tabagismo e uso de anticoncepcionais, ou em casos de cirurgias, hospitalizações e fraturas. "Como profissionais de enfermagem, nossa responsabilidade é oferecer cuidados eficazes e compassivos para pacientes com trombose. Isso inclui fornecer apoio emocional e educacional, explicar o tratamento de forma clara, monitorar a resposta do paciente e assegurar que eles entendam a importância de seguir as orientações médicas”. Sobre os sintomas, a professora lista alguns que devem se ter atenção: dor, edema (inchaço) unilateral, vermelhidão na pele, cianose (coloração azul arroxeada), dilatação do sistema venoso superficial, aumento da temperatura local, empastamento muscular (rigidez da musculatura da panturrilha) e dor à palpação.
27 de abril de 2024
10 sintomas de câncer que muitas vezes passam despercebidos
Câncer: a palavra que assusta e gera pânico. Mas, desde a década de 1970, a taxa de sobrevivência triplicou, principalmente devido ao diagnóstico precoce. A grande verdade é que a maioria dos tumores é tratável com sucesso quando detectada em fase inicial. O problema? Ignoramos os sintomas. Medo de ir ao médico, falta de informação ou pura negligência podem ser fatais. Um estudo da Cancer Research UK revela que mais da metade dos britânicos já apresentou sintomas de câncer, mas apenas 2% associaram-os à doença. Mais de um terço ignorou os sinais e não procurou ajuda médica. A BBC compilou uma lista com 10 sinais gerais de câncer que, segundo a American Cancer Society, você jamais deve ignorar: 1. Perda de peso inexplicada: Emagrecer sem motivo aparente pode ser um sinal de alerta, principalmente se for mais de 5kg. Câncer de pâncreas, estômago, esôfago e pulmão são exemplos. 2. Febre: Frequente em pacientes com câncer, a febre pode ser um sintoma precoce de leucemia ou linfoma. 3. Cansaço extremo: Fadiga persistente que não melhora com o repouso pode indicar câncer, especialmente leucemia. 4. Alterações na pele: Manchas que crescem, doem ou sangram, além de escurecimento, vermelhidão, coceira e crescimento excessivo de pelos, podem ser sinais de diferentes tipos de câncer. 5. Mudanças na função miccional: Constipação, diarreia, sangue na urina ou alterações na frequência urinária podem estar relacionadas ao câncer de cólon, bexiga ou próstata. 6. Feridas que não cicatrizam: Pequenas feridas que não cicatrizam em mais de quatro semanas ou alterações na boca que persistem exigem atenção médica. 7. Sangramento: Tossir sangue (pulmão), sangue nas fezes (cólon ou reto), sangramento vaginal (cervical ou endometrial), sangue na urina (bexiga ou rim) e secreção sanguinolenta no mamilo (mama) são sinais que não devem ser ignorados. 8. Caroços ou rigidez: Nódulos nas mamas, testículos, gânglios linfáticos ou outros tecidos moles do corpo podem ser um sinal de câncer. 9. Dificuldade para engolir: Indigestão persistente ou dificuldade para engolir podem indicar câncer de esôfago, estômago ou faringe. 10. Tosse ou rouquidão persistente: Tosse por mais de três semanas ou rouquidão podem ser sinais de câncer de pulmão, laringe ou tireoide.
26 de abril de 2024
Um sintoma precoce e doloroso de câncer de ovário que jamais deve ignorar
Identificar precocemente o câncer é crucial para um tratamento eficaz. A médica Stephanie Ooi, em entrevista ao Daily Express, enfatiza a importância de estar atento a qualquer alteração no corpo, mesmo que pareça insignificante. Ela destaca que a dispareunia, ou seja, dor durante o sexo, pode ser um dos primeiros sintomas do câncer de ovário. "A dor nas costas, no estômago ou durante as relações sexuais podem ser sinais precoces de câncer nos ovários. Além disso, algumas mulheres podem sentir-se mais inchadas do que o normal", afirma a especialista, que atua na MyHealthcare Clinic, no Reino Unido. O câncer de ovário, continua ela, apresenta uma série de sintomas iniciais, como inchaço abdominal, que pode ser comparado à sensação de ter comido em excesso. Outras manifestações incluem a perda de apetite, dificuldade em terminar as refeições e uma perda de peso repentina e inexplicável. Fatores de risco associados à doença incluem histórico familiar, nuliparidade, endometriose, uso de talco e obesidade.
10 de abril de 2024
O sintoma que pode indicar doença renal
Uma contratura muscular pode ser originada por diversas causas, desde um movimento brusco ao sentar-se até uma postura inadequada durante o dia, ou até mesmo um esforço excessivo durante o exercício físico. No entanto, também pode ser um sinal de algo mais sério, como uma doença renal. De acordo com o site Health Digest, a doença renal crônica pode desencadear contraturas musculares. Com o tempo, os rins podem não conseguir eliminar adequadamente o excesso de líquidos do corpo, aumentando assim o risco de infecções. Quando a função renal é comprometida, os músculos também podem ser afetados devido a desequilíbrios nos níveis de cálcio e fósforo. Isso pode resultar em espasmos musculares, fraqueza, cãibras e dores. "Indivíduos com doença renal muitas vezes não apresentam sintomas até os estágios avançados da doença, quando ocorre falência renal ou quando há grandes quantidades de proteína na urina", explica o médico Joseph Vassalotti, da National Kidney Foundation. Outros sinais a serem observados para esse tipo de doença incluem presença de sangue na urina, inchaço ao redor dos olhos e nos pés, e tornozelos inchados.
10 de janeiro de 2024
Conheça os sintomas e tratamento desta bactéria que pode causar câncer
Muitas pessoas carregam a H. pylori em seus estômagos sem consequências negativas, mas, para algumas, ela pode se mover para a camada de muco do estômago e causar uma série de problemas, desde inflamação até úlceras e câncer. Muitas pessoas que têm a H. pylori provavelmente a contraíram durante a primeira infância por meio de contato, como compartilhar alimentos ou respirar aerossóis liberados pelo vômito. Ela também pode ser transmitida através de alimentos que não foram limpos ou cozinhados de forma segura, ou através de água contaminada com a bactéria. A H. pylori é mais prevalente em certas partes do mundo, como África e Sul da Ásia. Na população brasileira há um alto número de indivíduos com H. Pylori, mas a porcentagem de pessoas que irá desenvolver um câncer, por exemplo, é bastante pequena. A atenção maior deve surgir nos casos diagnosticados com a associação da presença da bactéria e outras doenças, como a gastrite atrófica e a metaplasia intestinal. Quais os sintomas da H. Pylori? Um gastroenterologista pode solicitar um exame especializado para caracterizar melhor a doença. Entre os principais sintomas estão dificuldade de deglutição, perda de peso, vômitos, má digestão, dor de estômago e náuseas. Alguns estudos sugerem que sintomas como arroto em excesso e refluxo podem ser controlados com mudanças na dieta, como comer muitas frutas e vegetais ou diminuir a ingestão de sal. Há também um tratamento: uma alta dose de antibióticos e bloqueadores de ácido ingeridos por vários dias. Fonte Estadão
28 de maio de 2023
Sintoma comum de câncer do pênis
O Brasil registrou, de janeiro a novembro do ano passado, 1.933 casos de cânceres de pênis. Desses, cerca de um quarto precisou ser retirado por causa do tumor. Os dados foram compilados pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) com base em informações do DataSUS. Para Alfredo Canalini, presidente da entidade, o total de casos é preocupante. "O Brasil tem números que são assustadoramente altos. Eles só são superados por países da África subsaariana." Os diagnósticos não são muito diferentes do que foi observado em outros anos. De 2018 a 2022, a média anual de casos desse tipo de tumor foi de 2.071. Embora o número não apresente queda, a diminuição nos casos da doença não é uma tarefa tão difícil. Isso porque uma das principais formas de evitar o tumor é a higienização diária e adequada do órgão. Canalini explica que os homens precisam puxar o prepúcio, pele que envolve a glande, que é a cabeça do pênis. Então, lavar com água e sabão a região de forma a retirar toda a sujeira que pode se acumular. Após, é importante secar. Em casos mais graves do tumor, a amputação do pênis é necessária. Segundo os dados preliminares levantados pela SBU, foram 459 registradas em 2022. Esse é o menor valor desde 2018, quando foram 639 remoções da genitália. Mesmo assim, o número é alto: considerando o total de casos em 2022, quase um quarto dos diagnósticos resultou na retirada do órgão. Folhapress
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