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25 de março de 2026

Falta de respeito com os idosos

Estive no último dia 16.03, na  emergência  do Hospital dos Servidores do ,Estado, que fica na Avenida Rosa e Silva, bairro do Aflito no Recife, em Pernambuco para fazer uma séries de Exames, cheguei as 18 horas e por incrível que pareça chegue às 18 horas e saí de lá 5 horas da madrugada. E haja falta de respeito para com os idosos. Firmino Caetano Junior. Recife. PE
 

28 de dezembro de 2025

Seis hábitos comuns entre pessoas que chegam aos 100 anos

Viver mais e envelhecer de forma saudável e ativa é um dos grandes objetivos da sociedade atual. Embora não exista uma fórmula mágica para a longevidade, um estudo da UnitedHealthcare com 100 centenários identificou seis hábitos recorrentes entre pessoas que chegaram aos 100 anos com qualidade de vida. As conclusões foram divulgadas pelo site Health. 1.Alimentação equilibrada. 2.Exercícios para manter a massa muscular. 3.Caminhadas regulares. 4.Práticas para reduzir o estresse. 5.Jardinagem. 6.Exercícios cardiovasculares. E por fim: Atividades aeróbicas como corrida, natação e ciclismo faziam parte da rotina de 28% dos centenários. Esses exercícios melhoram a circulação sanguínea, aumentam a capacidade respiratória e ajudam a manter a resistência física ao longo dos anos.

9 de agosto de 2025

Como cuidar da saúde ocular desde a infância até a terceira idade

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 285 milhões de pessoas no mundo apresentam algum grau de deficiência visual, sendo que de 60% a 80% dos casos poderiam ser evitados ou tratados com o diagnóstico precoce. Entre os sinais de alerta que indicam possíveis problemas de visão estão a perda súbita ou progressiva da acuidade visual (central ou periférica), áreas de sombra no campo visual, visão borrada, dificuldade de focar e distorção de imagens como linhas retas que parecem onduladas. “Mesmo que a visão pareça normal, o paciente pode estar desenvolvendo uma doença ocular grave e silenciosa. O glaucoma é um exemplo clássico disso. Quando os sintomas surgem, muitas vezes o dano já é irreversível”, explica o oftalmologista Dr. Luiz Guilherme Caprio da AME Carapicuíba, unidade gerenciada pelo CEJAM (Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”) em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES/SP). Segundo ele, para evitar complicações, é importante estar atento à frequência ideal dos exames oftalmológicos, que podem variar de acordo com a idade e fatores de risco. Para adultos sem sintomas, a American Academy of Ophthalmology recomenda avaliações completas a cada 5 a 10 anos antes dos 40 anos; a cada 2 a 4 anos dos 40 aos 54; de 1 a 3 anos entre os 55 e 64 anos; e anualmente ou a cada dois anos a partir dos 65 anos. “Pacientes com histórico familiar de glaucoma, diabetes ou prematuridade devem passar por consultas com maior regularidade.” O médico destaca que os cuidados precisam começar cedo, ainda na infância. “O exame do reflexo vermelho ao nascimento é indispensável. A partir daí, novas triagens são indicadas entre 6 meses e 1 ano, entre 3 e 5 anos e, depois, periodicamente até a adolescência. Os problemas mais comuns na infância são os erros refrativos (miopia, hipermetropia, astigmatismo), a ambliopia, o popular ‘olho preguiçoso’ e o estrabismo.” O comportamento das crianças pode indicar dificuldades visuais. Sinais como desinteresse por estímulos visuais, dificuldade para reconhecer rostos, olhar torto, evitar a luz ou não focar diretamente em objetos exigem atenção. “Muitas vezes, as crianças não conseguem expressar o que sentem. Por isso, é importante que os pais observem e que a triagem oftalmológica faça parte da rotina de cuidados desde cedo”, alerta o especialista. Outro fator é o uso excessivo de telas. Embora não cause danos permanentes, pode provocar sintomas como olho seco, dor de cabeça e visão borrada. “Em crianças, o tempo prolongado em frente a dispositivos eletrônicos tem sido associado ao aumento da incidência de miopia, especialmente quando há pouca exposição à luz natural. A recomendação é limitar o uso de no máximo 1 a 2 horas diárias, principalmente nos primeiros anos de vida”, orienta. Já na terceira idade, manter a saúde ocular envolve uma série de cuidados, como consultas regulares, controle rigoroso de doenças crônicas (como diabetes e hipertensão), alimentação equilibrada, uso de óculos escuros com proteção UV e adesão rigorosa aos tratamentos indicados para doenças já diagnosticadas. “A visão na terceira idade pode ser preservada com acompanhamento e mudanças simples no estilo de vida”, reforça o oftalmologista. Exames como a acuidade visual, tonometria, fundoscopia, avaliação do campo visual e da motilidade ocular são fundamentais para a detecção precoce de doenças. A alimentação também tem um papel importante. Nutrientes como luteína, zeaxantina, vitaminas A, C e E, ômega-3, zinco e fibras estão associados à menor incidência de catarata, DMRI e retinopatia diabética. Já dietas ricas em gorduras saturadas, açúcar e ultraprocessados tendem a agravar o risco de doenças visuais. Outro ponto que o médico ressalta são as variações sazonais. “No verão e no inverno, o cuidado com os olhos deve ser redobrado. Óculos com proteção UV 400 e chapéus de aba larga são aliados contra a radiação solar. Já em ambientes com ar-condicionado, deve-se manter a umidade do ar e usar colírios lubrificantes quando necessário.” Folhapress

 

3 de agosto de 2025

Voa Brasil completa um ano com 45 mil reservas para aposentados

Em um ano de existência, o programa Voa Brasil registrou cerca de 45 mil reservas de passagens aéreas de até R$ 200 para aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os dados constam de balanço divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Ministério de Portos e Aeroportos. O programa é voltado para a inserção social na aviação brasileira. Segundo a pasta, o número de reservas seria suficiente para lotar mais de 344 aeronaves com os beneficiados, movimentando 87 aeroportos de todos os estados. Lançado em parceria com as companhias aéreas, o programa prevê a oferta de passagens ociosas e em baixa temporada para dar acesso a aposentados que não haviam viajado nos últimos 12 meses. Os bilhetes podem ser adquiridos no site gov.br/voabrasil. Entre os destinos mais procurados nestes 12 meses de programa estão: São Paulo (12.771 passageiros), Rio de Janeiro (3.673), Recife (3.509), Brasília (3 mil), Fortaleza (2.843), Salvador (2.601), João Pessoa (1.587), Maceió (1.507), Belo Horizonte (1.254) e Natal (1.150).  Segundo o balanço, as regiões Sudeste e Nordeste concentraram, respectivamente, 43% e 40% do total de reservas efetuadas desde o início do programa. A terceira região mais procurada pelos aposentados foi o Centro-Oeste (8%), seguida pelo Sul (5%) e pelo Norte (3%). “No total, foram 510 trechos diferentes procurados pelos aposentados, sendo os mais movimentados entre a capital paulista e as capitais nordestinas Recife, Salvador, Maceió, Fortaleza e João Pessoa (ida e volta). Há trechos de longa distância, como Porto Alegre/Recife ou São Paulo/Fernando de Noronha (quatro horas de voo), e trechos curtos, como a Ponte Aérea Rio/São Paulo ou dentro do mesmo estado, como Salvador/Porto Seguro”, informou a pasta. Com informações do Site NoticiasAoMinuto 

 

11 de julho de 2025

Idosos têm risco maior de complicações com gripe H1N1

Com a chegada das temperaturas mais baixas, crescem os casos de gripe e, junto com eles, o alerta para a proteção dos idosos. Embora o vírus H1N1 não seja hoje o subtipo mais grave da influenza, ele ainda figura entre os responsáveis por hospitalizações e mortes, especialmente entre pessoas com saúde mais frágil. De acordo com o Ministério da Saúde, até a 22ª Semana Epidemiológica de 2025 (encerrada em 31 de maio), o Brasil registrou 3.079 casos notificados de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus Influenza A (H1N1). O número já supera os 2.951 registros do mesmo período de 2024, indicando um aumento de aproximadamente 4,3% nas ocorrências da doença. Além disso, levantamento do InfoGripe, da Fiocruz, indica que a influenza A representa mais de 36% dos casos confirmados e está associada a 72,5% dos óbitos por infecções respiratórias. “A gripe costuma ser mais perigosa para pessoas idosas, principalmente por uma questão imunológica. Com o passar dos anos, o sistema imunológico passa por um processo natural de enfraquecimento, chamado imunossenescência. Isso deixa o organismo mais suscetível a infecções e menos capaz de reagir de forma eficiente a vírus como o da gripe”, explica a geriatra do Hospital Japonês Santa Cruz, Dra. Sumika Mori. Segundo a especialista, esse risco é ainda maior quando o idoso convive com doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou doenças pulmonares. “Além disso, hábitos de vida pouco saudáveis, como sedentarismo, má alimentação ou estados emocionais fragilizados, podem enfraquecer ainda mais o organismo”, alerta. A complicação mais comum e grave da gripe é a pneumonia, que pode ser causada pelo próprio vírus ou por bactérias oportunistas que se aproveitam do pulmão inflamado. Os sintomas, nesses casos, são mais intensos, como falta de ar, cansaço extremo, secreção pulmonar, baixa oxigenação e até insuficiência respiratória. “Mas a gripe também pode piorar doenças que a pessoa já tem. Em pessoas com insuficiência cardíaca, renal, diabetes ou demência, o vírus pode descompensar o estado clínico e causar confusão mental, desidratação, picos de glicemia ou agravamento da função cardíaca e renal”, explica a geriatra. Há, ainda, complicações mais raras, como miocardite (inflamação no coração), encefalite (no cérebro) e rabdomiólise (nos músculos), todas com risco elevado de morte. Com informações do Site NoticiasAoMinuto  

9 de maio de 2025

Especialista explica quais são os sinais de perda auditiva em idosos

Com o avanço da idade, é comum que a audição sofra alterações, comprometendo a comunicação e a qualidade de vida. Estima-se que, no Brasil, mais da metade das pessoas acima de 60 anos apresentam algum grau de perda auditiva, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP), em 2020, apontou que 6,7 milhões de idosos brasileiros sofrem de perda auditiva. De acordo com a OMS, a tendência é que esse número aumente. Especialista em reabilitação auditiva, a fonoaudióloga Dra. Vanessa Gardini, da Pró-Ouvir Aparelhos Auditivos, de Sorocaba (SP), explica que muitas pessoas demoram para perceber a perda auditiva ou até a ignoram. No entanto, ela alerta que buscar tratamento precocemente pode fazer toda a diferença para manter a qualidade de vida, independência e saúde mental. “A audição está diretamente ligada à qualidade de vida e ao funcionamento do cérebro. Quando uma pessoa começa a perder a capacidade auditiva e não trata, o cérebro recebe menos estímulos sonoros, o que pode acelerar o declínio cognitivo e prejudicar a memória”, explica a especialista. Sinais de perda auditiva em idosos: A dificuldade para ouvir pode surgir de forma gradual, tornando-se perceptível apenas quando já está mais avançada. Alguns sinais de alerta incluem: Aumento do volume da TV e do telefone;  Dificuldade para entender conversas, especialmente em ambientes ruidosos;  Sensação de que as pessoas estão falando baixo ou "embolado";  Perguntar "o quê?" com frequência;  Evitar conversas em grupo por dificuldade de compreensão; cansaço ou dor de cabeça, após longos períodos de interação. "Muitas vezes, familiares percebem antes do próprio idoso que há uma dificuldade auditiva. É importante que incentivem a busca por uma avaliação fonoaudiológica, antes que o problema afete, ainda mais, a comunicação e o bem-estar", orienta Dra. Vanessa. Fonte. Site NotíciasAoMinuto. 

14 de abril de 2025

Musculação protege cérebro de idosos contra demência, diz estudo


Manter uma rotina de musculação não traz apenas benefícios como aumento de força e resistência, melhora na postura e prevenção contra lesões. Um estudo de enfoque original, desenvolvido no Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (Brainn), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), confirmou que a atividade protege o cérebro de idosos contra demências. Detalhado em artigo da revista GeroScience, o estudo acompanhou 44 pessoas que já apresentavam um comprometimento cognitivo leve, estágio que fica entre o comprometimento do envelhecimento normal e a doença de Alzheimer, a forma mais comum de demência. O que se descobriu foi que praticar musculação duas vezes por semana, com intensidade moderada ou alta, preservou o hipocampo e o pré-cúneo, áreas cerebrais que se alteram quando esse diagnóstico. Com ineditismo, os 16 pesquisadores também identificaram outro impacto positivo: o de melhora na chamada substância branca, parte do cérebro que opera em conjunto com a massa cinzenta, por meio de axônios, para garantir a conexão entre neurônios, mediante as sinapses. As vantagens chegaram à metade dos participantes, a dos que incorporaram a musculação ao seu cotidiano, já após seis meses e há possibilidade de que o impacto seja ainda mais expressivo, caso o período seja maior. "No grupo que praticou musculação, todos os indivíduos apresentaram melhoras de memória e na anatomia cerebral. No entanto, cinco deles chegaram ao final do estudo sem o diagnóstico clínico de comprometimento cognitivo leve, tamanha foi a melhora", ressalta a primeira autora do artigo, a bolsista de doutorado da Fapesp Isadora Ribeiro, vinculada à Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Para analisar os possíveis efeitos da musculação no cérebro dos participantes, a equipe responsável pela pesquisa realizou testes neuropsicológicos e exames de ressonância magnética. Os especialistas buscavam comparar índices e imagens, uma vez que já se sabe que, entre pessoas com perdas cognitivas, há atrofia, isto é, redução do volume de certas regiões do cérebro. Atualmente, no Brasil, cerca de 2,71 milhões de pessoas com 60 anos ou mais convivem com quadros de demência, o que corresponde a 8,5% desse grupo populacional. De acordo com o Relatório Nacional sobre a Demência, lançado pelo Ministério da Saúde em setembro do ano passado, essa quantidade deve dobrar até 2050, subindo para 5,6 milhões. Folhapress

 

28 de março de 2025

Infecção urinária em idosos

Dados da UPA Engenho Velho, unidade gerenciada pela Fundação Manoel da Silva Almeida / Hospital Maria Lucinda e que faz parte da Rede Estadual de Saúde do Governo de Pernambuco, apontam que, entre janeiro de 2024 e janeiro de 2025, 637 pacientes foram atendidos com sintomas de infecção urinária. Desse total, 145 são idosos a partir dos 60 anos, sendo 70 mulheres e 75 homens. Em idosos, a infecção urinária pode se manifestar de forma atípica e levar a complicações graves caso não seja identificada e tratada rapidamente. Os sintomas da infecção urinária em idosos podem ser diferentes dos observados em pacientes mais jovens. Enquanto ardência ao urinar, aumento da frequência urinária e dor na região lombar são sinais clássicos da doença, pessoas acima de 60 anos podem apresentar sintomas mais sutis ou inespecíficos, como alteração do estado mental, confusão, fraqueza, quedas frequentes e febre baixa. Isso pode retardar o diagnóstico e aumentar o risco de complicações, incluindo a infecção generalizada (sepse), que pode ser fatal. Segundo o coordenador médico da UPA Engenho Velho, Tiago Monteiro, a prevenção da infecção urinária em idosos passa por hábitos simples. “Atitudes como o aumento da ingestão de líquidos, a higiene adequada e o esvaziamento frequente da bexiga podem prevenir casos desse tipo. A hidratação é essencial para evitar o acúmulo de bactérias no trato urinário e reduzir o risco de infecção”, explica. Para isso, é importante incentivar o consumo adequado de água ao longo do dia, reduzir o consumo de alimentos e bebidas que possam irritar a bexiga, como cafeína e álcool, e estimular a micção frequente para evitar o acúmulo de urina na bexiga. “Além disso, manter bons hábitos de higiene íntima é fundamental. Em casos de idosos acamados, é necessário garantir uma rotina de cuidados que inclua a troca frequente de fraldas e a monitorização de possíveis sinais da infecção”, reforça Monteiro. Ao notar sintomas suspeitos, especialmente mudanças no comportamento do idoso, como confusão mental ou sonolência excessiva, é fundamental procurar atendimento médico imediatamente. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem evitar complicações e garantir a qualidade de vida dos pacientes. Para mais informações sobre prevenção e tratamento da infecção urinária em idosos, procure a unidade de saúde mais próxima. A UPA Engenho Velho oferta atendimentos de urgência e emergência 24h e está localizada na Avenida General Manoel Rabelo, 5539, no bairro Engenho Velho, em Jaboatão dos Guararapes. Comunicação Hospital Maria Lucinda  

9 de março de 2025

Vacina da gripe ficará disponível o ano todo para crianças, idosos e gestantes

O Ministério da Saúde anunciou que, a partir de agora, a vacina contra o influenza, vírus causador da gripe, faz parte do Calendário Nacional de Vacinação para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos a partir de 60 anos de idade. O imunizante estará disponível em todas as salas de vacina do País a partir da 2ª quinzena de março. Até então, a oferta do imunizante ficava restrita às campanhas sazonais. Segundo a pediatra Mônica Levi, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), a medida é importante porque os surtos de gripe não se restringem a apenas uma época do ano. "A gripe se caracteriza por uma imprevisibilidade. Então, apesar de a gente ter um maior número de casos no outono e inverno, os surtos também acontecem ao longo do ano, de forma esporádica", diz. Ela acrescenta que disponibilizar a vacina para quem não a tomou no período recomendado dá a oportunidade de esse indivíduo se proteger e também ajuda a prevenir o impacto de um eventual surto. Outros grupos continuarão recebendo o imunizante em estratégias especiais. Entre esses, estão profissionais da saúde, professores, forças de segurança, população privada de liberdade e pessoas com doenças crônicas ou deficiências, entre outros. Folhapress 

23 de dezembro de 2024

Brasil registra uma morte de idoso a cada 4 horas devido ao uso abusivo de álcool

Uma pessoa com mais de 55 anos morre a cada quatro horas no Brasil vítima do consumo abusivo de álcool. É o que mostra um estudo do Cisa (Centro de Informações Sobre Saúde e Álcool). Os motivos são as doenças em decorrência da dependência, como cirrose, outras complicações hepáticas, hipertensão e quadros de saúde mental relacionados a esse consumo. O estudo com base em informações do Ministério da Saúde e da OMS (Organização Mundial da Saúde) mostra que as demais faixas etárias mantiveram índices estáveis na última década. A faixa acima dos 55 foi, porém, a única que cresceu: passando de 22% para 35% do total das internações atribuídas ao álcool que levaram à morte nos últimos dez anos nesta faixa etária, segundo os dados da pesquisa. Em comparação, a população dos 18 a 34 anos demonstrou queda, passando de 17,1% das internações atribuídas ao álcool que levaram à morte em 2010, para 11,8% em 2023, último ano do levantamento. A mortalidade entre os mais velhos se deve à própria condição do alcoolismo, uma doença que pode levar anos para apresentar efeitos. Além disso, ela se soma àquelas causadas pelo próprio envelhecimento. Folhapress 

22 de dezembro de 2024

Estudo alerta para riscos do paracetamol em idosos

Um novo estudo, citado pelo jornal Daily Express, sugere que o paracetamol pode não ser tão seguro quanto se pensava, especialmente quando usado com frequência por idosos. Os pesquisadores analisaram os registros médicos de mais de 180 mil pessoas com mais de 65 anos que receberam pelo menos duas prescrições de paracetamol em um período de seis meses. Em seguida, compararam o estado de saúde dessas pessoas com o de 402 mil indivíduos que não usaram o medicamento. O uso prolongado de paracetamol foi associado a um risco 35% maior de hemorragia gastrointestinal baixa. Além disso, os cientistas descobriram que o medicamento também está ligado a um risco maior de úlceras pépticas, lesões no estômago ou duodeno que causam destruição da mucosa dessas áreas. Os consumidores frequentes de paracetamol apresentaram ainda 19% mais chances de desenvolver doença renal crônica, além de 9% e 7% mais probabilidade de sofrer de insuficiência cardíaca e hipertensão arterial, respectivamente. 

21 de novembro de 2024

Falta de respeito com os idosos

No dia 19 deste mês, peguei o coletivo de número 328, linha 321, da Empresa Borborema, que faz a linha Jardim São Paulo, Piracicaba, no centro da cidade com destino ao subúrbio, fiquei abismado no que vi. Durante o percurso e como a parte dianteira do coletivo estava lotada, e em cada parada onde o ônibus parava, e quando os idosos pediam para subir por trás, ( já que o espaço na frente estava lotado), ficavam esperando a porta abrir, e alguns até batendo na porta, o motorista via mas não abriu a porta e prosseguiu viagem como isso fosse uma coisa normal, deixando os idosos indignados. Foto: ilustrativa 

18 de novembro de 2024

Demência: estudo revela como identificar idosos em risco

Investigadores descobriram que os níveis de colesterol que flutuam significativamente de ano para ano, sem alteração da medicação, são capazes de um dia ajudar a identificar as pessoas que estão mais em risco de demência. É o resultado de um estudo que envolveu quase 10 mil adultos, na casa dos 70 anos, e que será apresentado durante a American Heart Association Scientific Sessions que acontece entre 16 e 18 de novembro. Graças aos dados analisados, os cientistas concluíram que as "pessoas com níveis de colesterol estáveis tinham um risco significativamente menor de desenvolver demência ou de apresentar declínio cognitivo em comparação com as pessoas com níveis de colesterol flutuantes".  Mas especificamente, "as alterações acentuadas (mais de 25%) no colesterol total foram associadas a um aumento de 60% na demência e a um aumento de 23% no declínio cognitivo", explicam os investigadores, em comunicado. Já as alterações do colesterol LDL, ou colesterol 'mau', e do colesterol total estavam "associadas a declínios significativamente mais rápidos nas pontuações dos testes de saúde cognitiva geral e nos testes que envolvem a memória e a velocidade de reação". Para terminar, os cientistas mencionam que "as mudanças significativas do colesterol HDL ou 'bom' ou dos triglicéridos não foram associadas a demência ou declínio cognitivo", acrescentam.  

11 de setembro de 2024

Cinco hábitos alimentares adotados pelas pessoas que chegam aos 100 anos

Okinawa (Japão), Sardenha (Itália), Nicoya (Costa Rica), Icaria (Grécia) e Loma Linda (Califórnia, Estados Unidos). Estas são as chamadas 'Blue Zones' ('Zonas Azuis', em português), regiões do mundo onde as pessoas vivem até aos 100 anos, com menor incidência de doenças crônicas. Com isso em mente, descubra abaixo cinco dicas que irão ajudá-lo a adotar a 'Blue Zone Diet', de acordo com um artigo do portal Lusíadas, em colaboração com a nutricionista Ana Rita Silva: 1- "Introduza gradualmente mais frutas e legumes na sua dieta e reduza a quantidade de carne ingerida, até duas por semana." 2-  "Substitua os alimentos processados por opções mais naturais, como cereais integrais e leguminosas." 3- "Preparar as suas refeições permite controlar os ingredientes que utiliza e garantir uma alimentação mais saudável."4- "Se optar por beber, faça-o com moderação e prefira o vinho tinto." 5- "Beba água regularmente e evite bebidas açucaradas e refrigerantes." 

22 de julho de 2024

Depressão na terceira idade : doença atinge 13% da população idosa

A depressão é considerada pela Organização Mundial da Saúde  como o “Mal do Século”. A doença, no sentido patológico, possui a presença constante de tristeza, pessimismo, baixa autoestima, que aparecem com bastante frequência e podem combinar-se entre si, e pode afetar todas as faixas etárias, inclusive, os idosos. Segundo os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o tema, cerca de 13% dos idosos entre 60 e 64 anos foram diagnosticados com depressão. Já os de 65 a 74 anos aparecem com 11,8%. E, por último, os de 75 ou mais, com 10,2%.  Os dados preocupam especialistas em saúde mental, pois, grande parte dos idosos estão longe do núcleo familiar, sendo a solidão um fator determinante para o aumento dos números da doença nessa faixa etária. Esse fato foi mostrado inclusive em pesquisa publicada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no ano passado, que apontou que a depressão é quatro vezes mais comum entre idosos que relatam se sentirem sempre sozinhos. A pesquisa revelou também que os níveis de solidão em mulheres idosas são mais altos do que os de homens, sendo a mulher o número maior com a doença.  Para a Coordenadora do Curso de Psicologia da Faculdade Anhanguera, Daniele Buzatto Souza, é realmente mais comum que idosos que moram sozinhos apresentarem índices mais altos do que os que moram com mais pessoas, porém existem outros fatores que também podem evidenciar a doença. “Além da solidão, há outras motivações para o aumento dos índices de depressão entre os idosos. Uma delas é a desigualdade social, visto que, essa faixa etária precisa de cuidados médicos constantes, sendo que nem todos têm acesso.  Muitos idosos enfrentam, ainda, estereótipos negativos e preconceitos com base na idade, o que pode afetar sua autoestima e qualidade de vida. Outro fato importante é que grande maioria dos idosos já são aposentados e não possuem uma rotina linear o que, consequentemente, pode trazer danos constantes para a saúde mental”, explica.   

7 de novembro de 2023

Mais de 5 mil denúncias de agressões a idosos são registradas no país em outubro

Mais de 5 mil denúncias de maus-tratos contra idosos foram registradas no país durante o mês de outubro. No mesmo período, 11.500 vítimas foram atendidas e 182 pessoas foram presas. Esses foram alguns dos dados da Operação Virtude, de combate à violência contra idosos, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. O Estatuto da Pessoa Idosa completou 20 anos em outubro. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, salientou que os números de violência contra os idosos são altos no país. Ele citou o último censo que revela que a população brasileira está, em média, cada vez mais velha. Para ele, a tendência é existirem mais ações de proteção a idosos, como a Operação Virtude. “Vimos agora indicadores do IBGE mostrando o crescimento da faixa etária da população. Provavelmente, essas operações relativas às pessoas idosas constituem, na verdade, uma tendência”, disse. Entre as violações registradas pela Polícia Civil que a operação buscou combater, estão: exploração, negligência e discriminação praticada contra a pessoa idosa. A Operação Virtude contou com apoio da Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, por meio do Disque 100, e da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa. Folhapress 

20 de julho de 2023

Os direitos dos idosos junto aos planos de saúde

Os idosos representam mais de 14% do total de beneficiários de planos de saúde no Brasil. Nos últimos dez anos, o número de clientes com 60 anos ou mais passou de 5,7 milhões para 7,2 milhões, segundo levantamento do IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar) com dados da ANS (agência reguladora do setor). O crescimento é superior ao número total de beneficiários, que registrou alta de 1,9% no período. O grupo etário é o mais suscetível, no geral, a passar por consultas médicas, exames, terapias e internações e, por isso, tem custos em saúde mais elevados em relação a outras faixas etárias. A legislação garante a esses consumidores direitos e proteções específicas para assegurar acesso e cuidados de saúde adequados e de qualidade. O Estatuto do Idoso determinou que beneficiários a partir dos 59 anos não podem ter o valor do plano de saúde reajustado por idade (o chamado reajuste por faixa etária). Confira 7 direitos do idosos no plano de saúde: Contratar um plano individual,  Mensalidade do plano sem reajuste ao completar 59 anos de idade, Ter um acompanhante no hospital,  Aproveitar as carências já cumpridas,  Manter o plano ao se aposentar,  Assumir a titularidade do plano de saúde coletivo por adesão, Ter cobertura durante inadimplência de até 60 dias. Para garantir seus direitos, porém, muitos idosos têm de recorrer à Justiça ou a órgãos de defesa do consumidor. Entre as principais demandas, segundo advogados especialistas em saúde suplementar, estão as relacionadas a negativas de coberturas, demora na autorização de procedimentos, reajustes abusivos e rescisões unilaterais. Folhapress.  

11 de julho de 2015

Falta de respeito com os idosos, no Mais Saúde

A Clínica Mais Vida que fica na Rua Visconde do Livramento número 72, bairro do Derby, no Recife, inaugurada para atender pessoas idosas que fazem parte do Sassepe, que é o plano de saúde dos servidores público do Estado de Pernambuco, só tem um médico geriatra para atender muita gente. Por conta do descaso, as pessoas idosas espera muto tempo para serem atendidas, devido ao grande número de pacientes. É preciso que a direção do Instituto de Recursos Humanos, coloque pelo menos mais uns dois médicos, pois devido a demora no atendimento, muitos pacientes desistiram da consulta e vão embora. Ao invés de melhorar, piorou. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE

28 de maio de 2015

Idosos e Especiais: São os que mais sofrem para passar

Na Rua Siqueira Campos, que fica no centro da cidade de Paulista, Região Metropolitana do Grande Recife, o calçamento foi construído com um desnível fora do comum. Como pelo local passar dezenas de pessoas todos os dias, os contribuintes estão sentindo uma dificuldade enorme para passar e consequentemente tirando o seu direito de ir e vir. Complicado mas ainda para quem tem uma deficiência, em especial visual e quem precisa usar uma cadeira de roda (cadeirantes). Está construção é antiga e não se sabe ao certo que foi o pai desta obra genial. Os pedestres solicitam do prefeito do município Julio Matuto, que se faça uma avaliação deste calçamento e ver qual a possibilidade de refazer tudo novamente, se não for pedir muito. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE 

19 de maio de 2015

Idosos participam de caminhada

Mais de 500 atletas da boa idade acordaram cedo para caminhar pelas ruas do Bairro do Recife, na manhã deste domingo (17), dentro da programação da Virada Esportiva e Paraesportiva, evento que proporciona 24h seguidas de atividades, distribuídas por várias regiões da cidade. Ao som da Orquestra Brasileira do Recife, que botou todo mundo para dançar ao som de clássicos do frevo, o grupo saiu do Marco Zero, passou pela avenida Alfredo Lisboa, ruas da Moeda, Madre de Deus, Apolo e praça do Arsenal. O secretário de Esportes do Recife, George Braga, acompanhou o trajeto e disse que era gratificante ver toda essa animação dos idosos. Isso prova que não existe idade certa para se movimentar. Exercício é bom para todo mundo, complementou. Ao final da caminhada, o pessoal da boa idade ainda aproveitou para curtir os jogos de salão, como xadrez, gamão, damas e dominó. Foto: Lu Streithorst/PCR