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14 de maio de 2013

Cadê o Registro do Ministério da Saúde ou não precisa?

À venda nas prateleiras de mercadinhos e supermercados, o produto como o nome Vaqueijada, fabricado por uma industria de produtos no ramo do leite e seus derivados. Fica exposta junto com outras marcas de leite já conhecidas do consumidor, quando na realidade trata-se de um pó vendido dentro de um saco, que serve para o preparo do leite e, isso tem confundido as pessoas, pensando elas que se trata de leite e ter um preço mais barato. Comprei um saco e, ao chegar em casa, a esposa mandou voltar ao supermercado, para trocar o derivado por uma saco de leite de marca. No caminho ao observar as informações contidas no saco, vi que não tinha o registro junto ao Ministério da Saúde. Leigo no assunto e, perguntar não ofende: Pode? Estão certo? Este tipo de produto não precisa do registro junto ao Ministério da Saúde para poder ser comercializado na praça? Com a palavra a Vigilância Sanitária de Pernambuco (Apevisa). Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE

22 de outubro de 2012

Matadouros Públicos

As condições de higiene dos matadouros públicos de Pernambuco são uma grande ameaça para a saúde pública. Os animais são abatidos de forma irregular e expostos ao ar livre em contato com insetos e poeira, sob risco de contaminação por fungos e bactérias. Nesses locais as Paredes estão sempre sujas e o chão coberto por sangue e fezes dos animais. O mais grave é o sacrifício de animais doentes para a retirada da carne ao consumo. Foto: Fernando Melo. Igarassu/PE. http://www.cigarronuncamais.com/af/2862

22 de agosto de 2012

Creche do Tio Roberto está cheia de mato e lixo ( Descaso )

No bairro de Jardim Maranguape, na cidade do Paulista, existe uma creche com o nome Tio Roberto que está cheia de mato e lixo. As mães que têm filhos nesse local estão com muito medo, por causa de Cobras, escorpiões, ratos e outros bichos presente no local e devido ser bastante deserto. É comum  pragas nas salas e corredores desta instituição. Um lugar que recebe muitas crianças, deveria estar sempre limpo. Pedimos à prefeitura de Paulista que faça manutenção para manter o local sempre limpo e livre de doenças. Como nada foi  feito neste sentido até agora, será que não seria a hora da presença da Vigilância Sanitária no local? Foto: Henrique Lotto. Paulista/PE. ehenriquelotto@yahoo.com.br

21 de julho de 2012

Atenção Vigilância Sanitária de Pernambuco ( Gato por Lebre )

Espalha-se no Recife cada vez mais a venda de Água mineralizada, como se fosse mineral da fonte. A maioria das pessoas desconhece esse fato, incluvie eu, pois ao ligarmos ao revendedor, as marcas oferecidas são vendidas como Água Mineral, de fato. Os órgãos de saúde de Pernambuco (leia-se Vigilância Sanitária), poderiam informar o público, do que se trata, se é seguro consumir água potável comum, adicionada de sais, e quais as marcas que operam desta forma no estado e na capital. A água de Petrópolis, no bairro da Várzea, é uma delas. Por que o governo de pernambuco, permite que tais águas não minerais sejam comercializadas como se fosse, enganando a população?. Foto: web.  Paulo Santos. Recife/PE.

7 de novembro de 2011

Vigilância Sanitária x Abrigos de Idosos


Abrigos de idosos mantidos por centros espíritas Kardecistas, através de doações, são constantemente fiscalizados pela vigilância sanitária do estado e do municipio. Como a maioria funcionam no vermelho e sem voluntários suficientes para manter a casa funcionando, com eles querem fica difícil administrar. É que seus dirigentes na sua maioria são pessoas humildes e pobres que têm a única intenção de ajudar os seus semelhantes. Falta dinheiro para tudo. Essa é a pura realidade dos fatos. O que fazer então? Mandar embora os idosos? Fechar a casa e mandar os velhos para debaixo das pontes e viadutos? Ao invés de exigir, por que os governos não financiam verba para essas instituições, e consequentemente, pedindo conta de tudo que foi dado e gasto pelo menos de seis e seis meses? foto: web.

8 de setembro de 2011

Prefeitura da cidade do Recife realiza fiscalização na orla de Boa Viagem


A Prefeitura do Recife realizou,ontem(07/09/2011, um trabalho de fiscalização na orla da praia de Boa Viagem. A ação ocorreu de forma integrada, envolvendo várias secretarias e órgãos da Cidade. No total, 139 técnicos da Dircon, Vigilância Sanitária e Ambiental, Emlurb, Guarda Municipal, Meio Ambiente e CTTU, atuaram na operação, que contou com diversas frentes, desde o ordenamento do comércio informal, passando pela manipulação e conservação de alimentos, limpeza urbana até a ocupação indevida do espaço público. A prefeitura informa que está ação foi um trabalho educativo, de orientação e conscientização, mas que vai está no local sempre fiscalizando. foto: Ivan Francisco. Fonte: Assessoria de Comunicação da prefeitura do Recife

19 de maio de 2011

Qual o privilégio?


A Vigilância Sanitária do estado, proibi e a policia prende, desinfetantes que são comercializados sem o devido registro junto a Secretaria de Saúde, mesmo existindo (a maioria das pessoas não sabem) um decreto lei de número 14876/91, classificando-os com sendo um produto artesenal, que são também isento do pagamento do ICMS , conforme o artigo de número 9; inciso XXIX, desta lei. Enquanto isso, são liberados produtos tais como: Raspaduras, doces, bolos, queijos, tapioca, cocadas, pamonha, etc, etc, etc, que são vendidos livrementes em mercadinhos e supermercados (sem licença da Secretaria de Saúde), podendo provocar nas pessoas infecção intestinal e outras doenças, pois muitos deles são de procedência duvidosa. Qual o privilégio?

RESPOSTA DA APEVISA: A Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) esclarece que a Lei 6.360 de 23 de setembro de 1976 proíbe a venda de saneantes sem registro no Ministério da Saúde. Sem contar que, de acordo com o Artigo 273 do Código Penal, esse tipo de prática é considerado crime hediondo. Aos produtores ou vendedores de alimentos artesanais, no entanto, não são exigidos registros. Isso não quer dizer, no entanto, que esse comércio não seja fiscalizado. Pelo contrário, a Apevisa realiza fiscalização de rotina em locais em que esses alimentos estejam expostos para consumo. Mesmo assim, a Apevisa, juntamente com a Secretaria de Agricultura do Estado, esta preparando um Programa de Normatização para regularizar a produção de alimentos artesanais no Estado.
Secretaria Estadual de Saúde-PE
Superintendência de Comunicação

29 de março de 2011

Descaso no supermercado extrabom


Moradores da rua Francisco Vita, no Cordeiro, estão se queixando que caminhões de entregas, chegam de madrugada, estacionam no meio da calçada e após entrega, o ambiente fica cheio de lixo, baratas, ratos, etc, em razão de resto de verduras que ficam espalhadas pelo chão e mal condicionadas, atraindo assim para completar a imundície, vários pombos em busca de comida, que provocam diversos tipos de doenças. Dizem também que os funcionários da padaria dormem pelas calçadas das casa, Um absurdo está situação. Pedem providência a Vigilância Sanitária, urgente.

10 de fevereiro de 2011

Imundície no centro do Recife


Este sanitário instalado na rua José Mariano, bairro da Boa Vista, no Recife, está desativado há anos. Como os contribuintes não tem outro lugar nas proximidades para fazer suas necessidades, fazem ao lado e no chão deste "sanitário" desativado. A quantidade de fezes é algo impressionante, como também a imundície que reina no local. O mau cheiro é tanto que pode ser sentido a quase 500 metros de distância. Uma vergonha esta situação, pois tudo isso acontece no coração da cidade. Se no centro a falta de sanitário é gritante, imaginem na periferia. Cadê os banheiros?

26 de janeiro de 2011

Qual o privilégio?


A Vigilância Sanitária do estado, proibi e a policia prende, desinfetantes que são comercializados sem o devido registro junto a Secretaria de Saúde, mesmo existindo (a maioria das pessoas não sabem) um decreto lei de número 14876/91, classificando-os com sendo um produto artesenal, que são também isento do pagamento do ICMS , conforme o artigo de número 9; inciso XXIX, desta lei. Enquanto isso, são liberados produtos tais como: Raspaduras, doces, bolos, queijos, tapioca, cocadas, pamonha, etc, etc, etc, que são vendidos livrementes em mercadinhos e supermercados (sem licença da Secretaria de Saúde), podendo provocar nas pessoas infecção intestinal e outras doenças, pois muitos deles são de procedência duvidosa. Qual o privilégio? foto: web.

21 de dezembro de 2010

Vigilância sanitária em ação


A Vigilância Sanitária do Recife realizou, no dia de ontem (20), apreensões de carne clandestina e veneno para rato. As ações aconteceram nos arredores do Mercado de Casa Amarela e no Mercado de Afogados. Vários comerciantes foram autuados e levados para delegacia, onde vão responder a processo administrativo-sanitário. Terão um prazo de 15 dias para apresentar defesa. Se a irregularidade for comprovada, eles poderão receber desde uma simples advertência até uma multa, com valor que varia R$ 40 a R$ 400 mil. Fonte: Secretaria Municipal de Saúde. foto: Prefeitura da cidade do Recife.

11 de novembro de 2010

Vigilância Sanitária do municipio apreende mercadorias em mercado


Uma ação intersetorializada da Prefeitura do Recife movimentou o entorno do Mercado Público de Afogados na manhã de ontem. Numa intervenção envolvendo funcionários das secretarias municipais de Saúde e de Serviços Públicos, foram apreendidos milhares de produtos inadequados para consumo humano, como molho de tomate, refrigerante, cerveja, biscoitos e manteiga, entre outros. Também foi interceptada no local uma pequena quantidade de produtos de uso agrotóxico, popularmente chamado de chumbinho, cuja venda é ilegal em todo o País. A mobilização contou com o suporte de oito policiais militares. fonte: Assessoria de Imprensa. Prefeitura da cidade do Recife.

10 de setembro de 2010

Carne de cavalo, cachorro, gato e outros bichos, sendo vendidas em mercado público


Os consumidores que foram ao Mercado Público de Afogados está semana, receberam importantes orientações de profissionais da Vigilância Sanitária do Recife e da Universidade Rural de Pernambuco (UFRPE), sobre o comércio de carne de animais, venda clandestina e como reconhecer o produto na hora da compra. Esta etapa do trabalho foi iniciada no Mercado de Afogados e percorrerá os demais estabelecimentos do Recife, levando orientações à população e, principalmente, sensibilizando os permissionários. Uma equipe formada por aproximadamente 15 pessoas, em um estande montado no interior do estabelecimento, fizeram a demonstração, utilizando peças de animais (cortes de carne como são vendidos nesses locais), de como reconhecer o animal que está sendo comercializado. Quem não sabe o Mercado Público de Afogados apresenta muitos registros de venda clandestina de carne de animais, principalmente de cavalo (ao invés da de boi) e cachorro (substituindo a de bode) e quem for pego vendido o produto serão punidos, segundo Jurandir Almeida, gerente da Vigilância Sanitária Ambiental do Distrito Sanitario V. Informa ainda que as pessoas lesadas deve denunciar a prática. O recado está dado. Mas tém um detalhe: Nunca vi falar que alguém foi preso. Já não seria um caso de policia?