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22 de junho de 2023

Clínicas sem querer fazer exames

Estou a uma semana tentando fazer uma tomografia do abdomen total, e sem conseguir fazer o mesmo que é de urgência no meu caso. Tentei duas clínicas que mantêm convênio com o plano Sassepe. Boris Berenstein e Sir, mas sem sucesso. Quando entro em contato para fazer o agendamento pelo ZAP, informaram que não tem vaga, no momento não está sendo realizado este tipo de exame, e muitos outros argumentos. Na realidade é que não querem dizer que é em razão do IRH, não vem pagando as faturas. A prova é tanta, que mandei um amigo ligar e perguntar se estão fazendo este tipo de exame. Quando eles atendem e ficam sabendo que o exame vai ser pago na hora, as vagas logo aparecem.  É necessário que medidas sejam tomadas. Foto: Firmino Caetano Junior. Recife.PE. 

3 de abril de 2015

Falta de respeito com os associados de plano de saúde

Tenho uma filha especial que está tentando fazer um exame de Ultrassom da Tireoide desde o ano passado e não consegue. A primeira tentava foi junto a Clínica Derbimagem. Como marcaram para seis meses depois, terminou a Requisição médica perdendo o prazo de validade, que é de noventa dias após autorizada pelo setor de ofício. Recentemente tentei marcar o exame na Clinica Multimagem, que fica no bairro do Derby, mas vaga só em setembro. Após ter reclamado da demora, a atendente informou que tinha uma desistência e me encaixou para o mês de julho. Mesmo assim está longe. Insatisfeito ligue horas mais tarde e procurei saber se este exame sendo particular, qual o dia que teria vaga. Resposta: Logo após semana santa. Como o nosso plano é o Sassepe, porque será que o atendimento é tão ruim assim? Que falta de respeito é essa? E fica a pergunta: o governo não está pagando às clínicas pelos serviços prestados? Foto: Firmino Caetano Junior. Recife/PE 

18 de novembro de 2014

Polo médico é um orgulho para os pernambucanos

O segmento médico do Recife atingiu excelente nível tecnológico que atrai pacientes de outros estados e até estrangeiros. Com mais de 400 estabelecimentos de saúde, entre clínicas e hospitais, devidamente equipados, disponibilizando oito mil leitos, o setor é o segundo maior polo médico do país, atrás de São Paulo, e o terceiro na composição do PIB pernambucano. A formidável estrutura do setor transforma o Recife na rota do turismo de saúde. De olho nos US$ 60 bilhões anuais dispendidos no turismo médico-hospitalar mundial e no lucro, pago à vista, o setor hospitalar pernambucano sonha em expansão. Quer ofertar o necessário suporte aos pacientes e acompanhantes de fora, desde o aeroporto aos hospitais procurados. Tarefa comum no sudeste brasileiro. Mas, o desafio é enorme. O alto custo da medicina dos Estados Unidos, a baixa boa qualidade médica na África e as crises europeias incentivam a jornada. Incentivam superar a marca de 245 mil pacientes de fora, atendidos aqui, em 2011. Pelo menos em algumas especialidades o polo médico do Recife é referência. É destaque na cirurgia plástica, cardiovascular, bariátrica, ortopédica e oftalmológica, apesar do difícil acesso. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

2 de novembro de 2014

Gestantes serão vacinadas para evitar mortes

A partir desta segunda-feira (3), a vacina contra difteria, tétano e coqueluche, passa a fazer parte do Calendário Nacional de Imunização. A vacina vai estar disponível em todas as unidades de saúde da Rede Municipal, incluindo Upinhas 24h, Upinhas Dia, policlínicas e maternidades. A Secretaria de Saúde do Recife espera imunizar cerca de 22 mil gestantes, além de profissionais de saúde. As mulheres grávidas devem tomar a vacina entre a 27ª ​semana ​de gestação e 20 dias antes da data provável do parto. Os profissionais de saúde (médico anestesista, ginecologista, neonatologista, obstetra, pediatra, enfermeiro e técnico de enfermagem) que atendem recém-nascidos nas maternidades e UTIs neonatais também precisam ser vacinados. Se a mulher grávida já tomou alguma dose da vacina em algum momento da vida, ela só precisa tomar ​o reforço. O objetivo da vacina é diminuir a incidência e mortalidade por coqueluche nos recém-nascidos e não existe contra-indicação para a vacina, desde que a mulher não tenha apresentado qualquer reação anafilática anteriormente. Foto: Firmino Caetano Junior. Fonte: Secretaria de Saúde do Recife

10 de outubro de 2014

Vacinação contra o Papilomavírus

Pouco mais de um mês depois do início da aplicação da 2ª dose da vacina contra o Papilomavírus Humano (HPV), a Secretaria de Saúde do Recife reforça a importância da continuidade do esquema vacinal para garantir a proteção adequada. Na capital pernambucana, das 34.156 adolescentes que fazem parte do grupo prioritário, aproximadamente 12% procuraram os postos de vacinação. A primeira etapa, que ocorreu em abril, chegou a 100% de cobertura. Dados do Programa Nacional de Imunização (PNI) apontam que, no Recife, as adolescentes de 13 anos são maioria – 16% – na procura pela vacina. Foram aplicadas em todo o município apenas 3.910 doses, de um total de 34.156 que precisam ser administradas. A imunização pode ser feita em todas as Unidades de Saúde da Família (USFs), incluindo as Upinhas 24 horas e Upinhas Dia, além das policlínicas da rede municipal. O público-alvo são as adolescentes do sexo feminino com faixa etária entre 11 e 13 anos. Meninas que completaram 11 anos há pouco tempo e não tomaram a 1ª dose também podem receber a vacina. É preciso levar cartão. Foto/Fonte: Secretaria de Saúde da Prefeitura da cidade do Recife

31 de agosto de 2014

Hospitais lotados pela mudança de hábitos alimentares

O envelhecimento da população, desacompanhado da necessária assistência nutricional conduz as pessoas, principalmente os idosos, a contrair silenciosamente quatro doenças crônicas. A diabetes, o câncer, a hipertensão e o infarto do miocárdio têm lavado muitos pacientes às filas dos hospitais, às cirurgias inesperadas. Os médicos acham é bom quando essas enfermidades degenerativas atacam as pessoas porque lotam consultórios. Sinal de elas na juventude pouco se preocuparam com o exagerado consumo de sal, açúcar, gorduras e bebidas alcoólica. Também como se esquecem de ingerir mais frutas, acabam provocando doenças renais, massificando o câncer gástrico, doença classificada pela medicina como o segundo maior índice de mortalidade no mundo. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE

16 de fevereiro de 2014

Conversando com médicos cubanos em Boa Viagem

O governo não tem dinheiro para pagar danos morais para Ramona Matos e, quem realmente paga isso somos nós com nossos impostos. Na praia de Boa Viagem tem um grupo de cubanos que jogam frescobol. São professores que lecionam na Universidade Federal de Pernambuco. Segundo eles qualquer profissional pode sair de Cuba desde que trabalhe 5 anos no país para ressarcir sua formação e apresente um visto de aceitação em outro país. Afirmaram também que todos conhecem perfeitamente as regras do programa Mais Médico (de receberem uma parte do salário no Brasil, outra parte ser creditada em sua conta em Cuba e só podendo ser retirada quando voltarem e o resto vai para o governo cubano). Com essa regra se torna difícil sair de Cuba, e por isso alguns médicos ingressam nestes programas com o objetivo de conseguir asilo em outro país. Porém essa médica cubana, Ramona Matos Rodriguez, dizer que não sabia de nada, até dá para ser coisa da política brasileira e, vir pedir R$ 149 mil de indenização trabalhista e ¨danos morais¨do Brasil, é o fim da picada. Por quê ela não pede ao governo cubano? Foto: Firmino Caetano Junior. Edson Campos E Silva. Recife/PE