Um dos projetos espaciais mais inusitados acaba de receber uma previsão de lançamento. Trata-se do LignoSat, o primeiro satélite criado a partir de madeira que, de acordo com o Japan Times, será lançado em setembro deste ano. Segundo a publicação, o LignoSat será lançado para a Estação Espacial Internacional no final do verão e será colocado em órbita a partir desta estrutura. O objetivo deste satélite experimental é avaliar a expansão, contração e degradação da madeira no Espaço, procurando assim perceber se satélites futuros podem ter esta composição e se é possível reduzir o impacto ambiental da reentrada destes equipamentos na atmosfera. O LignoSat é um projeto desenvolvido em conjunto pela Universidade de Quioto, no Japão, e pela madeireira japonesa Sumitomo Forestry. Tem cerca de 10cm em cada um dos lados, pesa quase 1kg e foi criado com uma técnica que não exige o uso de parafusos e de cola.
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23 de junho de 2024
Japão está mais perto de lançar ao Espaço o primeiro satélite de madeira
3 de fevereiro de 2015
Estado na rota do retrocesso
Acreditando no potencial pernambucano, muitas empresas se instalam na zona da Mata Norte, na área de Goiana. A maior é a Jeep, da Fiat Chrysler, que investiu R$ 7 bilhões no projeto da fábrica. No entanto, a falta de ligação rodoviária entre Paulista e Prazeres, em Jaboatão, compromete o apoio logístico das empresas. A indecisão em construir o pequeno trecho de 30 quilômetros de extensão da rodovia BR-101, entre os dois municípios, conhecido como Arco Metropolitano, afeta a competitividade das megaempresas. Desestimula o progresso. Conduz Pernambuco na rota do retrocesso. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
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2 de fevereiro de 2015
O Brasil é o rei do desperdício
O Brasil é o rei do desperdício. Desperdiça água, energia e principalmente o dinheiro público que quando não escapa pelo ralo, afundando nas fossas, desaparece no meio da incontrolável corrupção. Com a ultrapassada rede de saneamento, o esgotamento sanitário está em colapso. O incrível é a falta de projetos. A ausência de obras. A extravagância de reparos emergenciais nas redes antigas engole tudo. Verbas, a paciência do povo e a incompetência da administração pública. Que não executa outra coisa a não ser tapar buracos. Eternizando uma infraestrutura totalmente obsoleta. Causando má impressão. Foto: Firmino Caetano Junior. Carlos Ivan. Olinda/PE
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4 de janeiro de 2015
O que o povo espera do novo governador
Deixando a política de lado, Pernambuco empossou um técnico no comando do Estado. Era o desejo do cidadão. Trocar os desmandos de interesses partidários pela técnica na gestão. De cara alguns graves problemas afrontam a nova equipe administrativa estadual. A taxa de crimes letais intencionais violentos, que apavora a sociedade, abrir o leque de investimentos para industrializar o Estado, interiorizando o progresso, gerar empregos, aumentar a arrecadação, distribuir renda com justiça. Como acontece com o município de Goiana que se transforma no novo Eldorado. Foto: Paula Cavalcante. Carlos Ivan. Olinda/PE
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14 de novembro de 2014
Congressistas são preguiçosos e desinteressados para aprovarem projetos
Na produtividade, o Congresso Nacional é preguiçoso e desinteressado. Produz pouco, prefere engavetar projetos em vez de aprovar propostas de interesse social. Desde 2011, a sociedade aguarda novidades na luta de combate à corrupção. Mais não aparecem. Nas gavetas da Câmara e do Senado, dormem 388 propostas preparadas para combater a corrupção e os corruptores. Feitas exclusivamente para livrar o país da roubalheira escandalosa. O incrível é que a maioria das propostas contra a corrupção aguarda somente a votação em plenário. Tem algumas que estão protocoladas desde 1995, mas, cadê coragem para remeter a proposta à votação. Tem a PEC-422/2005 que cria varas especiais para julgar ações de improbidade administrativa, engavetada em 2010. Existe a PL-3465/2012 que prioriza a tramitação no plenário para os crimes de corrupção. Parada desde julho de 2013. Tem a PL-3760/2004 que classifica como crime hediondo as más atitudes praticadas contra a administração pública. Todavia, não encontra vaga para entrar em votação no plenário, desde 2008. Por que, então, os maus políticos são sempre reeleitos. Foto: Luiz Solano. Carlos Ivan. Olinda/PE
13 de outubro de 2014
Projetos encalhados no Congresso Nacional
O Brasil perdeu um bom tempo na campanha eleitoral. Durante esse tempo, quando os candidatos só pensam em mandatos, o Congresso Nacional fica praticamente parado. O desempenho na aprovação de projetos tem sido franco, bem pior do que nos anos de 2011, 2012 e 2013 que foram anos praticamente nulos em termos legislativos. Apesar de nesta legislatura encontrar-se em pauta importantes propostas para combater principalmente a corrupção. Faz vergonha saber que nas gavetas da Câmara e do Senado estão 388 propostas, algumas, inclusive, prontas para ir a plenário faz mais de 10 anos. Outras, embora protocoladas nas respectivas comissões ainda nos longínquos anos de 1995 e 2000, inexplicavelmente, ainda dependem de parecer para poder seguir a obrigatória tramitação no Congresso. A proposta datada de 1995, visando alterar a Lei de Licitações, que em 2004 deu entrada na Comissão de Constituição e Justiça para receber um simples parecer, parece que se perdeu nos amplos corredores do Congresso. Outra proposta para punir crimes de improbidade administrativa espera votação no plenário desde 2010 e ninguém se pronuncia. Foto: Luis Solano. Carlos Ivan. Olinda/PE
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27 de maio de 2014
Cadê o embutimento da fiação?
Um velho ditado referente ao poder diz que, quando não se quer fazer alguma coisa, cria-se uma comissão. Sinto dizer, mas é o caso do embutimento da fiação elétrica em Recife. Tal decisão, que aparentemente todos querem que aconteça, é, na prática e não explicitamente, boicotada. Hoje, quem provoca o caos da fiação aérea, vista por toda cidade do Recife e em outras metrópoles, são os fios e cabos que distribuem a energia, as linhas telefônicas, os canais de televisão a cabo, a Internet e o que mais houver. Sinal evidente de que nada vai acontecer de mais relevante nesse terreno ocorreu após a aprovação do Projeto de Lei nº 99/2013, pela Câmara de Vereadores, dispondo sobre a substituição e instalação subterrânea de toda fiação aérea na cidade do Recife. Ao sancionar, tornando a Lei nº 17.984, um mês depois de aprovada, em 13/01/2014, o prefeito vetou o artigo 2º que fixava o prazo de dois anos para cumprimento da medida. Na oportunidade, em nota oficial, a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Urbanos informou que, por meio de uma Portaria, foi criado um grupo de trabalho para estruturar a proposta de “enterrar” a rede de cabos aéreos, com prazo de 4 meses para a finalização da proposta. Concluído o prazo em 13 de maio último, nem uma satisfação à sociedade foi dada. Silêncio total a um problema gravíssimo para aqueles que habitam as grandes cidades, em particular Recife, e que aguardam medidas concretas do poder público. Foto: Firmino Caetano Junior. Heitor Costa. Recife/PE
28 de abril de 2014
Legalização da maconha
Merece ser discutido pela sociedade e votado urgentemente o projeto de lei 7270/2014 que regulamenta o uso, o cultivo e o comércio da maconha no Brasil. As diversas marchas e o recorde de aprovações nas enquetes do Senado, Câmara dos Deputados entre outras, revelam que a a maioria da sociedade, setores do legislativo, judiciário e até das forças policiais aprovam a descriminalização como forma de minimizar a criminalidade, diminuir a população carcerária, retirar parte do lucro do crime organizado e gerar arrecadação aos cofres públicos, criando empregos e renda. Nos Estados Unidos só no estado da Califórnia a maconha movimenta US$ 1 bilhão por ano e gera mais de US$ 100 milhões em impostos para o governo sendo parte da arrecadação para a prevenção do uso e tratamento de pessoas que abusam da substância. É questão de tempo para a sociedade e nossos representantes perceberem que a proibição só tem gera prejuízos, visto que não conseguem impedir a entrada de drogas em uma prisão de segurança máxima e os maiores revendedores são figurões acima de qualquer suspeita e intocáveis pela lei e os homens. Foto: Divulgação. Daniel Marques. Virginópolis/MG
9 de março de 2013
Os royalties do petróleo
Na sessão do Congresso Nacional em que foi discutido o veto da presidente Dilma sobre os royalties do petróleo, vencido pelos que defendiam a distribuição para Estados e municípios não produtores, o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), estava se sentindo tal qual um cego em tiroteio. A falta de decoro parlamentar era evidente, a indisciplina campeava. A transmissão pela TV incitava todos a usarem da palavra, enquanto o presidente via sua autoridade ser usurpada. Nessa “mãe de todas as batalhas” faltou o “Zé Navalha” para aplicar uns golpes de capoeira. Já dizia um adágio popular: “Não há amigo nem irmão, não havendo dinheiro na mão”. Uma disputa fratricida em que a unidade federativa fica abalada pelo vil metal. Uns poucos lamentando-se dos bilhões que deixariam de ganhar, enquanto outros, em número muito superior, defendiam a tese de que, pertencendo à União, essa riqueza pertence ao Brasil, e não somente aos Estados produtores. Uma noite para o Congresso esquecer e um dia seguinte para meditarmos sobre como a maioria dos nossos políticos está no lugar errado. Os Estados produtores Rio de Janeiro e Espírito Santo, apoiados por São Paulo, deverão ingressar no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma ação de inconstitucionalidade para tentar derrubar as mudanças. Disso tudo, cabe uma pergunta que não cala: se o Legislativo, no conjunto das duas Casas delibera pela maioria de seus pares e essa decisão pode ser pesada e medida pelo Judiciário, onde está o tão decantado equilíbrio dos Poderes da República? Todo Estado ou município que recebesse royalties do petróleo deveria dar prioridade, principalmente, às áreas da saúde e da educação. Foto: Firmino Caetano Junior. Jair Gomes Coelho. São Paulo/SP.
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11 de agosto de 2012
Viadutos que os recifenses rejeitam
Com mais uma obra monumental que vai gastar milhões dos cofres
públicos, com muita gente e empresas lucrando, o governo do estado de
Pernambuco, quer
obrigar os recifenses a aceitar a construção das monstruosidades que,
ao
invés de melhorar a vida do entorno, vai piorar, uma vez que os
pedestres
não terão vez, e a população tenderá a andar ainda mais de carro, para
não correr perigo em baixo dos viadutos e por cima, local exclusivo para
carros. Acabar com praças e verde já tão raros na cidade, e ruas
residenciais
para aberturas de vias perigosas para o povo, é querer destruir a
Recife. Quem não se lembra do pólo pina, hoje totalmente entregua às
baratas. O governo só está
esperando o seu candidato ganhar, para juntos continuar a destruição na
cidade, pois
é imposistivo, não ouve o povo nem os técnicos no assunto, que são
todos
contrários ao projeto, com foram também sobre o parque dona Lindu,
projeto este do então prefeito João Paulo, quando prefeito da cidade.
Foto: Firmino Caetano Junior. Ana Maria. Recife/PE.
23 de julho de 2012
Orçamento participativo
O bairro da Iputinga recebeu neste sábado (21) a última plenária da
microrregião 4.1 (RPA 4), do Orçamento Participativo (OP), realizado
pela Prefeitura do Recife. Os diálogos aconteceram no Jardim Santa
Helena. Na ocasião, os moradores elegeram as prioridades da comunidade
e os delegados representantes dos bairros do Cordeiro, Ilha do Retiro,
Iputinga, Madalena, Prado, Torre e Zumbi. Dos 16 candidatos a
delegados, 13 foram eleitos. Aconstrução de um
campo de futebol e área de lazer na comunidade do Barbalho recebeu o
maior número de votos. A pavimentação da rua Gercino de Pontes,
na Iputinga, e a criação de um Posto de Saúde da Família (PSF), em
Jardim
Santa Helena também foram selecionados. Durante a gestão do prefeito
João da Costa diversas obras já foram
realizadas na Microregião 4.1 através do OP e outras em fase de
execução, como é o caso de 40 obras de Pavimentação e Drenagem, Unidades
habitacionais, Lazer e Esporte, Cultura, Saúde entre outros. As
plenárias
do OP iniciaram no último dia 10 e irãocontinuar por todo o mês de
Julho e Agosto, em todas as Regiões Político - Administrativas da
cidade.
O OP é um espaço de participação e
debates para a população decidir, por meio do voto, as obras e ações
que
são mais importantes para cada área da cidade. Todos osinteressados têm
o direito de escolher, participar e acompanhar a execução dasobras
escolhidas. Por ser uma ação inovadora de gestão local e ter o
objetivode ampliar cada vez mais a participação cidadã na construção
democrática do município, o OP recebeu o prêmio Reinhard Mohn 2011, na
Alemanha, na categoria Experiências inovadoras em áreas temáticas, tendo
sido escolhido entre mais de mil projetos inscritos de diversos países e
um dos dois candidatos brasileiros selecionados. Foto: Inaldo Menezes.
Fonte: Assessoria de comunicação da Prefeitura da cidade do Recife.
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21 de junho de 2012
As leis no Brasil é só no papel
Proibido o uso de celular, proibido fumar, proibido o consumo de bebida alcóolica no local (dentro da loja de conveniência ou fora dela), proibido uso de som nos Posto de Gasolina, é proibido por leis e por acsso alguém fiscaliza? Que mecanismos tem a Dircon (Diretoria de Controle Urbano do Recife) para isso? Por que esta tarefa de fiscalização e punição, sempre sobra para o Ministério Público de Pernambuco, uma vez que esta atribuição é de competência a este órgão municipal ?. As leis no nosso país morrem antes de nascerem. (incrível). É frustrante conviver com essa realidade de omissão e descaso, com essas leis não sendo aplicadas e só ficando no papel. O mais preocupante nisso tudo, é saber que existe mesmo o risco de morte por explosão pelo acionamento do aparelho celular, em um posto de gasolina, e a pessoa além do poder perder à vida, equipara-se a um homicida/suicida. Afinal, para se criar leis se não são cumpridas? Quem está ganhando alguma coisa com isso? Fotos: Maria Cristina de Miranda. Recife/PE.
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6 de março de 2012
Governo do estado apresenta projeto de parceria público-privado

Durante o mês de março, o presidente da Compesa, Roberto Tavares, reservou espaço em sua agenda para debater o projeto de Parceria Público-Privada (PPP) do Saneamento com a sociedade civil organizada. Os primeiros debates ocorreram ontem, quando foi feita apresentação sobre o tema para os conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e para o Sindicato da Indústria da Construção Civil de Pernambuco (Sinduscon). Os encontros estão sendo realizados em atendimento à recomendação do governador Eduardo Campos, que incumbiu o secretário de Governo, Mauricio Rands, e o titular da Compesa para executar essa missão. A PPP prevê o atendimento de 14 municípios da Região Metropolitana do Recife, mais a cidade de Goiana, na Mata Norte, beneficiando 3,7 milhões de pessoas. A PPP prevê investimentos públicos e privados de R$ 4,3 bilhões na execução das obras necessárias para atendimento aos 15 municípios no prazo de 12 anos, saindo dos atuais 30% de cobertura para 90%. Em sua explanação, Roberto Tavares contextualizou a situação do esgotamento sanitário brasileiro, onde 22 estados apresentam uma cobertura inferior aos 40%. Em Pernambuco, a realidade não é diferente, com um percentual de 20% de cobertura em todo Estado. Apenas dois Estados brasileiros apresentam mais de 70% de cobertura (São Paulo e Brasília) e três detêm percentuais que variam de 40 a 70% (Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais). “Esses índices comprovam que o modelo vigente não está mais adequado ao momento de desenvolvimento que o Brasil vivencia, em particular o estado de Pernambuco”, argumentou o presidente da Compesa, lembrando que nos últimos cinco anos, o Governo do Estado já investiu R$ 1,8 bilhão em obras de água e esgoto. Segundo Tavares, mesmo com esse volume histórico de investimentos, ainda existem muitos desafios, não só na questão do abastecimento de água, mas principalmente na área de esgotamento sanitário, onde os governos precisam avançar. “Pernambuco está apresentando este modelo de parceria com a iniciativa privada, mas se esta não é a melhor proposta para executar as obras que faremos em 12 anos (quando levaríamos 50 anos para executar), que apareça outra solução”, propõe Tavares. Ainda de acordo com o presidente, conviver com a ausência de coleta e tratamento de esgoto é uma realidade que não é mais aceitável. Para ilustrar o quadro caótico do saneamento no cenário nacional, Roberto Tavares informou os dados do Datasus 2008, apontando que morrem 45 crianças até 14 anos de idade, por um grupo de 100 mil/habitantes por ano, por doenças provocadas por infecções gastrointestinais nos estados onde só existem 30% de cobertura de esgoto. Entre as doenças mais freqüentes estão amebíase, diarréia e gastroenterite. “Fizemos as contas e chegamos a uma dura e cruel realidade: 1.665 crianças morrem por ano pela ausência de saneamento básico e o Governo quer mudar essa realidade”, revelou Tavares. Dados da Organização Mundial de Saúde mostram que, a cada R$ 1 investido em saneamento básico, gera-se uma economia de R$ 4,00 com assistência médica. “Estimamos gerar uma economia de R$ 17,2 bilhões em 12 anos, liberando esses recursos para outras frentes importantes de atuação no Estado”, estimou. A meta do governo pernambucano é sair dos 30% atuais e atingir 90% de cobertura em 12 anos nos municípios que serão beneficiados. “Atingimos 30% em 50 anos. Para triplicar o que foi feito em cinco décadas em apenas 12 anos, precisaríamos de um volume de investimento de 5% ano, sendo necessários aplicar R$ 4,3 bilhões, recursos que nenhuma companhia de saneamento brasileira tem como captar”, assegurou Tavares. Ele disse ainda que a ideia do governo não é desconstruir e ignorar o passado, mas evoluir, ser mais eficiente, aprimorar, alavancar o que já existe, transferir tecnologia e capacitar. Foto/Fonte: Assessoria de Imprensa da Compesa.
22 de fevereiro de 2012
Sem nenhum incentivo ou apoio da Secretária de Agricultura de Pernambuco

Estamos hoje vivendo a política do contraditório. Eduardo Campos e seus apadrinhados políticos, como foi denominado de painho, vem mostrando assim, para todo o Brasil, que Pernambuco é governado por coronéis, ditadores, senhores de engenho, dos quais, semelhante nas novelas, só restam-nos a Sinhá Moça, porque "a lavoura da cana de açúcar, os escravos e o tronco já existem neste estado". Vivendo e aprendendo, descobrimos que a política de Campos, não é exatamente correspondente aos 80% de votos que recebeu nas eleições de 2010, para Governador de Pernambuco. Assim, Campos desfruta de um cenário, praticamente deixado pelo seu antecessor, o Jarbas. Um estado com infraestrutura já toda preparada e montada, estabelecendo-se assim as bases injustas, para esta grande aprovação de Campos em Pernambuco. lamento por tudo aquilo que, fantasiosamente, foi construído para mim, pela propaganda e publicidade fortíssima do então Governador de Pernambuco e Sonhador Remoto à Presidência do Brasil, o Eduardo Campos. Aquele do sorriso Colgate! Mas, continuando nosso trajeto, rumo ao enfrentamento, sem médio e sem ódio, eu penso, por exemplo, como posso acreditar no nas promessas ditas na imprensa, pelo então Secretário de Agricultura de Pernambuco, o Sr. Ranilson Ramos, quando diz que trará milhões em investimentos na agricultura do meu estado, se nem uma pequena promessa, pelo qual prometeu que apoiaria a Febana (Feira da Banana), que aconteceu na cidade de Santa Maria, sem nenhum apoio ou recurso, nem da Secretaria de Agricultura e nem do Governo Campos. Uma feira tão importante para a região, quanto é a Fenagri em Petrolina PE. Beneficiando ai, centenas de famílias do Projeto "Fujamos", digo Fulgêncio, na Agrovila 15 naquele município. Eu mesmo quem me encarreguei de fazer a Febana, com apoio dos amigos. Nem mesmo o Prefeito de Santa Maria, teve algum incentivo a esta tão grande e importante feira econômica, que gera conhecimento técnico, empregos, desenvolvimento regional para curto, médio e longo prazo. Resta lamentar, isso é apenas um pequeno exemplo de que, se não cumpre uma promessa pequena, mas de valor inestimável para Pernambuco, tão pouco cumprirá promessas maiores, mirabolantes, extravagantes, enganadoras, ilusórias, como o anunciável investimento de 200"milhones de reales", na agricultura "enferrujada" de Pernambuco, da qual, foi veiculada no dia 11/11/2011 nos blogs regionais. Ricardo Banana. Presidente do Partido Republicano Progressista. Petrolina/PE.
A SECRETARIA DE AGRICULTURA E REFORMA AGRÁRIA RESPONDE: Comprometemos em ajudar no funcionamento da Festa da Banana, no entanto a entidade que solicitou o apoio não apresentou os documentos exigidos por lei para a formalização do convênio. Danilo Mororó. Chefe de Gabinete. Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária.
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14 de novembro de 2011
Câmara Municipal do Recife: Expediente antidemocrático

Os recifenses estão abismados com os expedientes de que se utiliza o presidente da câmara municipal do Recife ultimamente, para não deixar a oposição ocupar a tribuna da casa e pedir explicações de atos reprováveis da prefeitura do Recife! Deram para chegar muito cedo de manhã, para lotar a pauta,não dando chance dos vereadores oposicionistas se posicionar. Agora, o presidente manda ordens explícitas, obedecendo ao prefeito joão da costa, de que os aliados esvaziem o plenário, para que não haja quorum suficiente,e os vereadores não possam discursar e cobrar respostas da prefeitura! Esse tipo de político deveria ter seus nomes explícitos, divulgados em lista, nos jornais e imprensa de toda ordem, para chamar a atenção do povo, sobre essas atitudes covarde, de eliminar a oposição dos debates, porque não se tem resposta a dar! Se fosse em país sério, o presidente da câmara e seu séquito seria deposto, rapidamente! Esse vereador puxa saco, do prefeito, esconde o jogo, e não quer deixar a população saber dos mal feitos da prefeitura, que são muitos. O presidente da câmara do Recife deveria ser deposto, e todos o vereadores que agem de forma semelhante expostos em praça pública. Já os vereadores honestos, e da oposição, deveriam denunciar tal procedimentos às autoridades (se é que se tem ainda alguma), mas, não se intimidar e fazer comícios nas praças, nos parques, expondo o estado de sítio, de coerção em que se transformou a câmara municipal do Recife. foto: web. Guilherme ferreira. Recife/PE.
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